terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ano Dezoito

(Uma adenda no final deste texto.)
Hoje o Obamatório celebra o seu décimo sétimo aniversário e entra no seu décimo oitavo ano de existência... e assinala-se também o primeiro aniversário do início do segundo mandato presidencial de Donald Trump. Um ano que se revelou para o Nº 47 extremamente bem sucedido e até espectacular, apesar dos esforços dos democratas para o contrariar e sabotar... ou, quiçá, igualmente por causa desses mesmos esforços.
Ninguém pode dizer que não sabia o que ia acontecer, pois Donald Trump já dera a provar, no seu primeiro mandato, que tudo faz – dentro da legalidade, como é óbvio – para cumprir as suas promessas. E, no segundo mandato, aprendidas todas as lições sobre o que correra menos bem da primeira vez e como melhorar o desempenho, e contando com uma equipa mais competente, coesa e motivada, o ritmo de realizações em todas as áreas de governação tem sido acelerado, só sendo interrompido, ocasional e  provisoriamente, pelas decisões politizadas e não sustentadas de juízes democratas (isto é, nomeados por Joe Biden, Barack Obama e Bill Clinton) que, invariavelmente, têm sido revertidas por instâncias superiores. Ao fim de dois meses já eram evidentes e incontestáveis as melhorias e progressos: «as entradas de imigrantes ilegais foram reduzidas para quase zero, e milhares de criminosos perigosos estrangeiros estão, e continuarão a ser, deportados; todos os programas do tipo “DEI” - significando “Diversidade, Equidade, Inclusão”, ou seja, discriminação e segregação com outra designação – extintas, terminadas, em praticamente todas as entidades e instituições do governo federal; proibição de homens em espaços e em actividades femininas, em especial as desportivas; regresso do “drill, baby drill”, de incentivos à extracção e à comercialização de combustíveis fósseis – isto com, paralelamente, o fim das falaciosas prioridades “verdes” - para diminuição do preço da energia, e, logo, a diminuição da inflação e do custo de vida em geral; imposição de tarifas aos países que impõe tarifas aos produtos norte-americanos.» Entretanto, Elon Musk e o seu Departamento de Eficiência Governamental, ou DOGE («Department Of Government Efficiency») «detectaram bastantes, demasiados, casos de gastos supéfluos e mesmo ilícitos, envolvendo não só programas mas também agências federais inteiras; destas a USAAID evidenciou-se por financiar no estrangeiro acções e actividades ideológicas invariavelmente preconizando objectivos LGBTQ e DEI. Porém, o desperdício é transversal em Washington, e as estimativas apontam para poupanças avaliadas em muitos biliões de dólares, podendo quiçá atingirem pelo menos um trilião.» Em Julho a independência foi celebrada com um vigor renovado porque até então já se verificara: «a aprovação da chamada “one big beautiful bill”, pacote legislativo que inclui importantes e significativas descidas de impostos, e que DJT assinou (promulgou) na Casa Branca; a descida para mínimos históricos da entrada de imigrantes ilegais; sólidos aumentos no número de empregos criados e na valorização bolsista, em simultâneo com uma descida constante dos preços dos combustíveis; em aliança e apoio a Israel, a força aérea dos EUA bombardeou instalações iranianas utilizadas para fabrico de armas nucleares; Washington mediou um acordo de paz entre o Congo e o Ruanda; todos os países da NATO aceitaram aumentar para 5% a percentagem dos seus orçamentos reservada à defesa.» Efectivamente, os êxitos na política externa foram tão notáveis como os na política interna. Sim, Donald Trump merecia, e merece, mais do que um Prémio Nobel da Paz, por cada conflito ou guerra internacional que ajudou a terminar nos últimos 12 meses: «Congo e Ruanda, Kosovo e Sérvia, Arménia e Azerbaijão, Índia e Paquistão, Cambodja e Tailândia, e, em especial, Israel com Irão e “Palestina” beneficiaram da competência e da insistência do Presidente dos Estados Unidos da América e da sua administração, em particular do Secretário de Estado (isto é, Ministro dos Negócios Estrangeiros) Marco Rubio.» E a captura a 3 de Janeiro último de Nicolás Maduro e da esposa, em Caracas, por elementos das forças especiais militares dos EUA, não contradiz, de forma alguma, aquele impecável palmarés pela paz; prender o ditador venezuelano, que é também um fugitivo da justiça norte-americana, representou uma autêntica e concreta aplicação do Direito Internacional. Enfim, quanto à controvérsia com a Gronelândia, um território que, antes de DJT, já Harry Truman queria adquirir, há a dizer o seguinte: é um anacronismo aberrante a existência, no segundo quartel do século XXI, de uma colónia europeia na América do Norte, e os povos nativos da «Terra Verde» ficariam muito melhores sob a tutela de Washington do que a de Copenhaga, a julgar pelos abusos de que foram alvo num passado recente. Além disso, haverá melhor maneira de festejar os 250 anos dos Estados Unidos da América do que quase duplicar a dimensão da nação?  
Contra todos estes factos... positivos por qualquer avaliação honesta, o que têm feito os democratas desde 20 de Janeiro de 2025, ou, mais correctamente, desde 20 de Janeiro de 2017, quando Donald Trump tomou posse para o seu primeiro mandato? Basicamente, posicionarem-se contra tudo o que ele preconiza, o que invariavelmente implica defenderem crimes e criminosos e praticamente todos os tipos de comportamentos e actos nefastos aos interesses do país e dos seus (legais) habitantes, e que incluem apelos aos militares para desobedecerem às ordens do comandante-em-chefe. Em resumo, «resistem». Porém, lamentavelmente embora não surpreendentemente, a «resistência» tem registado um crescendo de violência. Começou com múltiplas manifestações com cantorias e calão junto a vários edifícios governamentais na capital que não demoraram muito a «progredir» para actos criminosos e mesmo terroristas, de que se destacaram os ataques à Tesla como forma de retaliação política por o seu CEO apoiar Donald Trump. Recorde-se: em vários locais dos EUA houve concessionários, postos de carregamento e automóveis da marca que foram alvos de vandalismo, tiros e até fogo posto com engenhos explosivos; bastantes os incidentes em que condutores aos volantes daqueles veículos foram ameaçados nas ruas e nas estradas por desconhecidos e desvairados... democratas. Então estes, que clamam ser grandes defensores do ambiente, apela(ram)m ao boicote e/ou à destruição de carros eléctricos? Esta onda de histeria específica demonstrou a habitual hipocrisia dos «azuis», desta vez acrescida das suas tendências verdadeiramente fascistas. Exagero? Não se limitando à retórica agressiva e passando das palavras aos actos, sucederam-se neste último ano os casos de políticos «burros» - congressistas, governadores e autarcas – dispostos a entrarem em confrontos físicos com membros das forças federais que lidam com imigrantes ilegais (em especial os mais perigosos) junto aos edifícios em que os (muitos) «bad hombres» ficam detidos antes de serem deportados; mais grave, terroristas domésticos ligados à Antifa, autêntico «braço armado» do Partido Democrata, foram detectados e neutralizados aquando de tentativas de ataque a forças policiais. Os democratas têm não nos cidadãos nacionais mas sim nos bandidos (ladrões, traficantes, violadores, assassinos) estrangeiros o seu «público-alvo» principal, os seus «constituintes» prioritários, e não faltam declarações públicas para o comprovar - esta e esta são apenas duas delas.
Este é um «cenário» que se tem desenrolado com maior ou menor intensidade nos Estados que os «burros» controlam, como a Califórnia, o Illinois e Nova Iorque, e que, embora nem todos geograficamente contíguos, formam como que uma nova confederação secessionista, ou quase, desafiando a autoridade – não o autoritarismo – de um presidente republicano. A História repete-se? Mas é no Minnesota que, em crescendo nas últimas semanas, a situação se tornou mais grave. Onde estão o governador Tim Walz – sim, o candidato falhado a vice-presidente com Kamala Harris, em 2024 – e o mayor de Minneapolis Jacob Frey, ambos envolvidos – de certeza por incúria e incompetência, e talvez por cumplicidade – num enorme escândalo de fraude e de desvio de dinheiros públicos por imigrantes da Somália – comunidade de que emergiu, aliás, essa figura execrável que é Ilhan Omar – decidiram, provável e precisamente para desviarem a atenção desse escândalo, fomentar uma insurreição, declarar guerra ao governo federal e apelar à não cooperação com, e mesmo obstrução, (d)os agentes do Immigration and Customs Enforcement na sua tarefa de localizar e de deter imigrantes ilegais perigosos. Por causa disso uma mulher, que não era propriamente... boa, morreu, assim tornando realidade um desejo da vice-governadora. É importante lembrar que tanto Walz como Frey já ocupavam aqueles cargos em 2020 aquando dos motins resultantes da morte de George Floyd, pelo que se sabe que eles não se preocupa(ra)m com a destruição e o morticínio que abala(ra)m o território que administram (mal).
Em última instância, e ontem como hoje, o factor primordial... e prejudicial na política dos EUA é a malignidade do Partido Democrata, uma «organização criminosa» como correctamente a definiu o recentemente falecido, e já saudoso, Scott Adams. Dessa malignidade também foi vítima, pelo menos indirecta, Charlie Kirk, assassinado a 10 de Setembro de 2025, um dos principais obreiros da vitória em 5 de Novembro de 2024, e que se tornou símbolo e mártir de um conflito que, mais de século e meio depois, tarda em terminar. Nesse sentido, é indubitável que muito de positivo foi alcançado neste primeiro ano que hoje se assinala e se celebra; agora, há que assegurar que os próximos três sejam ainda melhores, e existem indicadores de que tal irá acontecer. 
(Adenda - Obviamente, eu não fui o único, na «blogosfera» portuguesa, a assinalar o primeiro aniversário da tomada de posse de Donald Trump para o seu segundo mandato. Pedro Correia também o fez, no Delito de Opinião, não uma mas sim duas vezes, uma em formato «curto» e outra em formato «longo». E em ambas, sem surpresa, a idiotice foi a característica dominante: mentiras, omissões, descontextualização, desonestidade intelectual, resultados inevitáveis de quando se acredita em órgãos tão «fiáveis» como The Guardian, The Hill, NBC, Time, Independent, BBC, CBS, Sky e Newsweek, entre outros; e, acima de tudo, um preconceito raivoso que impede quaisquer mínimos de isenção, objectividade e rigor, enfim, sintomas de TDS que, aliás, eu já identificara e denunciara anteriormente. PC, entretanto, certamente está preocupado com a descontinuação, este ano, dos blogs na plataforma Sapo, entre os quais o DdO; porém, na sua mente frágil a sensatez, a noção de vergonha e o sentido do ridículo já foram «descontinuados» há algum tempo.)    

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

E os lUSos nos USA?

Nos quase 17 anos do Obamatório foram muito poucas, raríssimas, as ocasiões – talvez duas, no máximo – em que mencionei portugueses que, por sua vez, haviam sido mencionados na comunicação social norte-americana por motivos de índole política. A primeira, em Maio de 2019, teve como protagonista o notório (em Portugal) caricaturista António Antunes, a propósito do seu rasco desenho, publicado no Expresso, com Benjamin Netanyahu como «cão» que conduzia um «cego» Donald Trump, divulgado no New York Times. A segunda, muito mais recente, em Setembro deste ano de 2025, teve como protagonista Marcelo Rebelo de Sousa, a propósito da suas risíveis declarações na «Universidade de Verão» do PSD e difundidas também do outro lado do Atlântico (e não só) designando o actual Presidente dos Estados Unidos da América como um «activo russo». 
Há, porém, outro português que, devido ao cargo cimeiro que desempenha numa importante entidade internacional, é referido regularmente nos media, não só dos EUA mas ainda de todo o Mundo: António Guterres. Neste espaço nunca abordei um episódio ou incidente concreto em que o actual (aliás, desde 2017) secretário-geral da Organização das Nações Unidas, ex-primeiro-ministro de Portugal e ex-secretário-geral do Partido Socialista estivesse envolvido, mas escrevi o seguinte em Junho de 2023: «Há que reconhecer que a actuação de Tedros Ghebreyesus e dos seus “camaradas” acabou por se revelar bastante consentânea com o que tem sido o panorama geral na ONU durante as últimas décadas, em que várias ditaduras – em especial as muçulmanas – conseguem ser eleitas para integrarem agências e comités (porque é “normal” ter o Irão a pontificar sobre direitos das mulheres), nessas campanhas aproveitando, com o maior descaramento, para aumentar ainda mais a pressão sobre Israel com sucessivas e revoltantes moções condenatórias. Tudo isto quando é secretário-geral um António Guterres cada vez mais ridículo, histérico e execrável, agora uma personificação não nacional mas internacional do “pântano”, expelindo intervenções públicas e oficiais que alternam entre o catastrofismo climático – e que, não se duvide, incitam os actos praticamente terroristas de “activistas” como o bloqueio de ruas e de estradas e o vandalismo de obras de arte – e o apelo constante ao alargamento da censura sob o pretexto do combate à “desinformação” e ao “discurso do ódio”, este tendo ou não “dois minutos” de duração.» Quantos são os portugueses que ainda não sabem que, em Outubro de 2024, Israel baniu AG do seu território em resultado da contumaz e desprezível conduta do «tuga» para com aquele país?
Já é suficientemente mau quando um(a) compatriota comenta, com ignorância e mesmo com estupidez, invariavelmente a «olhar para o burro» e a «inclinar» para a esquerda, as notícias alusivas à política e/ou à sociedade nos EUA, e disso já dei muitos (maus) exemplos, aqui, ao longo dos anos. No entanto, é pior quando, precisamente, se trata de um português a estar na, ou constituir a, (desagradável, infeliz) notícia. Neste âmbito, é difícil descer mais baixo do que Cláudio Valente, culpado não de um mas sim de dois dos crimes mais chocantes ocorridos este ano no outro lado do Atlântico: primeiro, o tiroteio na Universidade Brown, em Providence, no Estado de Rhode Island, a 13 de Dezembro, que causou dois mortos e nove feridos; segundo, o homicídio do também luso Nuno Loureiro, em Brookline, no Estado do Massachusetts, a 15 de Dezembro. Não é, de facto, a situação mais agradável saber e ver-ouvir-ler constantemente, regularmente, ao longo de um período considerável de tempo, e numa perspectiva tão negativa, um nome de um cidadão nacional em praticamente todos os principais (e ainda os secundários) órgãos de comunicação social norte-americanos (e ainda os de um pouco por todo o Mundo) – ABC, CBS, CNN, Fox News, NBC, NPR, New York Post, New York Times, Wall Street Journal, Washington Post, entre outros. Um pormenor quase omnipresente nestes relatos é a referência inevitável a Lisboa e ao Instituto Superior Técnico, onde tanto Loureiro como Valente estudaram e se terão conhecido. Entretanto, e infelizmente, outro português ganhou notoriedade por estar do lado errado da lei: menos de duas semanas depois – foi na véspera de Natal, 24 de Dezembro! – de Cláudio Valente ter assassinado e se suicidado, Tiago Martins, imigrante ilegal nos EUA desde 2008, foi atingido a tiro e detido em Baltimore, no Estado de Maryland, por agentes do Immigration and Customs Enforcement após ter tentado fugir e atropelar aqueles agentes; uma vez mais o nome de Portugal foi mencionado, mas não pelos melhores motivos.
O contraste não podia ser maior com outro compatriota que se distinguiu pelo que disse e/ou fez nos Estados Unidos da América neste ano de 2025 que agora termina: Cristiano Ronaldo, que a 18 de Novembro esteve em Washington para um jantar na Casa Branca por ocasião da visita oficial de Mohammad bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita. O jogador e capitão do Al Nassr teve ocasião de, finalmente, conhecer pessoalmente Donald Trump e de com ele conversar e posar para fotografias, algo que ele manifestara vontade de fazer numa entrevista dada ao jornalista britânico Piers Morgan e difundida a 7 de Novembro. Todavia, a verdadeira origem do encontro entre os dois ícones globais terá sido provavelmente a cimeira do G7 realizada em Junho no Canadá, em que António Costa, presente naquela por ser Presidente do Conselho Europeu, ofereceu a Trump uma camisa da selecção nacional com o nome e o número de CR7, por este autografada. Marcelo Rebelo de Sousa havia sido o anterior português a estar com DJT na Sala Oval, pelo que a honra dada ao futebolista foi de facto especial e mesmo extraordinária. Trata-se de algo de que todos os portugueses se orgulhariam, certo? Errado! Não faltaram as vozes críticas do madeirense, de que são exemplos: Pedro Henriques, alegado especialista em futebol da SIC que disse que «ser convidado de Trump não é motivo de orgulho para quase ninguém»; e Maria Castello Branco, suposta comentadora de política na CNN Portugal, que disse se envergonhar de «um símbolo nacional que se comporta como um cão de mão». As «cadelas» podem «ladrar», mas isso não é necessariamente um problema: importante é que a «caravana» do bom senso passe.

domingo, 14 de dezembro de 2025

Relatos da Nova Reconstrução (Parte 2)

«Tirania vinda de baixo – Como os juízes activistas desafiam o Supremo Tribunal», Frank DeVito; «Eis porque Trump não pode nunca, nunca, nunca, pedir a aprovação do Congresso para bombardear o Irão ou qualquer outro inimigo, porque o Congresso está cheio de espiões e de traidores», Wayne Allyn Root; «Então, CNN, onde está a “grande depressão” no mercado de acções sobre a qual vocês estavam a balir em Abril?», Joseph Vasquez; «A vitória na NATO de Trump – Melhores acordos comerciais, levantamento de tarifas e venda de armas à Europa», Antonio Graceffo; «Eisenhower e Reagan, tochas republicanas dos princípios que Trump carrega», Star Parker; «O homem na arena – Trump desafia os seus detractores», Laura Ingraham; «Democratas mentem e pessoas morrem», Stephen Kruiser; «Podemos ainda concordar nos valores cruciais da América? Uma nação dividida no Dia da Independência», Patrick Lencioni; «Pode Donald Trump fazer Hollywood grande outra vez?», Christian Toto; «A extensão do desperdício do vosso dinheiro feito pelo Departamento de Estado era verdadeiramente chocante», Robert Spencer; «Scheffler vs. DeGeneres – Como  os primeiros seis meses de Trump mudaram a maré cultural», Chase Jennings; «Como a economia de Trump continua a desafiar os “entendidos” e a chocar os “paniquentos”», Zach Jewell; «Um ano depois de Biden ter abandonado a sua campanha, o país e os media foram alterados significativamente», Brad Slager; «Trump assegurou vitórias maiores nos seus primeiros 200 dias... e a esquerda está em fuga», Matt Vespa; «Pode-se dizer que Obama é culpado», Greg Kelly; «A esquerda não vai gostar do que Trump acabou de fazer ao retrato de Obama», Matt Margolis; «Parem de tolerar as ideias tóxicas de radicais negros», Mark Hemingway; «Charlie Kirk não foi apenas assassinado, ele foi martirizado», Kylee Griswold; «Porque é que os media liberais não investigam a esquerda que festeja a violência?», Jeffrey Lord; «A mortificadora impotência pública dos democratas», Kurt Schlichter; «A América está em guerra, e não é civil», Rob Finnerty; «Defender a América dos não-americanos», Kristen Ziccarelli e Joshua Treviño; «Quando Charlie Kirk morreu, o Partido Democrata também. O que vem a seguir é mesmo pior», Scott Pinsker; «A epidemia de violência esquerdista da América continua», Guy Benson; «A tripla ameaça da esquerda à liberdade de expressão», Daniel McCarthy; «Os 10 democratas de topo que ajudaram a pôr um alvo nas costas dos agentes do ICE – um tão recentemente como na noite passada!», Patty McMurray; «Os democratas declararam “guerra”», Jesse Watters; «A “demonização” tornou-se a única ferramenta dos democratas», Greg Gutfeld; «O Presidente Trump tomou como alvos os inimigos autoritários da América e o futuro frágil das Nações Unidas», Erik Durneika; «A esquerda abandonou o debate racional e abraçou a violência política», John Daniel Davidson; «O incrivelmente encolhido Partido Democrata», Duane Patterson; «As políticas do encerramento, do Obamacare, crime e deportações», Larry Elder; «Os democratas e os media ajudaram criminosos a encomendarem ataques contra as forças da lei», Rob Schmitt; «A revolução normal na América», Ben Shapiro; «Trump, o “rei” que salvou a liberdade de expressão», Dan Schneider; «A presidência “auto-caneta” de Biden delineou um legado de falhanço e de encobrimentos», Miranda Devine; «A inundação de novas e espantosas provas de que J6 foi uma “fedurreição” não pode ser ignorada», Victoria Taft; «Como os conservadores podem reconquistar as mulheres negras», Ali Holcomb; «Os democratas são maléficos, não estúpidos», Derek Hunter; «Eles sabiam que Epstein era culpado de tráfico de raparigas menores, grudaram-se a ele mesmo assim... excepto Trump», Byron York; «Eles são um partido diabólico», Mark Levin; «A indignação selectiva do juiz James Boasberg», Jonathan Turley; «O que é que o Partido Republicano almeja mesmo?», Shawn Fleetwood; «O jogo perigoso de nulificação federal pelos democratas», Victor Davis Hanson; «O espectáculo de marionetas que mandou na América», David Manney; «Os jornalistas podem promover a “sedição” se ela for “resistência ao ICE”», Tim Graham; «Impugnem Ketanji Brown-Jackson», David Strom; «O Presidente Trump recorda ao Mundo que a fronteira está fechada a imigrantes ilegais», Larry Kudlow; «Se os democratas reganharem o poder digam adeus a direitos», Carl Higbie. 

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Sobre Zohran Mamdani, no Folha Nacional

No sítio na Internet do jornal Folha Nacional está, a partir de hoje, o meu artigo «De A(lá)a Z(ohran)». Um excerto: «Se no final da campanha eleitoral algumas dúvidas ainda subsistiam sobre o carácter totalitário das posições políticas de Zohram Mamdani e até da sua personalidade, elas sem dúvida que se desvaneceram depois de se ouvir o seu discurso de vitória. Afirmou que “iremos provar que não há qualquer problema demasiado grande para o governo resolver, e nenhuma preocupação demasiado pequena para ele com ela se preocupar”, algo com que qualquer utilizador da foice e do martelo certamente concorda, e que é o oposto da famosa definição de quais as palavras mais aterradoras da língua inglesa segundo Ronald Reagan: “sou do Governo e estou aqui para ajudar”.» (Também no Octanas.)

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Trump não merece um Prémio Nobel da Paz...

... Porque, na verdade, merece mais do que um. Vários, até. Um por cada conflito ou guerra internacional que ajudou a terminar, em especial neste ano de 2025, e a lista inclui tanto cessar-fogos em breves (embora graves) escaramuças recentes como acordos de paz compreensivos em disputas já com anos e mesmo décadas de duração. Congo e Ruanda, Kosovo e Sérvia, Arménia e Azerbeijão, Índia e Paquistão, Cambodja e Tailândia, e, em especial, Israel com Irão e «Palestina» beneficiaram da competência e da insistência do Presidente dos Estados Unidos da América e da sua administração, em particular do Secretário de Estado (isto é, Ministro dos Negócios Estrangeiros) Marco Rubio. Nunca nenhuma entidade ou individualidade fez tanto em tão pouco tempo em prol da paz entre nações e no Mundo. Seria, pois, à partida, e em princípio, absolutamente óbvio, totalmente incontornável, que Donald Trump, em seu nome mas também em representação da sua equipa, fosse distinguido este ano pelo Comité Nobel norueguês com o seu galardão máximo...
... Mas não foi isso que aconteceu. O prémio de 2025 foi atribuído não a DJT mas sim à venezuelana Maria Corina Machado, uma das líderes da oposição ao regime ditatorial de Nicolas Maduro. E uma das primeiras acções dela depois de saber que havia sido ela a escolhida foi agradecer a Donald Trump todo o apoio que ele e os EUA têm dado ao combate contra os herdeiros de Hugo Chávez, dedicando-lhe, ao mesmo tempo, o galardão! Em última análise, se era para dá-lo a outra pessoa que não o Nº 47 esta foi certamente uma das melhores alternativas. Porém, e como é evidente, o valor de Machado, apesar de estimável, é inferior ao do comandante-em-chefe norte-americano. E este não terá ficado muito surpreendido com a «nega» vinda de Oslo porque há muito tempo que se sabe o que é que aquela «casa» gasta. Tal como muitas outras na Europa, e não só, está «inclinada» à esquerda, e a história tem mostrado que ela não tem tendência para escolher nomes mais à direita no espectro político. Sim, norte-americanos, políticos norte-americanos, e alguns que ocuparam as mais altas posições, foram escolhidos e homenageados pelo comité norueguês, mas todos eram, são, de esquerda. Nomeadamente, Jimmy Carter em 2002, este com alguma justificação pois efectivamente fez contributos para a resolução de conflitos, em especial a mediação no acordo de paz entre o Egipto e Israel em 1979. Al Gore em 2007, pelo combate às inexistentes, falsas, «alterações climáticas antropogénicas». E Barack Obama em 2009, pelos seus (cito a declaração oficial de então) «esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre povos»...
... Apesar de, obviamente, o Sr. Hussein nenhuns reais esforços extraordinários ter desenvolvido, não só até 10 de Dezembro daquele ano, quando recebeu em Oslo o diploma e a medalha correspondentes ao prémio Nobel, mas também, e principalmente, até final de Janeiro do mesmo, data-limite para as nomeações e poucos dias depois de ter tomado posse. BHO foi distinguido, essencialmente, pela sua retórica grandiloquente e pelas esperanças e expectativas que suscitou, e que acabaram por se revelar infundadas. E é principalmente este «precedente» com o Nº 44 que acaba por constituir o principal argumento – e também facto – para anular todas e quaisquer desculpas para a não atribuição em 2025 do Nobel da Paz a Donald Trump. Supostamente, o prémio é dado por feitos acontecidos até, precisamente, ao final do primeiro mês do ano em que é entregue, pelo que, dizem alguns, todos os acordos de paz que DJT patrocinou durante os primeiros nove meses do seu segundo mandato não poderiam ser considerados na decisão anunciada em Outubro, «valendo» apenas, provavelmente, para 2026. Tretas! Os Prémios Nobel, não só o da Paz mas também todos os outros, incluindo, sim, o da Literatura, não são como os Óscares, os Tonys ou os Grammys, em que uma só obra, lançada e divulgada no ano anterior, é seleccionada; constituem reais prémios de carreira em que o que conta é o cumulativo das realizações, podendo, é certo, uma ou outra, mais notória, destacar-se. E Trump já havia sido nomeado pelos Acordos de Abraão assinados em 2020, no seu primeiro mandato, e que, na prática, expandiram o processo iniciado por Jimmy Carter 40 anos atrás, com a concretização de tréguas oficiais – que se espera(va)m duradouras – entre Israel, Emirados Árabes Unidos e Bahrain, acordos aos quais outras nações muçulmanas poderão aderir. Mais: os encontros de Donald Trump com Kim Jong Un, primeiro em Singapura em 2018 e depois no Vietnam em 2019, inéditos e surpreendentes considerando o histórico das (más) relações entre os EUA e a Coreia do Norte, seriam igualmente, se a sensatez sempre prevalecesse, motivos adicionais para sustentar a atribuição do prémio ao bilionário nova-iorquino.
É difícil de desmentir convincentemente que os noruegueses se cobriram de ridículo quando comunicaram a sua escolha a 10 de Outubro, dois dias depois de ter sido anunciado o acordo, mediado por Donald Trump e em consequência do seu plano, que estabelecia o cessar-fogo em Gaza e a libertação dos reféns israelitas ainda vivos, assim pondo-se fim a um conflito que durava há mais de dois anos, causara milhares de mortos e originara manifestações frequentes um pouco por todo o Mundo, além de recorrentes manipulações (des)informativas. No entanto, será que é uma honra assim tão grande ser-se distinguido por aquele país, que, convém recordar, é a pátria de Vidkun Quisling, o notório colaboracionista que comandou um governo-fantoche durante a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial? A 11 de Outubro último muitos dos seus «herdeiros» ideológicos protagonizaram «protestos» vergonhosos contra Israel e a sua selecção de futebol, dentro e fora do estádio, aquando do jogo com a congénere norueguesa no âmbito da qualificação para o Campeonato do Mundo de 2026. Na Escandinávia não é só a Suécia que está sob crescente pressão de muçulmanos radicais, ou seja, de neo-nazis. 

terça-feira, 14 de outubro de 2025

«Capitão» Kirk, entre as «estrelas»

Se ainda fosse vivo Charles James Kirk completaria hoje 32 anos de idade. Não é, pois, um feliz aniversário, nem todos os que se sucederão até onde a memória por ele se prolongar. Porque morreu demasiado cedo, assassinado, no passado dia 10 de Setembro, por um fanático, desalmado, um esquerdista, cobarde que se deixou influenciar e motivar pela reles retórica extremista, pelos incitamentos à violência de membros (políticos) e de apoiantes (figuras me(r)diáticas) do Partido Democrata...
... E que, infelizmente, teve sucesso naquilo em que outros, antes, fracassaram. Neste âmbito recordem-se apenas os casos, os atentados, mais graves da última década: em 2017 os disparos contra congressistas republicanos num campo de baseball, um dos quais, Steve Scalise, ficou gravemente ferido e quase morreu; em 2022 a tentativa de homicídio de Brett Kavanaugh, juiz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América nomeado por Donald Trump, tendo o potencial perpetrador sido detido antes de poder aproximar-se (demasiado) da potencial vítima; em 2024 as duas tentativas de homicídio de DT, em que a primeira falhou o alvo por meros milímetros (e o atirador foi morto), e a segunda falhou porque um elemento dos Serviços Secretos avistou alguém suspeito, que foi preso antes de poder premir o gatilho. Aliás, o cenário e a circunstância da morte de Charlie Kirk no campus da Universidade do Vale de Utah, em Orem, foram semelhantes aos do atentado contra Trump em Butler, na Pensilvânia: ambos falavam para milhares de pessoas num espaço aberto e ficaram na mira de indivíduos armados com espingardas que dispararam de telhados a cerca de 150 metros de distância.
Não faltaram, como seria de esperar e à semelhança de situações anteriores com as mesmas características, de manifestações de condolências pouco ou nada genuínas, sentidas, por parte de figuras do partido do «burro». Mais grave, e o que já não surpreende porque se sabe com que género de escumalha se está a lidar, os apelos a que se baixasse a «temperatura» ou o «volume» da linguagem «incendiária» rapidamente caíram em orelhas «moucas». Nos dias e nas semanas a seguir à morte de Charlie Kirk podia ouvir-se Rachel Maddow, Stacey Abrams, Maxwell Frost, Chris Murphy, Kamala Harris e Abigail Spanberger, e vários outros exemplos existem, a lançarem as habituais calúnias, a instigar o costumeiro ódio. Porém, o pior de tudo foram, e ainda são, as centenas ou, quiçá, as milhares de justificações e até celebrações do assassinato de Kirk, registadas e divulgadas nas redes sociais por celerados e degenerados de diversas proveniências e com diversificadas ocupações e profissões – alunos e professores, pilotos de aviões, «jornalistas», médicos e enfermeiros, militares, (pelo menos) um elemento do Serviço Secreto! A situação tornou-se tão alarmante que foi criado um sítio na Internet com o objectivo de recolher e de denunciar o maior número possível destes indivíduos desprezíveis. Bastantes deles queixaram-se entretanto de terem sido despedidos e/ou sido objectos de alguma forma de ostracismo social. Paciência, limitaram-se a «colher» aquilo que «semearam», e é um castigo merecido por acreditarem nas mentiras ridículas sobre a personalidade, as afirmações e as actividades de CK que foram sendo propagadas ao longo da última década. Em simultâneo, o homicídio e as reacções diabólicas que suscitou devem, espero, ter convencido definitivamente os republicanos de que têm de encarar os democratas como criaturas muito mais perigosas e preocupantes do que meramente desviantes ideológicos com agudas deficiências mentais.
A morte de Charlie Kirk afectou-me pessoalmente a um nível que eu não atingira talvez desde 11 de Setembro de 2001. Sim, o impacto, a comoção, que resultaram foram grandes a esse ponto, e também porque aquela ocorreu quando eu estava a ultimar o tradicional texto evocativo dos atentados da Al Qaeda contra os EUA no princípio do século. São comoventes os relatos dos últimos momentos dele, e perturbantes as aparentes premonições do que viria a acontecer. Mais: a minha primogénita nasceu quase exactamente um ano depois de CK, a 13 de Outubro de 1994, o que torna ainda mais – tristemente – evidente o quão novo ele morreu, o quanto ele deixou por fazer. Esta tragédia, fruto podre de um crime atroz, fez-me pensar: em John Kennedy, em especial porque o 35º Presidente, aquando do seu falecimento, também era pai de dois filhos muito pequenos, um menino e uma menina; em Martin Luther King, em especial porque o «Capitão» Kirk comandou igualmente um movimento cívico que congregou muitos milhares de pessoas e que modificou decisiva e profundamente a paisagem política do país. A Turning Point USA, organização que ele fundou em 2012, foi determinante para a eleição de Donald Trump em 2024 ao congregar e converter para as causas conservadoras números crescentes de jovens em escolas secundárias e universitárias...
... E também por isso se compreende e se justifica que, hoje, o Presidente tenha atribuído postumamente a Charlie Kirk a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta distinção civil dos EUA. Recebeu-a Erica Kirk, a viúva, que, ainda em luto, aceitou tomar o lugar do marido. Este está entre as maiores «estrelas» do «firmamento» cultural norte-americano, e, não duvido, o seu legado não cessará de se repercutir no futuro.  

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Sobre um «Outono Marcelista», no FN

No sítio na Internet do jornal Folha Nacional está, a partir de hoje, o meu artigo «Outono Marcelista (Parte 2)». Um excerto: «É isso que a atoarda de Marcelo representa, um disparate, uma calúnia, uma acusação sem qualquer fundamento, uma mentira. Mesmo que tal fosse verdade mandaria a mais básica prudência, a mais elementar... diplomacia, que se mantivesse o mais sensato silêncio. No entanto, e obviamente, não é esse o caso. Donald Trump enquanto “activo soviético, ou russo” é como que uma continuação de Donald Trump “em conluio com a Rússia, que o ajudou a ganhar a eleição de 2016”, a grande falsidade inicial fabricada pela campanha de Hillary Clinton e pela administração de Barack Obama para prejudicar o então candidato, e, depois, presidente. À qual se seguiram outras invenções e difamações soezes e ofensivas contra DT em particular e contra os militantes, apoiantes e votantes do Partido Republicano em geral». (Também no Octanas.)

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Os invasores transpuseram os portões

Em 2026, e no que respeita a efemérides importantes relativas aos Estados Unidos da América, não serão apenas assinalados os 250 anos da fundação do país, ou seja, o quarto de milénio da Declaração de Independência a 4 de Julho de 1776; haverá também certamente uma evocação muito especial a propósito dos 25 anos desde os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, um quarto de século que equivalerá exactamente a um décimo do tempo de vida da nação. Porém, há a forte possibilidade, e o grande risco, de daqui a 12 meses as cerimónias alusivas em Nova Iorque serem protagonizadas por um mayor muçulmano...
... E que, além de muçulmano, é comunista. Zohran Mamdani, por ter vencido, a 1 de Julho último, as «primárias» do Partido Democrata na «Grande Maçã», é por isso, e infelizmente, o principal candidato à vitória na eleição que se realizará no próximo dia 4 de Novembro. Terá como opositores, entre outros, o ex-governador do Estado de Nova Iorque Andrew Cuomo, derrotado nas «primárias», e o actual mayor, Eric Adams; ambos concorrem como independentes depois de terem sido rejeitados, de diferentes formas (Adams não foi a votos há dois meses), pelos eleitores esquerdistas, e cada vez mais extremistas, que constituem o segmento principal – ou mais activo – do PD em NI, e também em outras cidades dos EUA. É compreensível, e até inevitável, a pergunta: que estranha «doença» é esta que afecta e aflige números continuamente altos de residentes em áreas urbanas do país, e que os torna susceptíveis a apoiar candidatos e medidas que resultam em custo de vida (incluindo carga fiscal) crescente, em criminalidade (e insegurança) crescente(s), enfim, que resultam em que grandes cidades se transformem em cenários degradados, distópicos, em que o lixo, material e humano, se acumula. Mamdani, atendendo ao que tem preconizado ao longo dos anos em que vem desempenhando o cargo de conselheiro municipal, e apesar de recentemente estar a tentar atenuar, sem sucesso, as suas posições radicais, surge como uma corporização quase caricatural do «pior de dois Mundos»: anti-semita que apoiou (ou não condenou) o ataque do Hamas em 7 de Outubro de 2023, céptico (e séptico) em relação à propriedade privada, adepto da tomada (seizing) dos meios de produção e da gradual confiscação de riqueza preferencialmente em zonas «brancas» embora possam existir excepções, defensor de um policiamento e de um sistema penal ainda mais enfraquecidos, enfim, um menino rico e privilegiado sem qualquer experiência profissional efectiva, filho de um casal radical – o professor universitário Mahmood Mamdani e a cineasta Mira Nair, ambos com currículos não propriamente respeitáveis e recomendáveis. Actualmente todas as sondagens, mesmo que raramente fiáveis, dão-lhe uma vantagem considerável. A confirmar-se, o seu triunfo será pouco menos do que uma catástrofe; não é de todo necessário um grande esforço de imaginação e/ou de reflexão para prever o significado e as consequências de alguém como ele a «mandar» numa cidade que é não só, e praticamente, a capital mundial do capitalismo mas também aquela que tem a segunda maior população judaica no Mundo (a seguir a Tel Aviv, em Israel), e ainda a que foi alvo do maior, mais grave, atentado terrorista – perpetrado por muçulmanos – da história contemporânea.
A ascensão de alguém como Zohran Mamdani só é possível devido à acelerada degenerescência, tanto político-ideológica como mental e moral, do Partido Democrata, cuja permissividade e ausência de padrões éticos possibilitaram que vários «cavalos de Tróia» do mais agressivo, perverso «exército» mundial – o do islamismo radical, fanático e totalitário – transpusesse, quais bárbaros invasores que de facto são, os portões da «terra prometida» a Ocidente.  E que ninguém se deixe enganar pela aparência civilizada, cordata, de Mamdani, que terá, e talvez até já tenha, como «modelo», como referência, Sadiq Khan, o muçulmano que é mayor de Londres desde 2016. A capital britânica mudou muito, para pior, desde então, e é representativa do grau de submissão do Reino Unido, em simultâneo e actualmente, aos ditames dos seguidores de Alá e dos seguidores de Karl Marx, aliados «naturais» apesar de algumas incongruências. Porém, do outro lado do Atlântico não é de esperar que o mesmo aconteça: é improvável que o Partido Republicano se acobarde como o Partido Conservador, além de que a existência da Segunda Emenda é uma garantia de que os militantes de Mafoma nunca iriam muito longe se decidissem impor a sua lei de uma forma abrangente. O que não quer dizer que não tentem: a realização, entre 29 e 31 de Agosto últimos, de um evento ignóbil como a (segunda) Conferência dos Povos pela Palestina, na qual, o que não é surpreendente, Rashida Tlaib foi uma das «estrelas» no que se refere à violência retórica, confirma o quanto os patriotas americanos devem manter-se vigilantes; a dita conferência teve lugar em Detroit, no Michigan, e, mesmo ao lado, em Dearborn, o departamento de polícia local adoptou recentemente um novo símbolo com caracteres árabes, o que se compreende quando se sabe que o novo chefe da corporação se chama Ahmed Haidar. Entretanto, e em contraste, uma conferência de cristãos pró-Israel planeada para Junho último, no Texas, foi cancelada por causa de múltiplas ameaças de morte e de insuficientes garantias de segurança.
No entanto, e infelizmente, a violência pró-muçulmana e anti-semita nos Estados Unidos da América não é apenas retórica. Neste ano de 2025 dois crimes vieram demonstrar o quanto se tornou perigosa a propaganda – ou seja, as mentiras – contra Israel e os judeus. Um foi em Junho, em Washington, e as vítimas foram dois funcionários da Embaixada de Israel, abatidos a tiro, tendo o assassino, cidadão norte-americano, gritado «Free, free, Palestine!». O outro foi em Julho, em Boulder, no Colorado, onde um egípcio, imigrante ilegal, ateou fogo a doze judeus porque a jihad é para ele mais importante do que a família. Também não se deve esquecer o atentado em Nova Orleães na noite de passagem de ano, que causou 14 mortos, perpetrado por um muçulmano que frequentava uma mesquita cujo iman elogiou Adolf Hitler. Enfim, e num momento em que muitas pessoas (eu incluído) tentam recuperar do choque causado pelo assassinato, ontem, de Charlie Kirk, é inevitável perguntar se o homicida teria igualmente como motivo para o seu acto hediondo a admiração e o apoio que o fundador da Turning Point USA sempre prestou à pátria hebraica. Agora, além de 11 de Setembro, 10 de Setembro será também uma data a viver na infâmia.                   

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Me(r)diaticamente falando

Neste Mundo em que as incertezas e as inseguranças parecem aumentar e transfigurar-se constantemente, é sempre bom, reconfortante, saber que certas instituições e indivíduos continuam a ser exemplos, modelos, de perenidade, de estabilidade. Quando tudo em redor aparenta estar em mudança permanente é motivo de satisfação, e até de alegria, contar com alguém que se caracteriza pelo seu carácter (ou falta dele...) imutável. Alguém cuja hilariante previsibilidade já se tornou uma marca distintiva. E, neste âmbito, muito poucos conseguem igualar, e ainda menos superar, João Lopes...
... Que se tornou uma presença regular no Obamatório ao longo dos anos devido à sua inesgotável, quiçá inquebrável, capacidade para acreditar piamente em todas as patranhas, por mais absurdas que elas sejam, paridas pelos órgãos de comunicação social «de referência» - isto é, esquerdistas – sobre a politica nos Estados Unidos da América, em especial as que aludem a Donald Trump e ao Partido Republicano. A credulidade deste homem, e a sua disponibilidade para cair no ridículo, já mais do que justificam uma análise aprofundada por parte de especialistas em saúde mental. As suas deficiências de raciocínio provêm do envelhecimento, do embrutecimento, ou de ambos? Seria útil que uma conclusão definitiva fosse atingida e divulgada. Entretanto, enquanto isso não acontece, eis, devidamente comentados, os mais recentes surtos de parvoíce dele.
Um, João Lopes acredita que DJT está «contra a imprensa»... e, de facto, está mas não no sentido de a querer censurar; processar a ABC e a CBS, e vencê-las, por difamação e por interferência (isto é, auxiliar indevida e deslealmente opositores, um indivíduo ou instituição partidária), é uma acção legítima que também serve para lembrar que ser «jornalista» não é estar isento de responsabilidade, pessoal, profissional e mesmo penal. Dois, Lopes renova a sua admiração, há muito tempo conhecida, por Jon Stewart, a ele aludindo como um exemplo de «televisão que pensa», de quem quer «viver numa sociedade que não ceda aos ditames dos que nos querem instrumentalizar», de alguém que sabe «lidar com (...) a inquietante refundação da América comandada por Trump» (que mariquices!); o crítico de cinema muito provavelmente não viu até ao fim o episódio do «The Daily Show» que inseriu na sua «posta», em que o Sr. Leibowitz se põe a «cantar», repetidamente, acompanhado de um coro de gospel, «go fuck yourselves» contra a CBS por ter cancelado o programa de Stephen Colbert, no que constituiu sem dúvida uma demonstração de «elevado pensamento». Três, João Lopes, num apogeu de ignorância e de imbecilidade, qualifica Adam Schiff como uma «voz serena, incisiva, (...) pedagógica na abordagem (...) dos desvios e abusos de poder perpetrados pela administração de Donald Trump»... o que, claro, não corresponde à realidade de quem é, efectivamente, um dos actuais senadores da Califórnia – Adam «Shit» é uma alimária abjecta, um mentiroso compulsivo, culpado de repetidas fugas de informação classificada, censor dedicado, castigado pelo Congresso, e está sob investigação por fraude financeira.
Quatro, JL divulga «testeumhos (sic) tão concisos quanto perturbantes» de três supostos «especialistas em fascismo» que juram que o «fascismo está aqui (nos EUA), confiem em nós»... o que é verdade, embora tal se deva não ao Partido Republicano mas sim ao Democrata. Cinco, Lopes menciona o denominado «caso Epstein», e, relacionada com este, uma alegada «acumulação de factos comprometedores para a administração Trump»... tretas, pois é o GOP que quer, também neste âmbito, realmente apurar os factos, comprometedores, sim, mas para os «burros», entre os quais Bill e Hillary Clinton, os quais, tal como outros nomes sonantes à esquerda, já foram intimados para prestarem depoimentos no Congresso sobre os crimes sexuais cometidos pelo grande amigo de «Bubba», sendo que este, ao contrário de Trump, não é inocente neste caso; entretanto, e como que confirmando quem é que efectivamente quer ocultar informações, um juiz nomeado por Barack Obama recusou o requerimento da... administração Trump, através do Departamento de Justiça, para publicar as transcrições do depoimento de Ghislaine Maxwell perante um grande júri. Seis, JL realça uma recente aparição de Bob Woodward na MSNBC (que também é denominada, amiúde e mais correctamente, «MSDNC»), para conversar «de uma maneira exemplar» sobre quão «patético» Donald Trump supostamente é; evidentemente, a «patetice» está em o Presidente não ser de esquerda, não perfilhar os «dogmas» da esquerda, não fazer o que o Partido Democrata quer; não consta que Woodward tenha (des)qualificado Joe Biden de «patético», e ele era, e é, um pateta, e não apenas pela demência, também pela incompetência; e não consta igualmente que o «ícone» do Washington Post, «observador paciente e rigoroso da cena política noprte (sic) americana» se tenha pronunciado sobre escândalos maiores e mais graves do que Watergate, protagonizados pelas administrações Obama e Biden, como a invenção do «conluio com a Rússia» para prejudicar a presidência de DJT, a manipulação partidária da FEMA, o boicote bancário à família e ao grupo empresarial Trump, e, last but not least, o encobrimento (muito deficiente) da incapacidade do pai de Hunter Biden que pode tornar praticamente todas as decisões tomadas (possivelmente por outras pessoas) durante a sua «presidência» ilegítimas e inclusive nulas.
Quando se consome, me(r)diaticamente falando, pouco mais do que a MSNBC e o New York Times, a estupidificação crescente é uma consequência inevitável. E em Portugal os me(r)dia retiram tudo dos me(r)dia americanos esquerdistas; o que lá se fala, cá se repete; e o que lá não se fala, cá também não. Não é só João Lopes, no Sound + Vision e no Diário de Notícias, que está «contaminado»: a «infecção» é visível e audível diariamente na RTP, na SIC, na TVI-CNN Portugal, na CMTV-Now, tanto na «informação» como na opinião. O que explica ainda que a anedota ambulante chamada Ana Gomes, de olhos esbugalhados e de bocarra retorcida, acuse Donald Trump de ser um «predador pedófilo» sem de imediato ser, pelo apresentador de serviço, contraditada ou contestada; ela é uma aberração que, como outras, não destoaria num freak show de P. T. Barnum.

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Dias de independência

No próximo dia 20 de Julho cumprem-se seis meses do segundo mandato presidencial de Donald Trump. E todo este mês deveria ser, e de certo modo está a ser, aproveitado para celebrar a independência – e o poder – dos Estados Unidos da América, e não apenas o dia 4. O que, aliás, faz mais sentido e tem mais justificação do que dedicar todo um mês – o precedente, Junho – para celebrar o «orgulho gay». E há muitos motivos para isso, pois têm sido vários, e importantes, os sucessos, as realizações da actual administração nestas últimas semanas, tanto ao nível nacional como ao nível internacional.  Foram bastantes os comentadores - como, por exemplo, estes, umdois, três - que elaboraram listas que coincidem nos grandes feitos conseguidos, de que se destacam: a aprovação da chamada «one big beautiful bill», pacote legislativo que inclui importantes e significativas descidas de impostos, e que DJT assinou (promulgou) na Casa Branca; a descida para mínimos históricos da entrada de imigrantes ilegais; sólidos aumentos no número de empregos criados e na valorização bolsista, em simultâneo com uma descida constante dos preços dos combustíveis; em aliança e apoio a Israel, a força aérea dos EUA bombardeou instalações iranianas utilizadas para fabrico de armas nucleares; Washington mediou um acordo de paz entre o Congo e o Ruanda; todos os países da NATO aceitaram aumentar para 5% a percentagem dos seus orçamentos reservada à defesa.
Neste segundo mandato de Donald Trump, e ainda mais do que no primeiro, pode dizer-se que «os cães ladram e a caravana passa». A «caravana» que passa é a do verdadeiro progresso, em que os Estados Unidos da América melhoram os seus índices de segurança e de qualidade de vida, e não o «progresso» dos esquerdistas, dos democratas, que se baseia em tolerar ou até mesmo permitir, em tornar legal, tudo o tipo de crimes e de perversões. E, por isso, são muitos os «cães», e as «cadelas», que não só «ladram» muito e num tom cada vez mais desagradável, como até «mordem». Fora da Casa Banca, em minoria no Senado e na Casa, aos «azuis», raivosos, apenas resta fazerem «birras» cada vez mais embaraçosas – como os muito longos (cerca de 25 horas para um, quase nove para outro, respectivamente!) mas inúteis discursos de Cory Booker e de Hakeem Jeffries – no Congresso, e já nem podem contar com as acções de bloqueio (das decisões da administração Trump) dos seus camaradas juízes de círculo porque, também neste âmbito, o Supremo Tribunal dos EUA decidiu que nunca os magistrados de primeiro nível do ramo judicial têm autoridade e competência para suspender e/ou reverter as iniciativas do ramo executivo. Pelo que, uma vez mais, sobrou-lhes como (nem sempre) último recurso a violência: não se limitando agora à retórica agressiva e passando das palavras aos actos, têm-se sucedido os casos de políticos «burros» - congressistas, governadores e autarcas – dispostos a entrarem em confrontos físicos com membros das forças federais que lidam com imigrantes ilegais (em especial os mais perigosos) junto aos edifícios em que os «bad hombres» ficam detidos antes de serem deportados; muito mais grave, terroristas domésticos ligados à Antifa, autêntico «braço armado» do PD, já foram neutralizados aquando de tentativas de ataque a forças policiais. Os democratas têm não nos cidadãos nacionais mas sim nos bandidos (ladrões, traficantes, violadores, assassinos) estrangeiros o seu «público-alvo» preferencial...
... E, com o atrevimento, o descaramento, a sem-vergonhice que há muito tempo os caracteriza, ainda insinuam que os conservadores são traidores e que eles, sim, é que são patriotas. Pois, os burros são tão «patriotas» que nunca gostaram da bandeira norte-americana, da «stars and stripes», ao ponto de a queimarem em público, uma prática que se «popularizou» no país a partir dos anos 60, e que depois se expandiu para nações muçulmanas, em especial o Irão pós-1979 mas não só. E sempre preferiram outras, da confederada à arco-íris, passando pela negra dos Black Lives Matter. Pelo que não os incomoda, e até apreciam, que bandeiras mexicanas sejam desfraldadas durante os recentes motins em Los Angeles contra o ICE. Não é novidade que a malignidade dos democratas tem o seu apogeu mais antigo na Guerra Civil de 1861-1865, que eles iniciaram para defender a escravatura. Porém, é agora de ponderar se há que recuar esse inicial momento de traição aos EUA para a Guerra Mexicano-Americana de 1846-1848. 

quarta-feira, 18 de junho de 2025

Relatos da Nova Reconstrução

«Trump, agora, é presidente», John Mills; «Uma nova alvorada para a justiça americana», Paul Ingrassia; «Cinco embustes de propaganda que explodiram na cara dos media em 2024», John Loftus; «Três dos maiores desafios que Trump irá enfrentar ao tentar emendar os erros de Biden», Carol Roth; «Porque os media principais estão a começar 2025 nas suas últimas pernas», Megan Basham; «O fim da “era Obama” chegou oficialmente, com um profundo sentido de traição entre os votantes democratas», Julian Epstein; «Como os cómicos das noites televisivas encobriram o declínio de Biden», Christian Toto; «Uma história de dois 6 de Janeiro», Tim Rice; «Novo ano, novas vitórias», Laura Ingraham; «Ganhámos... e agora?», Andrew Klavan; «Sete destaques do discurso de inauguração de Trump – “A era dourada da América começa agora», Tristan Justice; «Uma nova era começa na América», Ben Shapiro; «Eis tudo o que Trump fez na sua primeira semana ao regressar», Mairead Elordi; «MAGA e o sonho de King», Star Parker; «O federalismo pró-vida de Trump e Vance», Daniel McCarthy; «Cinco razões para retirar o financiamento à comunicação social pública», Tim Graham; «A USAID é uma armadilha para os democratas», David Strom; «O longo jogo de propaganda no Ocidente pelo Islão radical acabou, por causa de Trump», Isik Abla; «O Presidente Trump veio para ajudar Los Angeles», Scott Jennings; «Trump está certo – Nada se pode fazer para deixar os democratas felizes», Kylee Griswold; «A presidência mais cristã da História», Frank Pavone; «O efeito Trump – Ganhando corações e mentes», Larry Elder; «A insurreição judicial é pior do que você pensa», John Daniel Davidson; «Como destruir o Partido Democrata em quatro fáceis passos», Scott Pinsker; «A publicidade mata a DEI – Uma solução de liberdade de expressão para empresas “acordadas”», John Stossel; «Os bibliotecários da América tornaram-se militantemente políticos, e agora sofrem as consequências», Mark Hemingway; «O “bicho-papão» de hoje é Elon Musk», Cal Thomas; «Os democratas odeiam Trump porque ele é um “libertador”», Mark Levin; «Aqui estão os maiores desvarios por celebridades perante os primeiros 100 dias de Trump no cargo», Amanda Harding; «Os democratas estão a fazer uma birra», Jesse Watters; «Os democratas fizeram alguma coisa em 100 dias?», Greg Gutfeld; «Aqui estão – As realizações e as promessas cumpridas da administração Trump nos seus primeiros 100 dias», Antonio Graceffo; «Como Trump e Rubio puseram a América primeiro em 100 dias», Kassy Akiva; «Eis o que a equipa de Trump quer conseguir nos próximos 100 dias», Mary Margaret Olohan; «Trump choca o Mundo, outra vez», Robert Spencer; «O partido que reza pelo colapso», David Manney; «Os democratas estão a cavar as suas sepulturas políticas», Larry Kudlow; «Não temos qualquer obrigação moral de perdoar ou esquecer as mentiras de Biden», Kurt Schlichter; «Os media ignoraram a saúde de Biden depois de gastarem anos obcecados com a de Trump», Shawn Fleetwood; «Marco Rubio declara guerra aos censores globais», Jonathan Turley; «Se os democratas tivessem a verdade do seu lado eles não precisariam de mentir todo o tempo», Derek Hunter; «A esquerda está a vender caos, a América não está a comprá-lo», Victor Davis Hanson; «A presidência normal de Donald Trump», Byron York; «A fantasia dos media liberais de um Trump autoritário», Jeffrey Lord; «A parada do 250º aniversário do exército foi uma celebração da América, ao contrário dos tresloucados protestos “não aos reis”», Miranda Devine; «A esquerda quer mesmo um rei, e nós temos os recibos», Matt Margolis.         

sábado, 17 de maio de 2025

Tontos «tugas» atingidos pelo «TDS»

Combater para diminuir – porque eliminar completamente não é, já o aceitei há algum tempo, possível – a desinformação, as mentiras e a propaganda que há muito tempo são expelidas contra o Partido Republicano dos Estados Unidos da América e, mais recentemente (desde 2015), sobre Donald Trump, é uma tarefa interminável mas também ingrata. E torna-se mais penosa quando entre os que espalham essas falsidades estão pessoas que conhecemos pessoalmente, e que estimamos.
Um desses exemplos é João-Afonso Machado, tal como eu militante monárquico em Portugal, tal como eu «bloguista» e escritor (editado), e que, aliás, e nessa qualidade, convidei para participar na antologia colectiva de contos de Ficção Científica e Fantasia «Mensageiros das Estrelas», lançada em 2012 e por mim co-organizada. JAF é também colaborador do blog Corta-Fitas, e no passado dia 3 de Maio publicou uma posta intitulada «Trampas», o que por si só indica desde logo o tom, o sentido e o conteúdo do texto, e neste o actual Presidente dos EUA é alvo de uma violenta invectiva por ter difundido uma imagem... «criativa» - isto é, que não é verdadeira mas sim gerada digitalmente – dele próprio com as vestes papais... o que, ironicamente, agora quase pode ser considerado uma premonição, porque apenas cinco dias depois, a 8 de Maio, foi escolhido e anunciado o substituto do argentino Joseph Bergoglio, que escolheu o nome de Francisco, enquanto Sumo Pontificie: o norte-americano Robert Prevost, que escolheu o nome de Leão XIV. E naquela posta deixei o seguinte comentário: «(...) No que respeita a matéria religiosa, impõe-se relembrar - ou revelar para quem não sabe, como provavelmente é o caso do meu caro João-Afonso Machado - que o suposto “devoto católico” Joe Biden, defensor do “casamento gay” e do aborto até à data de nascimento, promoveu uma ofensiva generalizada contra cristãos em que se destacou a classificação, pelo FBI, daqueles enquanto “extremistas” que deveriam ser vigiados nas suas igrejas, e ainda acusação, condenação e prisão de vários (pacíficos) activistas pró-vida, que Donald Trump perdoou e libertou pouco depois da sua tomada de posse. Afirmar, escrever, que o actual Presidente dos EUA tem “demência” (na verdade, o seu antecessor é que a tem), que pratica “heresias”, anunciou “loucuras e mentiras”, que sofre de “megalomania”, que é um “imbecil, ordinário, personagem reles”, um “anormal assassino” (mas quem é que ele “assassinou”? Ele, sim, é que foi quase assassinado...), é não só injusto mas também disparatado. Na verdade, ele tem, sempre teve, sentido de humor, este faz parte da sua “persona” pública há décadas, como é comprovado pelas suas presenças em vários filmes e séries de televisão dentro do género da comédia, como, por exemplo, “Home Alone 2”, “The Nanny”, “The Fresh Prince of Bel-Air” e “Saturday Night Live”. Já neste blog apelei a que se tenha calma, se respire fundo, se “conte até dez” antes de se escrever e publicar um texto depreciativo do Nº 47; que se tenha em consideração todo o contexto do assunto em causa, e ainda, muito importante, que se faça o contraste com os degenerados democratas, crónicos criminosos e apoiantes de criminosos, tanto nacionais como estrangeiros. Repito que não quero de todo que o Corta-Fitas tenha o mesmo triste destino do Delito de Opinião, que se transformou numa sarjeta do mais reles e ridículo “TDS”.»   
«TDS» significa, obviamente, «Trump Derangement Syndrome», e, não, não é um exagero afirmar-se que o Delito de Opinião actualmente – e metaforicamente – se assemelha a um escoadouro de repelentes resíduos anti-conservadores e até anti-americanos. Tal tendência não é de agora, note-se – na verdade, começou a verificar-se há cerca de três anos, e uma e outra vez senti-me na obrigação de a denunciar. Porém, agravou-se, e de que maneira, com a vitória de Donald Trump em Novembro passado e a sua (segunda) tomada de posse em Janeiro último. E foi também, curiosamente, no Corta-Fitas, mas previamente, em Março, que, com alguma surpresa, acabei por ter uma... confrontação, mais concretamente uma troca algo tensa e azeda de comentários, com um dos colaboradores do Delito de Opinião. Tudo começou com um texto de José Miguel Roque Martins a que o seu colega Henrique Pereira dos Santos respondeu, e a ambos respondi: «(...) É agradável haver mais alguém que não se deixa intimidar pelo ambiente de aparente histeria colectiva que se verifica em Portugal (mas não só) em relação à actuação da presente administração norte-americana, em especial perante a guerra na Ucrânia (mas não só)... E de que este texto de José Miguel Roque Martins, infelizmente, parece fazer parte. “Trump e Vance atacam de forma brutal Zelinsky”, “os argumentos ridículos, o tom usado, a ainda maior agressão de cancelamento, são obviamente mais que deploráveis”, “apenas mais um acto de agressão ordinário, cobarde, de macho alfa” - expressões, exclamações, típicas de uma auto-confessada “alma sensível”, que acredita que em diplomacia é a elegância que predomina, mas que evidentemente (aqui) não sabe do que fala. (...) Não quero de todo que ao C-F aconteça o que aconteceu a outro blog, que tem a, digamos, “criminalidade de pensamento” como designação, e do qual se diria que quase todos os seus “escribas” (e a maioria dos que lá comentam) enlouqueceram desde 20 de Janeiro último, acumulando “postas” agora praticamente diárias em que abundam as mentiras, os insultos e as teorias da conspiração, umas mais risíveis do que outras, sobre Donald Trump e a sua equipa governativa.»
Aconteceu que João Pedro Pimenta, um dos autores do Delito de Opinião, de algum modo descobriu este meu comentário e deu início a um «duelo» de textos comigo, com recurso frequente a expressões algo abrasivas. Praticamente todas as suas intervenções seguiram o mesmo pré-conceito: sim, Donald Trump, J. D. Vance, Elon Musk e todos os que acompanham o Nº 47 são muito maus, e eis «exemplos» disso. Pelo que tive de dar a JPP algumas noções do que é a verdade dos factos: «(...) Ao afirmar que a actual administração norte-americana, liderada por Donald Trump e J. D. Vance, é “um bando de mafiosos instalados no poder, aliados explícito(s) de Putin e inimigos da Europa” você cometeu a “proeza” de cuspir três enormes e ridículas mentiras numa curta frase; mostrou-se mais sucinto do que os seus comparsas no que se refere a debitar parvoíces, pelo que suponho que lhe devo dar os “parabéns”. Os meus argumentos, ao contrário dos seus e da maioria dos partilhados pelos “co-delituosos”, e ainda os de muitos outros iludidos pelos “me(r)dia” que por aí andam a papaguear propaganda, não consistem em bazófia não fundamentada: assentam em factos. (...)» O Pimenta ripostou com mais (três) mentiras, e fui forçado a administrar uma «desintoxicação» mais alongada, tanto que requereu uma continuação: «(...) Primeira: ninguém impediu a Associated Press de fazer perguntas. O que acontece(u) é que, sendo muitos os jornalistas, nem sempre há lugar para todos no Air Force One, na sala de imprensa da Casa Branca ou em outros espaços afectos à Presidência, pelo que alguma rotatividade tem de existir. A AP não merece quaisquer privilégios, não tem de ter prioridade, e não apenas por também se ter tornado num instrumento de “wokistas”. Segunda: Donald Trump não tentou provar que Barack Obama não é americano. Quem inicialmente lançou dúvidas sobre a nacionalidade do Sr. Hussein foi Hillary Clinton, nas primárias democratas para eleição presidencial de 2016; Trump, no seu estilo característico, recuperou as insinuações como forma de acicatar os opositores. E o próprio BHO ajudou à incerteza durante anos – há pelo menos uma (auto)biografia em que se afirma que ele nasceu no Quénia. Terceira, Donald Trump – e J. D. Vance, e Elon Musk – não são aliados de Vladimir Putin; esta é demasiado idiota, e é preciso ser-se, estar-se, desinformado e manipulado em último grau para acreditar numa patranha tão ridícula. Antes de mais, Musk assegura, com a Starlink, as comunicações essenciais, militares e não só, da Ucrânia. Quanto a Trump, se ele é um “aliado” de Putin e da Rússia é certamente o mais estranho de sempre. No primeiro mandato alertou os alemães contra a dependência energética de Moscovo e impôs sanções ao oleoduto Nordstream 2, que Joe Biden depois levantou; mandou mísseis e outro material bélico para Kiev, depois de Barack Obama pouco mais ter enviado do que cobertores; em 2018 autorizou que cerca de 200 mercenários russos na Síria fossem abatidos. Já Joe Biden, que recebera dinheiro, através do filho, de uma figura da “oligarquia” russa (e de ucranianos, e de chineses, e de...), afirmou que se a Rússia apenas fizesse uma “pequena incursão” tal não seria um grande problema, e Putin assentiu, lançando o que ele designou de “operação militar especial”. Entretanto, os europeus têm continuado a comprar petróleo aos russos, mesmo que por “portas travessas”, indirectamente, assim ajudando a financiar o esforço de guerra do Kremlin; eu diria que isso os torna, verdadeiramente, “putinistas”, e não os americanos.»
Rematei reiterando o meu espanto perante a degradação que tem caracterizado aquele espaço da blogosfera: «Para minha grande surpresa, e certamente haverá outros como eu, o Delito de Opinião tem vindo a radicalizar-se nos últimos meses. A linguagem de quase todos os seus ”escribas” assemelha-se à que os extremo-esquerdistas habitualmente usam (...). Pior, ela está a ser pontuada por uma inesperada, e reles, misoginia: hoje o seu camarada Paulo Sousa chamou a Tulsi Gabbard um “coiro trumpista”, e há poucos dias o seu “querido líder” P(edro) C(orreia) chamou a Alice Weidel – uma lésbica pró-Israel! – uma “besta neonazi”. A estupidez e a histeria podem efectivamente ser contagiosas, e eu recomendaria que começassem a procurar aconselhamento profissional adequado assim que possível.» A réplica final de João Pedro Pimenta mais não fez do que confirmar a minha recomendação, ao conter a alegação ridícula de que a líder da Alternativa para a Alemanha e o dono da Tesla são neo-nazis, sim, mas contemporâneos (!!), porque excluem o anti-semitismo. E a minha paciência esgotou-se: «(...) Quando se é um casmurro empedernido, que se recusa a aceitar os factos mais básicos e comprováveis (e que, não, não são “areia para os olhos”), é isto que acontece. Não vale a pena continuar a discutir com quem não tem honestidade intelectual, com quem se recusa a “perder” a qualquer custo, que não quer “dar parte de fraco", e que por isso não hesita em cair no absurdo... De que é também exemplo continuar a insistir, estupidamente, que “Trump, Vance e Musk são objectivamente aliados de Putin e inimigos da Europa”. Eles são, sim, tal como muitos outros, entre os quais eu, português e europeu, me incluo, inimigos de politiqueiros loucos que querem arrastar este continente e os seus países para uma espécie de suicídio colectivo, através da imigração ilegal em massa, da sabotagem energética e económica induzida pelo culto ambientalista fanático, da censura e da prisão de cidadãos comuns por expressarem as suas opiniões e até por rezarem – e foi contra isto que J. D., correcta e corajosamente, se insurgiu em Munique. E a posição dele só é reforçada pela contestação de conformistas e de cobardes.»       
Evidentemente, não é só no Delito de Opinião que o «Síndroma de Desarranjo por Trump» se manifesta em Portugal. O jornal Expresso, qual esgoto, é para tal outro canal fundamental, e nele se destaca Miguel Sousa Tavares, em acelerado apodrecimento mental. E pelo menos duas pessoas minhas amigas difundiram(-me) por WhatsApp uma conta no Twitter/X com a notícia falsa de que DJT teria dito ao presidente italiano Sergio Mattarella, aquando de uma visita deste a Washington em Outubro de 2019, que os EUA e a Itália eram aliados desde o tempo da Roma antiga. Não restam dúvidas: há gente que acredita mesmo em tudo.