quinta-feira, 16 de abril de 2026

Comandando nos comentários (Parte 7)

Quase dois anos e meio depois do último «relatório», eis que mais uma vez dou conta dos comentários sobre a politica nos Estados Unidos da América que desde 5 de Fevereiro de 2024 deixei em alguns espaços da Internet, principal e maioritariamente blogs, mas não só....
... E que, mais concretamente, foram: Corta-Fitas (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze); Blasfémias (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete); ZAP Aeiou (um, dois, três, quatro, cinco); Máquina Política; Horas Extraordinárias (um, dois). Sobre temas que incluíram: Rudy Giuliani não envelheceu mal nem se ridicularizou ao defender Donald Trump; quem acusa DJT de ser um «narcisista desprezível» mas que, ao mesmo tempo, alega não acreditar na propaganda dos media «irrelevantes e militantes»... está a contradizer-se; Germano Almeida e Raquel Vaz Pinto a «debaterem» na SIC Notícias quão perigosa seria a vitória de Trump demonstra bem a «diversidade» de opinião praticada por aquele canal, e não só; não é verdade que «Trump é tão da situação como Obama», antes de mais porque o Nº 47 está a desmantelar o... sistema parasitário (do dinheiro dos contribuintes) ao serviço dos democratas e das suas «causas», operado por «burrocratas» esquerdistas (mal) habituados a fazerem o que querem, e a gastarem o que querem, sem qualquer controlo; Pinto da Costa não era uma «versão menos boçal e poderosa» de DJT; são injustas e indignas palavras como «coirão» e «trampas» para designar Trump e «rafeirito» para designar Vance, quanto mais não seja porque ambos lideram actualmente a (muito necessária, até indispensável) «campanha» de autêntica «higiene e estética» que é a «descontaminação» da influência dos democratas; de como o Delito de Opinião se transformou como que numa sarjeta do mais reles e ridículo «Trump Derangement Syndrome» (abordei este tema em detalhe aqui); notícias sobre a actual administração (e, aliás, sobre qualquer outra) baseadas em fontes anónimas têm pouca ou nenhuma credibilidade, mesmo que publicadas no Wall Street Journal; foram muitos mais de 60 milhões as pessoas que «não foram nas cantigas» de Kamala Harris; Donald Trump não só não participou nos abusos sexuais de menores promovidos por Jeffrey Epstein como foi um dos primeiros a denunciá-los; Trump não fez uma ameaça de morte a Liz Cheney; a revista Rolling Stone não tem qualquer credibilidade em assuntos que não se relacionem com música, e mesmo quanto a esta já conheceu melhores dias; os suecos estúpidos que boicotam empresas dos EUA melhor fariam em boicotar os muçulmanos que largam bombas e violam mulheres, em Estocolmo e não só; as notícias sobre tarifas podem ficar desactualizadas rapidamente; Richard Zimler não tem credibilidade para analisar com rigor e profundidade a situação política nos EUA; nenhum corte no apoio público às artes foi feito durante o primeiro mandato de Donald Trump.
Depois da referência aos meus comentários (que ainda estão) publicados, faça-se agora uma referência a um que não o foi... porque o «dono» do blog em que ele foi inserido não quis. E trata-se de alguém com quem mantenho um agreste «diferendo» há muitos anos, algo que quem me tem acompanhado no Octanas sabe: Jorge Candeias. Que no Lâmpada Mágica, a 12 de Novembro de 2024, e na «posta» intitulada «O fim de uma era», escreveu, a dado passo, isto: «Elon Musk, que hoje (ontem?) baniu o Stephen King por lhe ter chamado “First Lady”». Foi no Mastodon, onde o «poltrão de Portimão» tem uma conta, que ele se referiu à minha tentativa de contacto: «Agora ri. Um velho palhaço da FC portuguesa foi tentar deixar-me um comentário no blogue. "Provavelmente não vais publicar este comentário, mas vais ter de lê-lo". LOL. Ah vou? Li até aqui. Assim que cheguei aqui, click, delete. "Vais ter de lê-lo". Hehehehe.» Tão divertido, e tão orgulhoso, ficou o «tormento do Barlavento» com o seu infantil acto de censura! Mas o que havia eu escrito? Isto: «Mesmo que não venhas a publicar este comentário, JC (o que, considerando “incidentes” anteriores, é o mais provável), pelo menos vais ter de lê-lo. Como eu de imediato previ, é falso que Stephen King tenha sido banido do Twitter/X, o que é demonstrado, por exemplo, aqui, o que me leva a interrogar-me sobre quantas outras “fake news” relativas à política nos EUA (e não só) tu ainda tens como verdadeiras.» Não que isso preocupe extremo-esquerdistas imbecis e inúteis como ele.

quarta-feira, 18 de março de 2026

«Estrelas» (de)cadentes

É muito difícil, se não mesmo impossível, discordar de que é ainda o melhor monólogo de abertura de sempre numa cerimónia de entrega de prémios. Seis anos depois, as palavras de Ricky Gervais nos septuagésimos sétimos Globos de Ouro ainda ecoam com impacto, em especial a sua parte final: «Se ganharem um prémio esta noite não o usem como uma plataforma para fazer um discurso político. Vocês não estão em posição de dar lições ao público sobre o que quer que seja. Nada sabem sobre o mundo real. Muitos de vocês passaram menos tempo na escola do que a Greta Thunberg. Assim, se ganharem, subam aqui, aceitem o vosso pequeno prémio, agradeçam ao vosso agente e ao vosso Deus, e vão-se f*d*r!»
Infelizmente, muitas celebridades, «estrelas» (de)cadentes, do entretenimento, no cinema, na televisão e na música, tardam em seguir a recomendação do criador d’«O Escritório». Pelo contrário, insistem em dar as suas opiniões sobre política norte-americana... e, o que não surpreende, as mais veementes nas suas vocalizações são as que estão encostadas à esquerda, apoiantes dos democratas e opositores dos republicanos. E com o regresso de Donald Trump a estridência, já excessiva no primeiro mandato, só aumentou no primeiro ano do segundo. Obviamente, os «artistas» não se limitam a debitar idiotices nos seus ostentatórios ajuntamentos festivos anuais. E, mais uma vez, as mulheres «sinistras» surgem como as mais ridículas. Comece-se com Jane Fonda, que, sem dúvida sem esquecer e ainda orgulhosa de quando era «Hanoi Jane», decidiu esganiçar-se contra Trump e os ataques no Irão ao mesmo tempo que, também em Los Angeles (e não só), eram aos milhares os exilados iranianos que se manifestavam ruidosamente a favor do bombardeamento contra os «ai-as-tolas» e expressavam o seu agradecimento ao presidente; será possível ser-se mais «out of touch»? Continue-se com Natalie Portman, Molly Ringwald e Lady Gaga, que em finais de Janeiro pronunciaram-se publicamente contra as acções desencadeadas pela Immigration and Customs Enforcement (ICE) para localizar, deter e deportar imigrantes ilegais, em especial os mais perigosos, com cadastro, incluindo traficantes, violadores e assassinos; no caso da cantora de «Born This Way», ela fê-lo durante um concerto no Japão, país que, ironicamente, tem uma das mais restritivas políticas de imigração em todo o Mundo. Algo de semelhante fez Bruce Springsteen, cada vez mais patético e senil, logo no ano passado e numa digressão europeia que arrancou no Reino Unido, em que acusou a então nova administração norte-americana, a do seu país, de ser «corrupta, incompetente e traidora» - note-se que, neste século, ele apoiou todos os candidatos democratas a presidente, incluindo Joe Biden e Kamala Harris. Neste ano de 2026 continuou a arengar em concertos em vez de se limitar a cantar, e, não contente com isso, decidiu escrever, gravar e lançar uma «canção de protesto» contra o ICE chamada «Streets of Minneapolis», que o maralhal marxista internacional adorou, incluindo em Portugal, e como não podia deixar de ser, o sempre papalvo João Lopes. Entretanto, e justificando plenamente que as suas iniciais sejam BS, o suposto (mas falso) «working class hero» está a cobrar preços exorbitantes nos bilhetes para os seus espectáculos.
Porém, são de facto as «feiras das vaidades» que mais propiciam a evacuação de inanidades por arrogantes, pomposas e ignorantes celebridades, reconfortadas e incentivadas por se verem rodeadas de «cabeças-de-vento» que pensam (pouco e mal) como eles. A entrega dos Óscares de 2026 (para filmes lançados em 2025), no passado domingo, 15 de Março, até não terá sido das mais ofensivas, mas não faltaram momentos constrangedores... no sentido habitual, de que se destacam o de um Javier Bardem em bardam*rd*, quiçá a preparar-se para integrar o governo de Pedro Sanchez, a proclamar «Palestina livre!» no palco, depois de, à entrada, se ter insurgido contra mais uma «guerra ilegal», ou seja, a corrente contra o Irão ou, mais correctamente, contra o regime totalitário e sanguinário que o oprime há quase 50 anos. O «grande» vencedor da noite, com seis estatuetas douradas, foi «Uma Batalha depois de Outra», exaltação cinematográfica da violência extremo-esquerdista; Paul Thomas Anderson já merecia há muito, sem dúvida, o Óscar de melhor realizador, mas não por isto. Terminada a cerimónia, ficou o lixo junto às cadeiras, em consonância com o ambiente esquálido que rodeia o Teatro Dolby e que, no geral, caracteriza as «ruas sem nome» de Los Angeles, «cidade dos anjos» tornada, tal como todas as outras controladas pelos democratas há demasiadas décadas, numa «shithole» terceiro-mundista. E onde também decorreram, a 1 de Fevereiro na Arena Crypto.com, os Grammys, em que as irrupções imbecis foram mais e maiores, e das quais ressaltou a de Billie Eilish, que – demonstrando uma vez mais que beleza e talento não substituem inteligência e sensatez – resolveu, para acentuar mais a sanha anti-ICE, proclamar que «ninguém é ilegal em terra roubada». As reacções não se fizeram esperar, incluindo a de um representante de uma tribo de americanos nativos, os Tongva, que não recusou a possibilidade de lhes ser dada a mansão da cantora, construída em terreno que outrora terá sido pertença daquela tribo!..
... E também a de alguém que avisou todos os artistas «engajados» a pensarem bem antes de abrirem a boca para lançarem bitaites sobre política: precisamente, Ricky Gervais, que se espanta e ri por não o terem ouvido, e, se o ouviram, por não o levarem a sério.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

A mais estúpida de 2025

O texto que recolhe aquelas que podem ser consideradas as frases mais estúpidas (e ofensivas, e perigosas) do ano anterior proferidas por esquerdistas norte-americanos e que selecciona a que é, foi, a pior delas – porque «melhor» não é decididamente, neste caso, a qualificação apropriada – tornou-se não só numa das «rubricas» mais antigas e regulares do Obamatório mas também, indubitavelmente, a mais divertida. Desde 2024 que é publicado em Fevereiro, o mês adequado para tal igualmente por causa do Carnaval. E, tal como acontece desde que este «prémio» foi instituído e é atribuído, em 2025 a agressividade e a inanidade retóricas contra a direita aumentaram face a 2024, algo de perfeitamente previsível porque se tratou do primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump e em que este levou à prática, em que concretizou, (muitas d)as propostas e (d)as promessas que fizera aquando da campanha para a sua (re)eleição.
Revendo e comparando as frases «candidatas» é possível – tal como em edições anteriores, aliás – separá-las por grupos, por «categorias», ou pelo assunto e/ou por quem as disse. Há as que vêm de apresentadores e/ou colaboradores da MSNBC, que entretanto foi rebaptizada de MSNow e separada da NBC porque na «estação do pavão»  decidiram finalmente que não queriam ter qualquer ligação com aquele antro de lunáticos: «As acções de Trump (contra as políticas DEI) ecoam a segregação, então sem precedente, feita em 1913 nos gabinetes federais por Woodrow Wilson», Katie Phang; «O Presidente (Trump) quer levar-nos de volta ao século XIX com a sua ordem executiva que termina a cidadania de nascimento, que está consagrada na 14ª Emenda da Constituição», Jonathan Capehart; «Eles vão tirar, e despedir, pessoas na FAA. Assim, as quedas de aviões que vocês estão a ver, vão ver mais delas», Joe Scarborough; «Qual é o nosso plano agora? Vamos criar mais madeira, é isso? Vamos fazer mais madeira neste país por causa do nosso acordo comercial? Não me parece!», Chris Matthews; «Nós vivemos agora num país que tem um líder autoritário a mandar. Temos uma ditadura em consolidação no nosso país», Rachel Maddow; «Foi um atirador branco, não a Esquerda, quem matou um homem branco (Charlie Kirk)», Wajahat Ali. Dois outros «nomeados» não pertence(ra)m à MSNBC/MSNow mas até que nem «destoariam» nela pelo tipo de «jornalismo» que praticam: «Israel e (os Estados Unidos da) América são dois dos países mais maléficos no Mundo», Taylor Lorenz; «O assassinato de Charlie Kirk não foi um acto politico», Jon Karl.
Outra «sub-classe» que se destacou em 2025 é constituída por pessoas que se dizem, ou se disseram, «conservadoras», mas que mais não são do que reles «Never Trumpers», de doentes que se debatem com casos quiçá terminais de TDS: «Matem a Tesla, salvem o país!», Rick Wilson; «Sempre disse que preferiria Joe Biden em coma a Trump, e mantenho-o», Ana Navarro; «Como é que isto (a deportação de Kilmar Abrego Garcia) é diferente de quando Putin agarra um jornalista ou algum grupo rebelde no Médio Oriente agarra um americano, e nós estamos aqui sentados lutando para tentar trazê-los de volta?», Michael Steele; «Pelo menos semi-responsável pelas mortes de provavelmente, ao fim disto, centenas de milhar, se não milhões, de pessoas. Esse é o legado de Elon Musk», David Brooks; «(A demolição da Ala Este da Casa Branca para construir o novo salão de baile) Faz-me sentir quase o mesmo de quando eu vi os danos no Pentágono em 11 de Setembro (de 2001)», Tara Setmayer. Enfim, e obviamente, «last» mas certamente «not least» (em idiotice insana), temos a vara constituída por políticos democratas, de diferentes pontos dos EUA e em funções diversas: «Elon Musk, com o seu rabo de alta tecnologia, pode ter roubado a nossa última eleição», Maxine Waters; «(A juíza Hannah Dugan) não obstruiu a justiça. Ela obstruiu o fascismo», Ryan Clancy; «Ninguém vamos ter por perto para limpar os nossos rabos», Becca Balint; «Eles (na Escócia e na Austrália) simplesmente fizeram mudanças (depois de tiroteios). Eles são tão livres como nós», Tim Walz; «Eu quero que as pessoais saibam que só porque alguém cometeu um crime isso não faz dele um criminoso», Jasmine Crockett; «O esforço da administração Trump em categorizar como perigosa a expressão livre que a critica, elementos da equipa da Casa Branca a chamar “fascista” ao Partido Democrata (...), não se pode dizer que isto é tudo excepto um ataque à Constituição dos Estados Unidos», J. B. Pritzker; «Os somalis sempre se viram a eles próprios como (fazendo parte d)o tecido desta nação», Ilhan Omar.
A frase – e a alimária que a cuspiu - «vencedora(s)» neste ano insere(m)-se, precisamente, no contingente dos «burros» convictos e encartados que ocupam, infelizmente, cargos públicos: «Os ataques intencionais que estão a vir da administração Trump e da extrema direita neste país têm sido muito o que eu chamo de uma tentativa de re-litigar a Guerra Civil, eles não aceitaram o resultado daquela, que o Norte realmente ganhou», e é seu «orgulhoso» autor Brandon Johnson, mayor de Chicago e talvez o actual pior autarca dos Estados Unidos da América, uma «distinção» notável se tivermos em consideração que ele enfrenta a forte «concorrência» de, entre outros, Karen Bass em Los Angeles e Zohran Mamdani em Nova Iorque. O que será pior nesta bojarda? Ele não saber que foi de facto o Partido Democrata (o «Sul»), do qual é membro, que perdeu a guerra contra o Partido Republicano (o «Norte»)... ou fingir não saber?    

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ano Dezoito

(Uma adenda no final deste texto.)
Hoje o Obamatório celebra o seu décimo sétimo aniversário e entra no seu décimo oitavo ano de existência... e assinala-se também o primeiro aniversário do início do segundo mandato presidencial de Donald Trump. Um ano que se revelou para o Nº 47 extremamente bem sucedido e até espectacular, apesar dos esforços dos democratas para o contrariar e sabotar... ou, quiçá, igualmente por causa desses mesmos esforços.
Ninguém pode dizer que não sabia o que ia acontecer, pois Donald Trump já dera a provar, no seu primeiro mandato, que tudo faz – dentro da legalidade, como é óbvio – para cumprir as suas promessas. E, no segundo mandato, aprendidas todas as lições sobre o que correra menos bem da primeira vez e como melhorar o desempenho, e contando com uma equipa mais competente, coesa e motivada, o ritmo de realizações em todas as áreas de governação tem sido acelerado, só sendo interrompido, ocasional e  provisoriamente, pelas decisões politizadas e não sustentadas de juízes democratas (isto é, nomeados por Joe Biden, Barack Obama e Bill Clinton) que, invariavelmente, têm sido revertidas por instâncias superiores. Ao fim de dois meses já eram evidentes e incontestáveis as melhorias e progressos: «as entradas de imigrantes ilegais foram reduzidas para quase zero, e milhares de criminosos perigosos estrangeiros estão, e continuarão a ser, deportados; todos os programas do tipo “DEI” - significando “Diversidade, Equidade, Inclusão”, ou seja, discriminação e segregação com outra designação – extintas, terminadas, em praticamente todas as entidades e instituições do governo federal; proibição de homens em espaços e em actividades femininas, em especial as desportivas; regresso do “drill, baby drill”, de incentivos à extracção e à comercialização de combustíveis fósseis – isto com, paralelamente, o fim das falaciosas prioridades “verdes” - para diminuição do preço da energia, e, logo, a diminuição da inflação e do custo de vida em geral; imposição de tarifas aos países que impõe tarifas aos produtos norte-americanos.» Entretanto, Elon Musk e o seu Departamento de Eficiência Governamental, ou DOGE («Department Of Government Efficiency») «detectaram bastantes, demasiados, casos de gastos supéfluos e mesmo ilícitos, envolvendo não só programas mas também agências federais inteiras; destas a USAAID evidenciou-se por financiar no estrangeiro acções e actividades ideológicas invariavelmente preconizando objectivos LGBTQ e DEI. Porém, o desperdício é transversal em Washington, e as estimativas apontam para poupanças avaliadas em muitos biliões de dólares, podendo quiçá atingirem pelo menos um trilião.» Em Julho a independência foi celebrada com um vigor renovado porque até então já se verificara: «a aprovação da chamada “one big beautiful bill”, pacote legislativo que inclui importantes e significativas descidas de impostos, e que DJT assinou (promulgou) na Casa Branca; a descida para mínimos históricos da entrada de imigrantes ilegais; sólidos aumentos no número de empregos criados e na valorização bolsista, em simultâneo com uma descida constante dos preços dos combustíveis; em aliança e apoio a Israel, a força aérea dos EUA bombardeou instalações iranianas utilizadas para fabrico de armas nucleares; Washington mediou um acordo de paz entre o Congo e o Ruanda; todos os países da NATO aceitaram aumentar para 5% a percentagem dos seus orçamentos reservada à defesa.» Efectivamente, os êxitos na política externa foram tão notáveis como os na política interna. Sim, Donald Trump merecia, e merece, mais do que um Prémio Nobel da Paz, por cada conflito ou guerra internacional que ajudou a terminar nos últimos 12 meses: «Congo e Ruanda, Kosovo e Sérvia, Arménia e Azerbaijão, Índia e Paquistão, Cambodja e Tailândia, e, em especial, Israel com Irão e “Palestina” beneficiaram da competência e da insistência do Presidente dos Estados Unidos da América e da sua administração, em particular do Secretário de Estado (isto é, Ministro dos Negócios Estrangeiros) Marco Rubio.» E a captura a 3 de Janeiro último de Nicolás Maduro e da esposa, em Caracas, por elementos das forças especiais militares dos EUA, não contradiz, de forma alguma, aquele impecável palmarés pela paz; prender o ditador venezuelano, que é também um fugitivo da justiça norte-americana, representou uma autêntica e concreta aplicação do Direito Internacional. Enfim, quanto à controvérsia com a Gronelândia, um território que, antes de DJT, já Harry Truman queria adquirir, há a dizer o seguinte: é um anacronismo aberrante a existência, no segundo quartel do século XXI, de uma colónia europeia na América do Norte, e os povos nativos da «Terra Verde» ficariam muito melhores sob a tutela de Washington do que a de Copenhaga, a julgar pelos abusos de que foram alvo num passado recente. Além disso, haverá melhor maneira de festejar os 250 anos dos Estados Unidos da América do que quase duplicar a dimensão da nação?  
Contra todos estes factos... positivos por qualquer avaliação honesta, o que têm feito os democratas desde 20 de Janeiro de 2025, ou, mais correctamente, desde 20 de Janeiro de 2017, quando Donald Trump tomou posse para o seu primeiro mandato? Basicamente, posicionarem-se contra tudo o que ele preconiza, o que invariavelmente implica defenderem crimes e criminosos e praticamente todos os tipos de comportamentos e actos nefastos aos interesses do país e dos seus (legais) habitantes, e que incluem apelos aos militares para desobedecerem às ordens do comandante-em-chefe. Em resumo, «resistem». Porém, lamentavelmente embora não surpreendentemente, a «resistência» tem registado um crescendo de violência. Começou com múltiplas manifestações com cantorias e calão junto a vários edifícios governamentais na capital que não demoraram muito a «progredir» para actos criminosos e mesmo terroristas, de que se destacaram os ataques à Tesla como forma de retaliação política por o seu CEO apoiar Donald Trump. Recorde-se: em vários locais dos EUA houve concessionários, postos de carregamento e automóveis da marca que foram alvos de vandalismo, tiros e até fogo posto com engenhos explosivos; bastantes os incidentes em que condutores aos volantes daqueles veículos foram ameaçados nas ruas e nas estradas por desconhecidos e desvairados... democratas. Então estes, que clamam ser grandes defensores do ambiente, apela(ram)m ao boicote e/ou à destruição de carros eléctricos? Esta onda de histeria específica demonstrou a habitual hipocrisia dos «azuis», desta vez acrescida das suas tendências verdadeiramente fascistas. Exagero? Não se limitando à retórica agressiva e passando das palavras aos actos, sucederam-se neste último ano os casos de políticos «burros» - congressistas, governadores e autarcas – dispostos a entrarem em confrontos físicos com membros das forças federais que lidam com imigrantes ilegais (em especial os mais perigosos) junto aos edifícios em que os (muitos) «bad hombres» ficam detidos antes de serem deportados; mais grave, terroristas domésticos ligados à Antifa, autêntico «braço armado» do Partido Democrata, foram detectados e neutralizados aquando de tentativas de ataque a forças policiais. Os democratas têm não nos cidadãos nacionais mas sim nos bandidos (ladrões, traficantes, violadores, assassinos) estrangeiros o seu «público-alvo» principal, os seus «constituintes» prioritários, e não faltam declarações públicas para o comprovar - esta e esta são apenas duas delas.
Este é um «cenário» que se tem desenrolado com maior ou menor intensidade nos Estados que os «burros» controlam, como a Califórnia, o Illinois e Nova Iorque, e que, embora nem todos geograficamente contíguos, formam como que uma nova confederação secessionista, ou quase, desafiando a autoridade – não o autoritarismo – de um presidente republicano. A História repete-se? Mas é no Minnesota que, em crescendo nas últimas semanas, a situação se tornou mais grave. Onde estão o governador Tim Walz – sim, o candidato falhado a vice-presidente com Kamala Harris, em 2024 – e o mayor de Minneapolis Jacob Frey, ambos envolvidos – de certeza por incúria e incompetência, e talvez por cumplicidade – num enorme escândalo de fraude e de desvio de dinheiros públicos por imigrantes da Somália – comunidade de que emergiu, aliás, essa figura execrável que é Ilhan Omar – decidiram, provável e precisamente para desviarem a atenção desse escândalo, fomentar uma insurreição, declarar guerra ao governo federal e apelar à não cooperação com, e mesmo obstrução, (d)os agentes do Immigration and Customs Enforcement na sua tarefa de localizar e de deter imigrantes ilegais perigosos. Por causa disso uma mulher, que não era propriamente... boa, morreu, assim tornando realidade um desejo da vice-governadora. É importante lembrar que tanto Walz como Frey já ocupavam aqueles cargos em 2020 aquando dos motins resultantes da morte de George Floyd, pelo que se sabe que eles não se preocupa(ra)m com a destruição e o morticínio que abala(ra)m o território que administram (mal).
Em última instância, e ontem como hoje, o factor primordial... e prejudicial na política dos EUA é a malignidade do Partido Democrata, uma «organização criminosa» como correctamente a definiu o recentemente falecido, e já saudoso, Scott Adams. Dessa malignidade também foi vítima, pelo menos indirecta, Charlie Kirk, assassinado a 10 de Setembro de 2025, um dos principais obreiros da vitória em 5 de Novembro de 2024, e que se tornou símbolo e mártir de um conflito que, mais de século e meio depois, tarda em terminar. Nesse sentido, é indubitável que muito de positivo foi alcançado neste primeiro ano que hoje se assinala e se celebra; agora, há que assegurar que os próximos três sejam ainda melhores, e existem indicadores de que tal irá acontecer. 
(Adenda - Obviamente, eu não fui o único, na «blogosfera» portuguesa, a assinalar o primeiro aniversário da tomada de posse de Donald Trump para o seu segundo mandato. Pedro Correia também o fez, no Delito de Opinião, não uma mas sim duas vezes, uma em formato «curto» e outra em formato «longo». E em ambas, sem surpresa, a idiotice foi a característica dominante: mentiras, omissões, descontextualização, desonestidade intelectual, resultados inevitáveis de quando se acredita em órgãos tão «fiáveis» como The Guardian, The Hill, NBC, Time, Independent, BBC, CBS, Sky e Newsweek, entre outros; e, acima de tudo, um preconceito raivoso que impede quaisquer mínimos de isenção, objectividade e rigor, enfim, sintomas de TDS que, aliás, eu já identificara e denunciara anteriormente. PC, entretanto, certamente está preocupado com a descontinuação, este ano, dos blogs na plataforma Sapo, entre os quais o DdO; porém, na sua mente frágil a sensatez, a noção de vergonha e o sentido do ridículo já foram «descontinuados» há algum tempo.)