Nos Estados Unidos da América – mas não só,
evidentemente – o esquerdismo anti-cristão e anti-capitalista, opositor do
(bom) senso comum e também da mais elementar decência, tem destruído muitas
vidas. Se não totalmente, fatalmente (e isso aconteceu a muitos), então ao
nível da sanidade mental. E nos últimos anos muitos observadores, comentadores,
analistas da política e da sociedade norte-americanas começaram a detectar um
fenómeno curioso, tenebroso... e perigoso: são as mulheres, «progressivamente»
mais fanáticas... e histéricas, que surgem como as mais activas e estridentes
defensoras... e atacantes, das e pelas, causas mais radicais. Na sua maioria
são brancas, caucasianas, e daí resultou uma nova expressão com tanto de
«rigor» como de hilaridade: apresentamos as AWFL’s – Affluent White Female
Liberals; também se pode colocar um «U» entre o «F» e o «L», significando
«Urban», e aí a palavra inglesa correspondente à portuguesa «pavorosa» ficaria
mais completa. Porém, a verdade é que estas bizarras criaturas não se encontram
exclusivamente, infelizmente, em habitats citadinos. Não é difícil
reconhecê-las mesmo ao nível estritamente visual porque, frequentemente, têm o
cabelo colorido em tons verdes ou roxos e usam um anel, ou piercing, no nariz,
além de t-shirts com os mais disparatados slogans e frases feitas. Estas
mulheres, invariavelmente, estiveram n(um)a universidade, onde obtiveram uma
«educação» feita de radicalismos e receberam um diploma que se revela inútil no
mundo real e no mercado de trabalho. São sobre-qualificadas (ou nem tanto), sub-remuneradas
e, habitualmente, sexualmente frustradas: os homens (zero) à esquerda, betas e
à base de soja não as satisfazem, e os de direita são, habitualmente, rejeitados liminarmente.
Estas mulheres são – ou afirmam-se como -
«feministas», mas o seu feminismo é muito mais extremo do que aquele que surgiu
e se desenvolveu nas décadas de 60 e de 70 do século XX. Aquilo que mais prezam
e mais defendem é o aborto, considerado por todas estas degeneradas uma suprema
afirmação do poder, da autonomia e da identidade da mulher. Por isso elas
preconizam que a interrupção voluntária da gravidez não tenha limites, tanto justificativos
como temporais – sim, elas são a favor de que crianças possam ser assassinadas no útero até aos nove meses de gestação, ao dia do nascimento. Pior, e mais
inquietante, começa a notar-se uma tendência de se encarar o infanticídio como
um prolongamento do aborto, e que é, senão justificável, pelo menos
compreensível e a merecer atenuantes. Tal verificou-se em toda a sua plenitude
e nitidez durante o recente julgamento – foi em Agosto e Setembro últimos – de
Lindsay Clancy, uma mulher do Massachusetts que matou por estrangulamento os seus três filhos, de cinco, três anos e oito meses. A sua culpabilidade não
está, nunca esteve, em causa; a questão estava em saber, e em decidir, se seria
condenada ou absolvida e se a alegada insanidade mental seria aceite como
factor na decisão; porém, o julgamento seria invalidado por o júri não ter
chegado a um veredicto unânime – um dos jurados resistiu corajosamente à pressão dos outros 11 e recusou inocentar a infanticida. No entanto, mais grave
do que o acontecido dentro do tribunal foi o acontecido fora dele: centenas de mulheres manifestaram-se durante o julgamento a favor de Clancy. Dir-se-ia que
se estava perante uma nova, moderna, congregação de bruxas, desta vez verdadeiras
porque são realmente criaturas perversas, malignas, demoníacas, ao contrário
das de Salem, também no Massachusetts, no final do século XVII – curiosamente,
Chris Rock fez essa comparação ainda este mês! Aliás, o que não falta no
maior Estado da Nova Inglaterra são mulheres malucas, degeneradas ou pura e simplesmente esquisitas...
... A começar pelas que estão no topo da hierarquia
política... que são, sim, como não podia deixar de ser, democratas. A governadora,
Maura Healey, uma lésbica sem filhos, preconiza que funcionários públicos
entrem (invadam?) em todas as casas com recém-nascidos para as respectivas
famílias serem «avaliadas»; o que está em consonância com a aprovação que deu ao
Departamento de Crianças e Famílias (só a designação já é inquietante) do seu
governo para retirarem uma jovem à guarda dos seus pais por estes não apoiarem
a «transição» dela. Já a mayor de Boston, Michelle Who... perdão, Wu, é provavelmente mais doida: é a favor de que ladrões deixem de ser acusados judicialmente; deu as condolências aos familiares de um atacante esfaqueador morto
por um polícia; afirmou que os agentes do ICE formam uma «polícia secreta neo-nazi»; aprovou um programa que concede cheques-prenda a imigrantes LGBT para
massagens, yoga e «cura criativa», e outro que treina imigrantes e não-cidadãos
para serem activistas políticos. Entretanto, não se sabe se Healey e Who...
perdão, Wu são clientes do bar lésbico Last Ditch, em Greenfield no
Massachusetts (a primeira poderia ser, dada a sua (des)orientação sexual), onde
seis anos após a pandemia ainda se exige aos clientes que usem máscaras, e uma
tentativa, tímida, de abrandar essa obrigação um dia por semana enfrentou forte contestação por parte de muitas das «machas». Pelo menos, em mais um ano, estas
«bruxas» já estarão prontas para o Halloween no final deste mês.