domingo, 28 de junho de 2026

3 de Julho, no El Corte Inglés

No próximo dia 3 de Julho (sexta-feira) – véspera do 250º aniversário da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América – a partir das 18.30 horas irá decorrer, na Sala de Âmbito Cultural do (piso 6 do) El Corte Inglés de Lisboa, a primeira apresentação da obra «Discursos» de Abraham Lincoln, da qual fui o tradutor. Ao meu lado na mesa estarão Miguel Morgado, autor do posfácio, Ricardo Antunes, da editora Alma dos Livros, e Ana Rita Figueiredo, do ECI. Entretanto, também já há duas referências ao livro na página de Facebook da AdL: uma sobre o início da pré-venda e outra sobre a apresentação. (Também no Octanas.)

quinta-feira, 18 de junho de 2026

«Discursos» de Abraham Lincoln, um novo livro

A editora Alma dos Livros iniciou a divulgação e a pré-venda, no seu sítio, e está igualmente já presente nos sítios das livrarias Almedina, Bertrand, FNAC, iBook e Wook: «Discursos» de Abraham Lincoln, com selecção, tradução, introdução e anotações feitas por mim, é a nova obra na minha bibliografia, nove anos depois de «Nautas». Constitui ainda a segunda adaptação que faço, para a Língua Portuguesa, de textos de um famoso autor anglófono oitocentista, depois de «Poemas» de Alfred Tennyson, por coincidência e curiosamente nascido em 1809 tal como o 16º Presidente dos Estados Unidos da América.
Apesar de o livro ter por título «Discursos» nem todos os 15 textos nele incluídos são... discursos. Três são proclamações – uma das quais a famosa, fundamental, de emancipação dos escravos – e um é uma autobiografia publicada em 1860 na campanha presidencial daquele ano, que o advogado de Springfield, no Illinois, venceria. Logicamente, os discursos proferidos nas duas tomadas de posse (em 1861 e em 1865) estão presentes, assim como o monumental (não obstante a sua brevidade) dito em Gettysburg, e ainda o último de todos, que Abraham Lincoln improvisou junto à Casa Branca depois de saber da rendição de Robert E. Lee a Ulysses S. Grant, apenas quatro dias antes de morrer.
Outro elemento muito importante, quiçá decisivo, neste livro é a participação – com um posfácio de enorme qualidade – de Miguel Morgado, que, além de ser conhecido como político (foi assessor de Pedro Passos Coelho quando este era primeiro-ministro, e depois deputado) e comentador televisivo (na SIC Notícias), é também um dos mais prestigiados politólogos portugueses, sendo doutorado em Ciência Política e docente na Universidade Católica Portuguesa. O facto de ter aceite o meu convite sem me conhecer prévia e pessoalmente, mas confiante no valor deste projecto, é algo que me honra profundamente. Será ele igualmente a fazer a apresentação de «Discursos», em data e em local a anunciar em breve, mas num período e num contexto de celebração dos 250 anos da independência dos EUA, para a qual este livro representa um modesto contributo. (Também no Octanas.)

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Relatos da Nova Reconstrução (Parte 3)

«A América deveria conceder asilo político às vítimas da tirania europeia», Kurt Schlichter; «Tim Walz personifica o declínio dos democratas», Daniel McCarthy; «Esta é a maior história que nunca foi contada», Larry Kudlow; «Democratas de topo estão a fazer agitação pela insurreição e o vigilantismo político», John Daniel Davidson; «Porque é que tantos esquerdistas são tamanho lixo?», Derek Hunter; «A missão assassínio-suicídio dos democratas», Laura Ingraham; «A máquina do perpétuo pânico climático colapsa», Tim Graham; «Para os democratas é fácil, destroem a nação e depois choram por causa disso», Rob Schmitt; «19 de 20 possíveis candidatos democratas em 2028 pensam que a biologia é apenas uma sugestão», Ward Clark; «Eu votei para isto», David Strom; «As intercalares não são sobre custo de vida mas sim sobre ódio a Trump», Larry Elder; «O despertar da nova confederação», Josh Hammer; «O Estado da União prova que os democratas odeiam a América», Antonio Graceffo; «A marca da direita é “América Primeiro”, a marca da esquerda é enlouquecer por causa daquela», Elle Purnell; «No 250º aniversário da América os democratas querem um país diferente», Star Parker; «Os Clintons e as políticas do escândalo», Jonathan Turley; «Graças aos democratas, potenciais terroristas iranianos já estão em solo americano», Jordan Boyd; «Nenhuma misericórdia para a traição», Erik Durneika; «A propaganda democrata de mentiras constantes está a fazer com que americanos sejam mortos», Miranda Devine; «Isto é o que uma super-potência mundial mostra ser», Ben Shapiro; «Donald Trump é o inimigo comum do regime iraniano e da esquerda americana», Duane Patterson; «Eles nutriram esta violência», Greg Gutfeld; «Nestes tempos divididos é importante recordar que houve uma vez em que metade do país odiava Lincoln», Stephen Kruiser; «O problema da violência política de esquerda na América não pode ser resolvido com negação», Guy Benson; «Irão os media celebrar o 250º da América?», Jeffrey Lord; «O Partido Democrático está morto, longa vida aos jacobinos!», Victor Davis Hanson; «Barack Obama odeia a Constituição e Trump», Greg Kelly; «Um mundo de fantasia democrata», Byron York; «Os democratas estão a atacar a Constituição», Mark Levin; «Os democratas normalizaram completamente as suas ameaças à democracia», Eddie Scarry; «Revisitando a lista interminável de vigarices e de esquemas dos democratas», Carl Higbie; «A autópsia de 2024 pelo DNC está aqui, e, rapaz, é um fogo no caixote do lixo», Matt Margolis; «América aos 250 - Como a liberdade, direitos de propriedade e governo limitado construíram a nação mais livre da História», John Stossel; «Mesmo quando se pensava que os Bidens não podiam descer mais baixo, eles agarram numa pá e escavam directamente até ao Inferno», Scott Pinsker; «Afinal, nós não éramos malucos», Jesse Watters; «O ICE continua a encontrar criminosos que os democratas fingem que não existem», David Manney; «A insanidade está apenas a começar», Rob Finnerty; «Depois de décadas de doutrinação anti-americana não se espere uma grande celebração do 250º aniversário», Brianna Lyman.