Ninguém pode dizer que não sabia o que ia acontecer,
pois Donald Trump já dera a provar, no seu primeiro mandato, que tudo faz –
dentro da legalidade, como é óbvio – para cumprir as suas promessas. E, no
segundo mandato, aprendidas todas as lições sobre o que correra menos bem da
primeira vez e como melhorar o desempenho, e contando com uma equipa mais
competente, coesa e motivada,
o ritmo de realizações em todas as áreas de governação tem sido acelerado, só sendo interrompido, ocasional e provisoriamente, pelas
decisões politizadas e não sustentadas de juízes democratas (isto é, nomeados por Joe Biden, Barack
Obama e Bill Clinton) que, invariavelmente, têm sido revertidas por instâncias
superiores. Ao fim de dois meses já eram evidentes e incontestáveis as
melhorias e progressos: «as entradas de imigrantes ilegais foram reduzidas para
quase zero, e milhares de criminosos perigosos estrangeiros estão, e
continuarão a ser, deportados; todos os programas do tipo “DEI” - significando “Diversidade,
Equidade, Inclusão”, ou seja, discriminação e segregação com outra designação –
extintas, terminadas, em praticamente todas as entidades e instituições do
governo federal; proibição de homens em espaços e em actividades femininas, em
especial as desportivas; regresso do “
drill, baby drill”, de incentivos
à extracção e à comercialização de combustíveis fósseis – isto com,
paralelamente, o fim das falaciosas prioridades “verdes” - para diminuição do
preço da energia, e, logo, a diminuição da inflação e do custo de vida em geral;
imposição de tarifas aos países que impõe tarifas aos produtos
norte-americanos.» Entretanto, Elon Musk e o seu Departamento de Eficiência
Governamental, ou DOGE («
Department Of Government Efficiency») «detectaram
bastantes, demasiados, casos de gastos supéfluos e mesmo ilícitos,
envolvendo não só programas mas também agências federais inteiras; destas a
USAAID evidenciou-se por financiar no estrangeiro acções e actividades
ideológicas invariavelmente preconizando objectivos LGBTQ e DEI. Porém, o
desperdício é transversal em Washington, e as estimativas apontam para
poupanças avaliadas em muitos biliões de dólares, podendo quiçá atingirem
pelo menos um trilião.»
Em Julho a independência foi celebrada com um vigor renovado porque até então já se verificara: «a aprovação da chamada “
one big
beautiful bill”, pacote legislativo que inclui importantes e significativas
descidas de impostos, e que DJT assinou (promulgou) na Casa Branca; a descida
para mínimos históricos da entrada de imigrantes ilegais; sólidos aumentos no
número de empregos criados e na valorização bolsista, em simultâneo com uma
descida constante dos preços dos combustíveis; em aliança e apoio a Israel, a
força aérea dos EUA bombardeou instalações iranianas utilizadas para fabrico de
armas nucleares; Washington mediou um acordo de paz entre o Congo e o Ruanda;
todos os países da NATO aceitaram aumentar para 5% a percentagem dos seus
orçamentos reservada à defesa.» Efectivamente, os êxitos na política externa
foram tão notáveis como os na política interna. Sim,
Donald Trump merecia, e merece, mais do que um Prémio Nobel da Paz, por cada conflito ou guerra internacional
que ajudou a terminar nos últimos 12 meses: «Congo e Ruanda, Kosovo e Sérvia,
Arménia e Azerbaijão, Índia e Paquistão, Cambodja e Tailândia, e, em especial,
Israel com Irão e “Palestina” beneficiaram da competência e da insistência do
Presidente dos Estados Unidos da América e da sua administração, em particular
do Secretário de Estado (isto é, Ministro dos Negócios Estrangeiros) Marco
Rubio.» E
a captura a 3 de Janeiro último de Nicolás Maduro e da esposa, em Caracas, por elementos das forças especiais militares dos EUA, não contradiz,
de forma alguma, aquele impecável palmarés pela paz; prender o ditador
venezuelano, que é também um fugitivo da justiça norte-americana, representou
uma autêntica e concreta aplicação do Direito Internacional. Enfim, quanto à
controvérsia com a Gronelândia, um território que, antes de DJT, já Harry Truman
queria adquirir, há a dizer o seguinte: é um anacronismo aberrante a
existência, no segundo quartel do século XXI, de
uma colónia europeia na América do Norte, e os povos nativos da «Terra Verde» ficariam muito melhores
sob a tutela de Washington do que a de Copenhaga, a julgar pelos
abusos de que foram alvo num passado recente. Além disso, haverá melhor maneira de
festejar os 250 anos dos Estados Unidos da América do que quase duplicar a dimensão da nação?