terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ano Dezoito

Hoje o Obamatório celebra o seu décimo sétimo aniversário e entra no seu décimo oitavo ano de existência... e assinala-se também o primeiro aniversário do início do segundo mandato presidencial de Donald Trump. Um ano que se revelou para o Nº 47 extremamente bem sucedido e até espectacular, apesar dos esforços dos democratas para o contrariar e sabotar... ou, quiçá, igualmente por causa desses mesmos esforços.
Ninguém pode dizer que não sabia o que ia acontecer, pois Donald Trump já dera a provar, no seu primeiro mandato, que tudo faz – dentro da legalidade, como é óbvio – para cumprir as suas promessas. E, no segundo mandato, aprendidas todas as lições sobre o que correra menos bem da primeira vez e como melhorar o desempenho, e contando com uma equipa mais competente, coesa e motivada, o ritmo de realizações em todas as áreas de governação tem sido acelerado, só sendo interrompido, ocasional e  provisoriamente, pelas decisões politizadas e não sustentadas de juízes democratas (isto é, nomeados por Joe Biden, Barack Obama e Bill Clinton) que, invariavelmente, têm sido revertidas por instâncias superiores. Ao fim de dois meses já eram evidentes e incontestáveis as melhorias e progressos: «as entradas de imigrantes ilegais foram reduzidas para quase zero, e milhares de criminosos perigosos estrangeiros estão, e continuarão a ser, deportados; todos os programas do tipo “DEI” - significando “Diversidade, Equidade, Inclusão”, ou seja, discriminação e segregação com outra designação – extintas, terminadas, em praticamente todas as entidades e instituições do governo federal; proibição de homens em espaços e em actividades femininas, em especial as desportivas; regresso do “drill, baby drill”, de incentivos à extracção e à comercialização de combustíveis fósseis – isto com, paralelamente, o fim das falaciosas prioridades “verdes” - para diminuição do preço da energia, e, logo, a diminuição da inflação e do custo de vida em geral; imposição de tarifas aos países que impõe tarifas aos produtos norte-americanos.» Entretanto, Elon Musk e o seu Departamento de Eficiência Governamental, ou DOGE («Department Of Government Efficiency») «detectaram bastantes, demasiados, casos de gastos supéfluos e mesmo ilícitos, envolvendo não só programas mas também agências federais inteiras; destas a USAAID evidenciou-se por financiar no estrangeiro acções e actividades ideológicas invariavelmente preconizando objectivos LGBTQ e DEI. Porém, o desperdício é transversal em Washington, e as estimativas apontam para poupanças avaliadas em muitos biliões de dólares, podendo quiçá atingirem pelo menos um trilião.» Em Julho a independência foi celebrada com um vigor renovado porque até então já se verificara: «a aprovação da chamada “one big beautiful bill”, pacote legislativo que inclui importantes e significativas descidas de impostos, e que DJT assinou (promulgou) na Casa Branca; a descida para mínimos históricos da entrada de imigrantes ilegais; sólidos aumentos no número de empregos criados e na valorização bolsista, em simultâneo com uma descida constante dos preços dos combustíveis; em aliança e apoio a Israel, a força aérea dos EUA bombardeou instalações iranianas utilizadas para fabrico de armas nucleares; Washington mediou um acordo de paz entre o Congo e o Ruanda; todos os países da NATO aceitaram aumentar para 5% a percentagem dos seus orçamentos reservada à defesa.» Efectivamente, os êxitos na política externa foram tão notáveis como os na política interna. Sim, Donald Trump merecia, e merece, mais do que um Prémio Nobel da Paz, por cada conflito ou guerra internacional que ajudou a terminar nos últimos 12 meses: «Congo e Ruanda, Kosovo e Sérvia, Arménia e Azerbaijão, Índia e Paquistão, Cambodja e Tailândia, e, em especial, Israel com Irão e “Palestina” beneficiaram da competência e da insistência do Presidente dos Estados Unidos da América e da sua administração, em particular do Secretário de Estado (isto é, Ministro dos Negócios Estrangeiros) Marco Rubio.» E a captura a 3 de Janeiro último de Nicolás Maduro e da esposa, em Caracas, por elementos das forças especiais militares dos EUA, não contradiz, de forma alguma, aquele impecável palmarés pela paz; prender o ditador venezuelano, que é também um fugitivo da justiça norte-americana, representou uma autêntica e concreta aplicação do Direito Internacional. Enfim, quanto à controvérsia com a Gronelândia, um território que, antes de DJT, já Harry Truman queria adquirir, há a dizer o seguinte: é um anacronismo aberrante a existência, no segundo quartel do século XXI, de uma colónia europeia na América do Norte, e os povos nativos da «Terra Verde» ficariam muito melhores sob a tutela de Washington do que a de Copenhaga, a julgar pelos abusos de que foram alvo num passado recente.
Contra todos estes factos... positivos por qualquer avaliação honesta, o que têm feito os democratas desde 20 de Janeiro de 2025, ou, mais correctamente, desde 20 de Janeiro de 2017, quando Donald Trump tomou posse para o seu primeiro mandato? Basicamente, posicionarem-se contra tudo o que ele preconiza, o que invariavelmente implica defenderem crimes e criminosos e praticamente todos os tipos de comportamentos e actos nefastos aos interesses do país e dos seus (legais) habitantes, e que incluem apelos aos militares para desobedecerem às ordens do comandante-em-chefe. Em resumo, «resistem». Porém, lamentavelmente embora não surpreendentemente, a «resistência» tem registado um crescendo de violência. Começou com múltiplas manifestações com cantorias e calão junto a vários edifícios governamentais na capital que não demoraram muito a «progredir» para actos criminosos e mesmo terroristas, de que se destacaram os ataques à Tesla como forma de retaliação política por o seu CEO apoiar Donald Trump. Recorde-se: em vários locais dos EUA houve concessionários, postos de carregamento e automóveis da marca que foram alvos de vandalismo, tiros e até fogo posto com engenhos explosivos; bastantes os incidentes em que condutores aos volantes daqueles veículos foram ameaçados nas ruas e nas estradas por desconhecidos e desvairados... democratas. Então estes, que clamam ser grandes defensores do ambiente, apela(ram)m ao boicote e/ou à destruição de carros eléctricos? Esta onda de histeria específica demonstrou a habitual hipocrisia dos «azuis», desta vez acrescida das suas tendências verdadeiramente fascistas. Exagero? Não, se a «resistência» adopta como (nem sempre) último recurso a violência: não se limitando à retórica agressiva e passando das palavras aos actos, sucederam-se neste último ano os casos de políticos «burros» - congressistas, governadores e autarcas – dispostos a entrarem em confrontos físicos com membros das forças federais que lidam com imigrantes ilegais (em especial os mais perigosos) junto aos edifícios em que os (muitos) «bad hombres» ficam detidos antes de serem deportados; mais grave, terroristas domésticos ligados à Antifa, autêntico «braço armado» do Partido Democrata, foram detectados e neutralizados aquando de tentativas de ataque a forças policiais. Os democratas têm não nos cidadãos nacionais mas sim nos bandidos (ladrões, traficantes, violadores, assassinos) estrangeiros o seu «público-alvo» principal, os seus «constituintes» prioritários, e não faltam declarações públicas para o comprovar - esta é apenas uma delas.
Este é um «cenário» que se tem desenrolado com maior ou menor intensidade nos Estados que os «burros» controlam, como a Califórnia, o Illinois e Nova Iorque, e que, embora nem todos geograficamente contíguos, formam como que uma nova confederação secessionista, ou quase, desafiando a autoridade – não o autoritarismo – de um presidente republicano. A História repete-se? Mas é no Minnesota que, em crescendo nas últimas semanas, a situação se tornou mais grave. Onde estão o governador Tim Walz – sim, o candidato falhado a vice-presidente com Kamala Harris, em 2024 – e o mayor de Minneapolis Jacob Frey, ambos envolvidos – de certeza por incúria e incompetência, e talvez por cumplicidade – num enorme escândalo de fraude e de desvio de dinheiros públicos por imigrantes da Somália – comunidade de que emergiu, aliás, essa figura execrável que é Ilhan Omar – decidiram, provável e precisamente para desviarem a atenção desse escândalo, fomentar uma insurreição, declarar guerra ao governo federal e apelar à não cooperação com, e mesmo obstrução, (d)os agentes do Immigration and Customs Enforcement na sua tarefa de localizar e de deter imigrantes ilegais perigosos. É importante lembrar que tanto Walz como Frey já ocupavam aqueles cargos em 2020 aquando dos motins resultantes da morte de George Floyd, pelo que se sabe que eles não se preocupa(ra)m com a destruição e o morticínio que abala(ra)m o território que administram (mal).
Em última instância, e ontem como hoje, o factor primordial... e prejudicial na política dos EUA é a malignidade do Partido Democrata, uma «organização criminosa» como correctamente a definiu o recentemente falecido, e já saudoso, Scott Adams. De que também foi vítima, pelo menos indirecta, Charlie Kirk, assassinado a 10 de Setembro de 2025, um dos principais obreiros da vitória em 5 de Novembro de 2024, e que se tornou símbolo e mártir de um conflito que, mais de século e meio depois, tarda em terminar. Nesse sentido, é indubitável que muito de positivo foi alcançado neste primeiro ano que hoje se assinala e se celebra; há que assegurar que os próximos três sejam ainda melhores.