segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Tenham calma, imbecis!

Há 20 anos, em 2000, Al Gore concedeu a eleição a (isto é, aceitou a derrota perante) George W. Bush; mas depois voltou atrás, «retirou» essa concessão e iniciou uma campanha jurídica alegando que a contagem na Flórida estava errada, e que, se após uma recontagem – que efectivamente foi feita – o triunfo lhe fosse atribuído, seria ele o novo presidente dos Estados Unidos da América. Porém, e após mais de um mês de disputas legais – que chegaram ao Supremo Tribunal, onde a decisão final foi tomada – e de análise dos boletins de voto, GWB foi confirmado como vencedor. No entanto, o então vice de Bill Clinton tinha o direito de ter dúvidas e de tentar esclarecê-las junto das instâncias adequadas, tinha o direito – e até o dever – de insistir até esgotar todas as opções possíveis.
Donald Trump, como candidato e como cidadão, não tem menos direitos do que Al Gore. Todavia, e ao contrário do que aconteceu há duas décadas, ele não concedeu; e desta vez os problemas, as alegadas irregularidades, não se restringem a um Estado mas sim a pelo menos seis (!); mais grave, não se trata agora de mera incompetência, desleixo, «amadorismo», como há 20 anos na Flórida, mas sim de autênticos crimes, que podem configurar o que seria a maior fraude, o maior «roubo» eleitoral da história dos EUA – e já houve vários no passado (e, obviamente, todos perpetrados por democratas). Há denúncias e provas registadas (testemunhos e documentos) relativamente a: mortos que aparentemente «votaram»; contagens interrompidas a meio da madrugada e que são retomadas quando chegam novos caixotes com boletins – em que todos, ou quase, são favoráveis a Joe Biden; impedimento de representantes do GOP assistirem à contagem, ou obrigados a estarem a uma distância tal que não permite um controlo efectivo; improbabilidades estatísticas; máquinas de leitura de votos que, devido a um «erro» no software, transferem votos de Trump e de vários outros candidatos republicanos para os seus opositores – só num condado do Michigan foram seis mil (!!), pelo que se pode especular sobre qual será o número total já que o mesmo sistema (cujo fabricante tem como accionistas diversos «burros») é utilizado em cerca de 30 Estados; número de votos que excede o número de eleitores, e falhas na identificação e autenticação daqueles; não residentes a votarem; a piorar tudo isto esteve o afluxo de (milhões de) boletins enviados por correio, prática que os democratas conseguiram aprovar este ano tendo aproveitando a pandemia como pretexto, e em relação aos quais não há a certeza de serem recebidos, preenchidos e devolvidos por aqueles que legalmente têm autorização para isso. Os casos mais graves são os do Michigan (em especial Detroit) e da Pensilvânia (em especial Filadélfia), mas há mais, parecendo confirmar a existência da «organização de fraude eleitoral mais extensiva e inclusiva da história da política americana», revelada por Biden.
Em consequência, eis um esclarecimento que se impõe: neste momento Joe Biden não é presidente-eleito; não são os me(r)dia que decidem uma eleição, que declaram um vencedor; tal só acontecerá se e quando Donald Trump aceitar a derrota, os Estados fecharem oficialmente as contagens e todas as acções em tribunal estiverem resolvidas. Um conselho, pois, a todos aqueles estúpidos, idiotas, imbecis que, agora, como desde há quatro anos, mais não fazem do que acreditar em, e repetir, todas as mentiras que ouvem e/ou lêem sobre o Nº 45: tenham calma! Parafraseando Mark Twain, as notícias da morte política de DJT são grandemente exageradas. Note-se que, em Agosto último, Hillary Clinton aconselhara Biden, porque «isto (a eleição) irá arrastar-se», a «não conceder sob quaisquer circunstâncias». O que impede Trump de seguir este conselho? E, já agora, a comportar-se, se perder, como a sua opositora em 2016 que de então para cá quase nunca perde uma oportunidade de dizer que a vitória lhe foi roubada e que o «mau homem laranja» é um comandante-em-chefe ilegítimo? Isto porque, recorde-se, teriam sido os russos a intervir e a «dar» a eleição àquele – uma invenção, na verdade, da campanha da antiga primeira-dama, senadora e secretária de Estado, que originou  a investigação de Robert Mueller e «companhia (muito) limitada», que deu em nada, mas que constituiu a primeira de três tentativas de golpe de Estado (profundo) para derrubar Donald Trump, sendo a segunda o processo de impugnação – com causa na inquirição justificada dele sobre a corrupção (real) da família Biden na Ucrânia (e não só) – e a terceira, em curso, com a fraude eleitoral massiva em cidades que os democratas controlam há décadas, apoiada antes, durante e depois do dia 3 de Novembro pela censura e pela discriminação exercidas pelas grandes empresas de comunicação social e de redes sociais. Depois de tudo isto os democratas esperam mesmo que os republicanos simplesmente desistam e se rendam, ainda por cima com bons resultados nas votações para o Congresso (Casa e Senado) que contrastam com a votação para a presidência? Não, não e não!
Enfim, é difícil não pensar que Barack Obama, apesar de aparentemente ter ficado contente com o desenlace (não definitivo) da eleição, está de facto, no fundo, muito irritado, furioso até, por Joe Biden… e Donald Trump terem tido muitos mais votos (vários milhões mais) do que ele! Arrogante, mentiroso e vaidoso como ele é, acaba por ser um merecido castigo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Vocação para o lixo

Não é novidade, e eu já aqui referi, uma e outra vez, que existe (também) em Portugal desde 2016 um «sub-género» editorial dedicado a publicar livros – principalmente estrangeiros, mas também (alguns) portugueses – sobre e, invariavelmente, contra Donald Trump em particular e o Partido Republicano em geral. Livros esses que, também invariavelmente, mais não são do que chorrilhos de mentiras, alarvidades e alegações com poucos ou nenhuns factos que os suportem. 
E por haver a possibilidade (que eu espero que não se concretize) de o Nº 45 continuar no seu cargo apenas por mais três meses se perder a eleição no próximo dia 3 de Novembro, de igual modo resta pouco tempo a editores sem escrúpulos e oportunistas para facturarem mais uns cobres enquanto o assunto é suficientemente relevante. Sem muita surpresa, foi o que também fez a Porto Editora – que, nunca é de mais recordar, é uma das entidades (entre públicas e privadas) com mais culpa na implementação em Portugal dessa abjecção ilegal, ridícula e prejudicial que é o «acordo ortográfico de 1990». Continuando a confirmar a sua vocação para o lixo, a PE lançou neste mês de Outubro – cerca de três meses depois da sua publicação original nos Estados Unidos da América – a tradução portuguesa do livro de Mary Trump, sobrinha de Donald Trump e filha de Frederic Trump Jr., irmão mais velho do presidente que faleceu em 1981 aos 42 anos devido a alcoolismo – algo que foi determinante para que DJT se tornasse abstémio. Só o subtítulo da obra (que não divulgo através de uma ligação porque a minha tolerância para com aldrabices não é ilimitada) seria, e é, suficiente, para que não mereça qualquer credibilidade por parte de qualquer pessoa minimamente sóbria, séria, mentalmente equilibrada e intelectualmente honesta: «Como a minha família criou o homem mais perigoso do Mundo» (!!!) Enfim, é assim tão surpreendente que uma lésbica ressabiada e invejosa e – como não podia deixar de ser – apoiante e votante do Partido Democrata não tenha hesitado em atacar a própria família, de caminho «arrastando pela lama» o nome e a memória do seu pai? Não, nem por isso.
Poder-se-ia perguntar à direcção da Porto Editora – e, porque não, também as de outras editoras portuguesas – se acaso considerou publicar livros de outro familiar de Donald Trump: o seu filho mais velho, Donald Trump Jr., que em 2019 e em 2020 lançou obras que constituíram igualmente grandes sucessos de vendas. «Arriscamos» afirmar que não, pois em nenhuma delas o seu autor critica o progenitor, muito pelo contrário.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

A ameaça continua presente

Hoje passam 19 anos… e em 2021, de hoje a 365 dias, assinalar-se-ão duas décadas. Mesmo assim, continua a parecer que foi ontem. Quanto mais não seja porque a ameaça islâmica fundamentalista e radical, terrorista, continua presente, mesmo que agora – aparentemente – apenas latente, apesar de parecer relegada para um segundo ou até terceiro plano por mais recentes e prementes ameaças e preocupações. Não nos deixemos, porém, enganar e/ou adormecer… 
… Quanto mais não seja porque, é fundamental não esquecer, a Jihad islâmica está na prática representada no Congresso dos EUA, mais concretamente por duas mulheres muçulmanas, eleitas em representação, como não podia deixar de ser, pelo Partido Democrata: Ilhan Omar e Rashida Tlaib. Relembre-se que a primeira descreveu os ataques de 11 de Setembro de 2001 como «algo que alguns fizeram», e a segunda não se preocupa em ocultar as suas ligações a «activistas palestinianos» radicais. Poder-se-ia talvez pensar, esperar, desejar, que a eleição de ambas em 2018 não seria mais do que uma «anormalidade», uma bizarria, um episódio ocasional e passageiro que não duraria mais do que os dois anos de um mandato de um representante. No entanto, tal não parece ser, infelizmente, o(s) caso(s): uma e outra venceram com alguma facilidade as primárias do PD nos seus círculos, e contra opositores «moderados» - se é que tal hoje verdadeiramente existe entre os «azuis» - e, no caso do de Omar, fortemente apoiado e financiado por  sectores judaicos. Será pois um exagero afirmar que os distritos que Omar e Tlaib representam – respectivamente do Minnesota e do Michigan – deveriam ser considerados áreas ocupadas pelo ISIS e alvos de um devido e correspondente «tratamento»? O certo é que eles estão entre as áreas onde se regista, nos EUA, o maior recrutamento para acções terroristas.
A tolerância e até a cumplicidade do Partido Democrata, e de toda a esquerda norte-americana, para com extremistas islâmicos e/ou anti-semitas também se verifica e se demonstra a outros níveis e em outras ocasiões. No final deste mês está previsto que Leila Khaled, uma supostamente «reformada» terrorista palestiniana, discurse na Universidade Estadual de São Francisco a convite de (quem diria?) professores de estudos árabes e muçulmanos. Em Agosto Linda Sarsour, a infame co-fundadora da «Marcha das Mulheres», apareceu durante a convenção «virtual» dos «burros», e a equipa de Joe Biden acabou por lhe pedir, privadamente, desculpa por, publicamente, (tentar) distanciar-se dela. Também no mês passado, a MSNBC entrevistou Yousef Munayyer, apologista do movimento BDS, que considerou um acto de traição por parte dos Emiratos Árabes Unidos o acordo de paz que estes celebraram com Israel, mediado por Donald Trump – e que valeu ao actual presidente uma (justa) nomeação para o Prémio Nobel da Paz deste ano. Compreensível e previsivelmente, não houve muito entusiasmo por esta notável e mesmo histórica acção diplomática entre vários dos «suspeitos do costume», nos quais se incluem: Rashida Tlaib; os que previram - mas enganaram-se - que a mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém só traria desgraças; e o dito «líder supremo» do Irão Ali Khamenei, que chamou a Jared Kushner, genro e conselheiro de Trump, e um dos principais responsáveis do acordo, um «imundo agente zionista» - note-se que o «ai-a-tola» disse isto no Twitter,  o que suscita mais uma vez a dúvida, e a pergunta, de porque é que a direcção daquela empresa, a começar por Jack Dorsey, não penaliza o ditador iraniano («repetente» em autêntico discurso de ódio) tal como penaliza amiúde conservadores norte-americanos por «delitos de opinião» insignificantes.
Enfim, e voltando a esta data que se espera, que se exige que seja solene, em homenagem a todos os que morreram, o pior que se pode fazer é desvalorizá-la, trivializá-la. Foi o que fizeram recente e precisamente, entre outros, o activista disfarçado de jornalista (um entre muitos) Jake Tapper, sub-pessoas irreversivelmente desprezíveis como Laurence Tribe e Jennifer Rubin, e ainda os aldrabões traiçoeiros do denominado Projecto Lincoln, estes não uma mas sim duas vezes, ao compararem o número de mortos que a pandemia causou ao número de mortos que os ataques de 11 de Setembro causaram… para acusarem Donald Trump, e, logo, equipará-lo a Osama Bin Laden. Todavia, nessa perspectiva Andrew Cuomo é mais merecedor dessa ignomínia, que não será atenuada por, aparentemente, ter contribuído para que o anual «Tributo em Luz» às vítimas não fosse cancelado. Que seja uma metáfora para uma desejável «saída do túnel» em que Nova Iorque continua a estar por causa de confinamentos e de criminalidade em crescendo.

domingo, 16 de agosto de 2020

Armados e virtuosos

Poder-se-á dizer que existe pelo menos uma «vantagem», um efeito benéfico, uma consequência positiva da onda de violência – que configurou como que um «Verão do Ódio» - que alastrou neste ano de 2020 a diversas grandes cidades norte-americanas, e não apenas a confirmação de que o Partido Democrata é uma organização criminosa, que pratica crimes e que protege e que incentiva criminosos, tanto nacionais como estrangeiros: é que todas as exigências de (mais) «gun control», de controlo de armas, perderam agora e definitivamente toda e qualquer legitimidade, justificação, credibilidade. Não que antes as tivessem. Mas quando se apela ao – e, em alguns casos, já se concretiza o – enfraquecimento das forças policiais, pela redução de salários e de financiamentos e/ou pela diminuição de equipas e de efectivos, torna-se absolutamente irrefutável que os cidadãos cumpridores da lei têm ainda mais motivos para comprarem armas para se protegerem se e quando necessário…
… E tantas foram as compras que no passado mês de Julho elas aumentaram 135% em relação ao que se verificou no mesmo mês de 2019 – aliás, muitos foram os que este ano compraram uma arma pela primeira vez. Nada de muito surpreendente considerando as sucessivas situações absurdas e perigosas que os democratas têm proporcionado um pouco por todo o país, nas cidades e nos Estados que têm a infelicidade de estar sob o seu (des)controlo. Quais? Enquanto soltam pres(idiári)os perigosos, condenados previamente por causa de crimes muito graves como homicídio e violação, alegando o vírus como justificação, e não detêm ou, quando o fazem, soltam imediamente sem fiança os terroristas domésticos que nas últimas semanas se têm dedicado ao fogo posto, à pilhagem e à «caça aos polícias», prendem, ou ameaçam prender, cidadãos que apenas querem reabrir as suas empresas e as suas lojas (bares e restaurantes, cabeleireiros, ginásios), celebrar missa em igrejas, os que não se distanciam o suficiente e/ou não usam máscara. E os que se «atrevem» a defender não só as suas propriedades mas até as próprias vidas contra facínoras que os ameaçam arriscam-se a serem processados por procuradores que, a bem da verdade, mais não são do que criminosos infiltrados – como o casal Mark e Patricia McCloskey, de St. Louis, perseguidos por uma (das muitas e muitos) fantoche(s) de George Soros chamada Kim Gardner.   
Continuando a falar em procuradores que mais não são do que criminosos infiltrados, nesse âmbito é difícil actualmente ser-se mais descarado e mais desavergonhado do que Letitia James, procuradora-geral de Nova Iorque, que decidiu, a 6 de Agosto último, instaurar um processo judicial contra a National Rifle Association indicando como motivo crimes financeiros alegadamente cometidos pelas chefias da associação… mas que também exige a dissolução daquela! É «óbvio» que «não» há qualquer intenção político-partidária – e de interferência na próxima eleição presidencial – por detrás desta manobra. Mas onde é que pensa ela que está? Talvez num país subdesenvolvido do terceiro mundo, por exemplo o Zimbabwe? Contra a escumalha que anda a aterrorizar a sua cidade e o seu Estado há meses ela, porém, não tomou qualquer acção.  Há que reconhecer, no entanto, que os democratas são consistentes: os seus «ódios de estimação» duram décadas e até século(s); não perdoam à NRA ter tido como uma das suas primeiras tarefas, logo após a sua fundação em 1875, armar e treinar negros, antigos escravos, contra os racistas democratas que (infelizmente) sobreviveram aos massacres durante a guerra civil e fundaram o Ku Klux Klan.  
Nos EUA a esquerda sempre secessionista e segregacionista não desiste de envidar esforços para esvaziar, inutilizar, a Segunda Emenda, mas esta está, felizmente, há muito e fortemente enraizada nas leis e nos costumes do país e, assim, tem sido capaz de resistir a todas as investidas ao longo dos anos, até mesmo as mais desesperadas. Todavia, o que dizer de outros países que não têm esta (boa) tradição mas que teriam muito a ganhar se as suas populações estivessem aptas a defenderem-se por si próprias? No Brasil Jair Bolsonaro é alguém que, também neste item, cumpriu enquanto presidente o que prometeu enquanto candidato. Contrariando as dúvidas e os medos de muitos, incluindo em Portugal, o actual chefe de Estado do país irmão assinou, a 15 de Janeiro de 2019, um decreto de flexibilização de porte de armas, e, um ano depois, os números parecem dar-lhe razão: o número de assassinatos ao nível nacional desceu 19%. Tal como Donald Trump, Bolsonaro tem sido alvo de incríveis, de inacreditáveis, e injustos, insultos, por parte de ignorantes e/ou de ideólogos insidiosos – isto é, mentirosos – que raramente ou nunca reservam a sua ira para autênticos ditadores. Acaso é um fascista alguém que afirma «eu quero que o povo se arme, quero uma garantia de que não vai ter um filho da p*t* a aparecer para impor uma ditadura aqui»? Afinal, quem é que anda a mentir de uma forma incontrolável, indecorosa e (quase) impune? Compare-se com o que habitualmente acontece relativamente ao tão (imerecidamente) idolatrado Barack Obama, que, curiosamente, esteve no Brasil em Maio do ano passado, e onde aproveitou para… faltar à verdade no que se refere à posse e ao uso de armas nos EUA; concretamente, afirmou que «qualquer pessoa pode comprar qualquer arma a qualquer altura, sem muita, se é que alguma, regulação… até metralhadoras!» Foi tão mau que nem o PolitiFact conseguiu disfarçar. Porquê a surpresa, contudo? Não faltam exemplos – e eu dei-os durante quase dez anos – do carácter duvidoso do Sr. Hussein. Recordo a sua vinda ao Porto em 2018 para perorar sobre a aldrabice do «aquecimento global»; mas, em 2019, comprou uma mansão junto ao mar por quase 12 milhões de dólares.       
Em Portugal seria bom que alguém como Jair Bolsonaro chegasse ao poder para que na área da (in)segurança pública – e em outras – fossem introduzidas verdadeiras e positivas mudanças. Enquanto tal não acontece, o morticínio de mulheres às mãos de ex-maridos e de ex-namorados ciumentos e enfurecidos prossegue, situação deplorável que denunciei em 2017 num outro blog, e para a qual sugeri uma solução que creio ser eficaz. Solução essa que se mostrou então algo controversa, o que aliás seria previsível, e que constatei em outras duas ocasiões (primeira, segunda) em que a suscitei. E, obviamente, o nosso país não é o único da Europa cujos cidadãos estão praticamente indefesos e à mercê de criminosos e até de terroristas. Ainda nos falta muito para atingirmos a capacidade e a experiência dos Estados Unidos. (Também no MILhafre.)

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Verão do Ódio

Dificilmente haverá actualmente melhor – ou, talvez mais correctamente, pior – personificação da incrível incompetência e irresponsabilidade democrata na «abordagem» aos problemas de segurança pública, em especial em áreas urbanas, do que Jenny Durkan, mayor de Seattle. Em Junho, depois de um conglomerado de bandidos anarquistas auto-denominados «anti-fascistas» ter decidido criar uma «zona autónoma» (denominada CHAZ e depois CHOP) no centro da maior cidade do Estado de Washington – à volta da qual, não sem alguma ironia, logo erigiram uma «muralha» - e perante críticas de Donald Trump, Durkan contrapôs que a iniciativa poderia ser equiparada a uma «festa de bairro» ou até mesmo a um (novo) «Verão do Amor»! Porém, em Julho ela decidiu terminar a ocupação ilegal, talvez não tanto pelos assassinatos, agressões, roubos e violações que entretanto, e previsivelmente, ocorreram mas sim mais pelo facto de um grupo de camaradas dos «ocupas» ter (decid)ido protestar em frente da sua casa!
Isto na Costa Oeste. Na Costa Este, o «campeonato» para o pior autarca do país tem como principal «candidato» e actual «detentor do troféu» Bill de Blasio, mayor de Nova Iorque, que, a pretexto da pandemia, continua a proibir médios e grandes ajuntamentos públicos, incluindo feiras, paradas e funerais e particularmente se protagonizados por judeus, mas abre uma excepção para todos os «protestos» promovidos pela organização racista, insurreccionista, marxista, comunista, para-terrorista denominada Black Lives Matter; aliás, mostrando o seu «agudo» sentido de oportunidade e de prioridade(s), BdB decidiu pintar (na verdade, «grafitar»), com a ajuda de mais alguns comparsas que incluíram o aldrabão Al Sharpton, aquelas três palavras no chão da rua em frente à Torre Trump… isto enquanto espera uma resposta positiva do governo federal – liderado… pelo Presidente – a um pedido de ajuda financeira no valor de quase oito biliões de dólares! Um caso de extrema estupidez, de profunda provocação, ou ambas? A julgar pela resposta (negativa) dada a uma solicitação semelhante do governador do Minnesota, Blasio bem que pode esperar sentado.
Entre Seattle e Nova Iorque está Minneapolis, esta o «ground zero», o ponto de partida, o local onde «detonou» a onda nacional de violência deste ano; e estas três cidades têm ainda em comum o facto de os respectivos conselhos municipais terem decidido cortar, parcialmente ou mesmo totalmente, verbas para os seus departamentos de polícia… e isto em «resposta» a dias e dias de motins, arrombamentos, pilhagens e fogos-postos a lojas (muitas delas com proprietários afro-americanos!), agressões contra civis e polícias, várias delas resultando em assassinatos; e enfim, como remate, como «cereja» (amarga) em cima do «bolo» (estragado), o surto de ataques a monumentos, derrubes de estátuas – não só de figuras da Confederação (democratas!) mas também de fundadores como George Washington e Thomas Jefferson e ainda ícones da União como Abraham Lincoln e Ulysses S. Grant – e vandalização em geral de infra-estruturas públicas, o que levou Ted Cruz a chamar justificadamente de «talibãs americanos» aos energúmenos, que evocam igualmente os «guardas vermelhos» maoístas da revolução cultural chinesa, obcecados em humilharem e «reeducarem» oponentes - de qualquer forma, tem sido um «worst of» de tendências totalitárias. Naquelas três cidades, tal como em Portland, St. Louis, Chicago, Atlanta e Washington, e outras, gritou-se – e destruiu-se – em protesto contra um alegado «racismo sistémico»… mas em todas estas urbes o poder político é detido pelos democratas há dezenas de anos! E, como não poderia deixar de ser, a «lamestream media» fez e faz tudo o que lhe é possível para negar ou, pelo menos, tentar atenuar os efeitos da irresponsabilidade criminosa dos «burros», chegando ao ponto de afirmar que as manifestações são, ou foram, «maioritariamente pacíficas»… enquanto se vêem imagens de edíficios em chamas! A desinformação, a propaganda e a mentira são de tal dimensão e tão insidiosas que até pessoas cultas, sensatas, habitualmente atentas ao Mundo que as rodeia, podem ser vítimas delas. Seguem-se dois exemplos recentes... e portugueses.
O primeiro é Maria do Rosário Pedreira, que, em texto intitulado «Pelas próprias mãos» e publicado no seu blog Horas Extraordinárias a 12 de Junho último, afirma que «os linchamentos de negros repetem-se todos os anos nos EUA.» Comentei e esclareci: na verdade, naquele país são mais os brancos que são mortos por negros (quer criminosos, quer polícias) do que o inverso, e são muitos mais os negros que são mortos por outros negros; o que aconteceu a George Floyd (um afro-americano desarmado ser morto por acção, por abuso de força, de um polícia) representa algo que é actualmente extremamente raro nos EUA, e de momento nada há que comprove que tal resultou de racismo – Derek Chauvin, o acusado, esteve também envolvido em incidentes com caucasianos; porém, e infelizmente, não faltam os demagogos, oportunistas, parasitas das tensões raciais (reais ou imaginárias) – todos esquerdistas, democratas – prontos a intrometerem-se e a aproveitarem-se destas situações para atingirem os seus fins políticos, mesmo que isso implique incentivar ou justificar roubo e destruição; uma das vítimas mortais da onda de violência que se seguiu foi David Dorn, também afro-americano, polícia reformado, atingido a tiro por ladrões quando tentava proteger a loja de um amigo; merecia uma onda de solidariedade pelo menos tão grande como a de Floyd – que, note-se, tinha um longo cadastro criminal.
O segundo é Renato Epifânio, que, em texto intitulado «O racismo – Dos EUA a Portugal» publicado no jornal O Diabo a 10 de Julho último, e reproduzido no blog MILhafre, faz várias afirmações que não são correctas. Comentei e esclareci… «”Supremacismo branco”, de novo tão expansivo nos EUA»; não é verdade, não há qualquer expansão de «supremacismo branco»; o que acontece é que os demagogos e atiçadores do conflito racial – todos do Partido Democrata, que, nunca é de esquecer, foi e é o partido da escravatura e da segregação – caracterizam invariavelmente qualquer conflito em que um branco (polícia e não só) atinge um negro como sendo de índole racista; além de que, actualmente nos EUA, são muitos mais os brancos vítimas de ataques de negros. «Algo, decerto, impossível de acontecer entre a direita “mais radical” norte-americana»; o (de direita) Partido Republicano foi formado a partir da união de abolicionistas radicais, e pouco depois de eleger o seu primeiro presidente – Abraham Lincoln – viu-se forçado a combater uma guerra civil contra os democratas secessionistas e esclavagistas; os primeiros afro-americanos a serem eleitos para o Congresso fizeram-no através do PR; não faltam negros que são admirados e homenageados pela direita norte-americana… que, infeliz mas inevitavelmente, são insultados como sendo «Tios Tomás» pelos opositores, em risíveis exercícios de projecção. «Histórica e culturalmente, os EUA construiram-se na discriminação racial»; não, construiram-se no combate ao conflito racial incentivado pelos democratas, tanto antes, em que oprimiram cruelmente a população negra, como agora, em que preconizam a «culpabilidade» (latente ou declarada) de todos os brancos, incluindo crianças, apenas por o serem. «(O povo norte-americano) em grande medida ainda é (racista)»; aqui a questão está em saber quanto «medem» (quantos são) os democratas, porque eles é que são racistas.  
Este «Verão do Ódio», esta vaga de loucura possibilitada, incentivada, apoiada e desculpabilizada pelo Partido Democrata, das bases até ao topo personificado pelo seu candidato presidencial Joe Biden, eclodiu agora mas já vinha sendo «preparada» desde há muito tempo; é o resultado, principalmente, de décadas de doutrinação esquerdista-marxista-radical em dezenas de universidades, de uma campanha paralela anti-patriótica na comunicação e na cultura, e, mais recente e inquietante, de um movimento de intimidação de empresas em vários sectores de actividade, «obrigadas» a prestarem «tributo» a «progressistas» não só em palavras mas também em dinheiro. E teve como «pré-avisos» os motins que se registaram crescentemente, nos últimos cinco anos, contra a presença e a intervenção nos campus de conservadores como Ben Shapiro, e ainda os que se verificaram a seguir ao triunfo de Donald Trump em Novembro de 2016 e aquando da sua tomada de posse em Janeiro de 2017. Pensarão os «azuis» que tão deplorável comportamento convencerá os eleitores moderados e independentes a dar-lhes a vitória este ano? Tão vis e corruptos são eles que, provavelmente, acreditam nisso. Vileza e corrupção duplamente corporizada por Ilhan Omar, jovem muçulmana anti-semita que mostra ter saudades da sua Somália natal ao exigir o desmantelamento do sistema politico e económico dos EUA... que lhe permitiu obter o sucesso que tem, e por Nancy Pelosi, velha, caquéctica falsa católica que tanto se lhe dá que derrubem estátuas, sejam elas quais forem. O que diria o seu pai, Thomas d’Alessandro, que, enquanto mayor de Baltimore, inaugurou uma dedicada a Robert E. Lee?
Ao longo dos anos e por várias vezes escrevi aqui que, por incentivar a prática de crimes, a protecção de criminosos e, em simultâneo, a insegurança de todo e qualquer cidadão cumpridor da lei, o Partido Democrata – como o demonstra sucessivamente as afirmações e as (in)acções dos seus principais dirigentes – é indubitavelmente a maior e a mais antiga organização criminosa do EUA, e quiçá do Mundo. Os seus comportamentos desde que Donald Trump venceu em 2016 e, especialmente, este ano, mais não fazem do que reforçar a certeza desta ilacção. E porque talvez não exista um maior, mais grave crime do que a sedição, a traição, a secessão, a (indução de uma) guerra civil, eles, tal como em 1861, parecem querer repetir o passado. No entanto, (muitos d)os republicanos parecem ter esquecido – ou não ter sequer aprendido – as lições da História e, ingenuamente, continuam a considerar os democratas apenas como «amigos» do outro lado do espectro político, como meros adversários, simples rivais, e não como os inimigos desonrados e desleais que efectivamente são. E contra inimigos que (n)os querem neutralizar e mesmo eliminar só pode haver, se a rendição não for uma opção, uma atitude adequada, uma reacção racional. Quem rejeita a conversa e prefere o confronto tem de sentir (muita) dor para parar de a inflingir a outros.   

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Rever em alta (Parte 3)

«É um feliz “impugnatal” certamente, mas para o Presidente Trump, não para os iludidos democratas, parvas celebridades liberais e os chocantemente preconceituosos media, que não percebem que isto fará com que ele seja reeleito», Piers Morgan; «Democratas impugnaram Trump e ajudaram-no nas sondagens», Tucker Carlson; «Apoiar o Presidente é a escolha moral», Yaakov Menken; «Como Trump está a encher o liberal Nono Circuito com conservadores», Susannah Luthi; «Trump acabou de mostrar que os EUA controlam o seu próprio destino político», Michael Knowles; «Trump esteve certo em ordenar a morte do general iraniano Soleimani, que fará com que os americanos fiquem mais seguros», Christian Whiton; «Ao ordenar a morte de Soleimani, Trump actuou correcta, decisiva e constitucionalmente», Gregg Jarrett; «Obama vs. Trump – A dualidade de critérios dos media para com terroristas», Jeffrey Lord; «A política de Trump para o Irão não é o problema, a de Obama é que era», Ben Shapiro; «Trump forçou o Irão a pestanejar, o que não é um pequeno feito e nos torna a todos mais seguros», Fred Fleitz; «A liderança decisiva de Trump teria salvo a minha equipa em Benghazi», Mark Geist; «A filosofia “paz através da força” de Trump para o Irão é o que a América necessita», Michael Goodwin; «Sobre o Irão, Trump mostra a Obama o verdadeiro “lado certo da História”», Josh Hammer; «O acordo comercial com a China e 22 outras ocasiões em que Trump fez os “especialistas” passarem por parvos», John Nolte; «Trump previu-o – As televisões ignoraram a “grande vitória” que é o acordo comercial com o Canadá e o México», Nicholas Fondacaro; «A impugnação é uma piada e mostra a diferença entre os resultados de Trump e as manobras dos democratas», Steve Hilton; «Trump triunfa no Fórum Económico Mundial enquanto os democratas prosseguem numa impugnação infundada», Newt Gingrich; «O Presidente mais pró-vida da História», Russ Vought; «Trump será o primeiro presidente a participar na Marcha pela Vida – Eis porque isso é importante», Matt Walsh; «A confiança é o segredo para as vitórias de Trump», Jim DeMint; «Trump actua como um político – Isso não é uma ofensa impugnável», Josh Blackman; «O Presidente Trump venceu hoje», Jesse Waters; «A visão de Donald Trump para o Médio Oriente», Shoshana Bryen; «Trump ganhou grandemente, que é mesmo o que os Fundadores teriam querido», Joseph Curl; «A economia salvou Trump da impugnação», Rick Newman; «Trump tem o vento pelas costas e os democratas estão desbaratados», Cal Thomas; «A melhor semana de sempre», Laura Ingraham; «Compreendendo porque os conservadores religiosos votariam em Trump», Andrew T. Walker; «Depois de assistir a um comício de Trump, apercebi-me de que os democratas não estão prontos para 2020», Karlyn Borysenko; «Falhanço da impugnação – A campanha de Trump está a destruir recordes de angariação de fundos», Hank Berrien; «O maior legado de Trump é arriscar a reeleição para expor a corrupta China», Liz Peek; «Eu não votei em Trump em 2016 – Eis porque eu espero que ele consiga mais quatro anos», Nathanael Blake; «Apesar de um recorde em discriminação pelos media, Trump é mais popular do que Obama no mesmo ponto da presidência», Matt Palumbo; «Sobre o coronavírus, Trump esteve certo em pôr Pence a cargo da resposta», Joseph Lieberman e Tom Ridge; «As críticas à resposta de Trump ao coronavírus são doentias», Miranda Devine; «A resposta de Trump ao coronavírus não é o trabalho de um ditador», Rich Lowry; «Trump, o unificador?», Victor Davis Hanson; «Existe uma vacina contra o “Síndroma de Destrambelhamento por Trump”?», Andrew Klavan; «Trump aceita o federalismo suscitado pelo Covid-19, algo que é opaco para a esquerda e para os media», James McCoy e Loyd Pettegrew; «A resposta de Trump à crise do coronavírus mostra à América o que é a verdadeira liderança», Lara Trump; «Continue a esmurrar, Senhor Presidente», Craig Shirley; «O argumento vindo de Hollywwod de que “Trump é Hitler” é agora ainda mais patético», Christian Toto; «A América está em guerra e Trump é o líder de que necessitamos», Jeanine Pirro; «Nas políticas do coronavírus Trump lidera enquanto os oponentes continuam a atacar», Deneen Borelli; «7 coisas que Biden exigiu para combater o coronavírus que Trump já havia feito», Ryan Saavedra; «Pandemia de Destrambelhamento por Trump», David Horowitz; «A dualidade de critérios para Trump e Cuomo», Katie Pavlich; «Trump reescreve o “livro” sobre emergências», Christopher DeMuth; «Os media mais uma vez estão obcecados com as palavras de Trump enquanto ignoram os seus actos», Charles Hurt; «Porque o plano de Trump para suspender temporariamente a imigração faz sentido», John Daniel Davidson; «Trump está a arrasar Biden em entusiasmo dos votantes», Tim Pearce; «Apoiantes de Trump, não tenham medo dessas sondagens desencorajadoras», David Limbaugh; «Trump contra os media durante a pandemia do Covid-19», Greg Gutfeld; «As oito piores histórias de “notícias falsas” dos anos Trump», Rich Noyes; «Biden esconde-se das perguntas suaves dos media, Trump aceita perguntas duras pelos “tubarões” dos media liberais», Tim Graham; «Pandemia Covid-19 – Examinando os primeiros “avisos” que Trump alegadamente “ignorou”», Jeffrey Cawood; «CNN enterra os resultados da sua própria sondagem sobre a favorabilidade de Trump – Adivinhe porquê», Kyle Smith; «”América primeiro!” Trump dizima Dr. Tedros, a OMS e a China em carta brutal detalhando todos os seus falhanços», Sam Janney; «Mais uma vez, os democratas são apanhados na “armadilha Trump”», John F. Harris; «O Presidente está certo em lutar contra a censura nas redes sociais», Brent Bozell; «A preocupação de Trump com o envio de boletins de voto pelo correio é completamente legítima», Marc Thiessen; «Donald Trump está a defender a Primeira Emenda, Joe Biden está a atacá-la», Joel B. Pollak; «Se os autarcas e os governadores liberais recusarem restaurar a lei e a ordem, o Presidente Trump fá-lo-á», Sean Hannity; «Dias tempestuosos para o Presidente e para a República», Conrad Black; «A corrida presidencial contrasta o sucesso de Trump e o falhanço crónico de Biden», Brad Parscale; «Trump é uma ameaça à Constituição? A sério, General Mattis?», David P. Goldman; «Uma semana depois de condenarem a “foto-op” de Trump na igreja, os media elogiam o ajoelhar de Pelosi», Tristan Justice; «Na primária da Geórgia Trump recebeu mais 140 mil votos do que Biden», Eddy Rodriguez; «Espantoso! Trump conseguiu que democratas defendessem uma maralha criminosa e anarquista», Larry O'Connor; «Não, Trump não radicalizou a esquerda», Julie Kelly; «A administração Trump enfrenta os comunistas chineses», Rebeccah Heinrichs; «Sinais de uma rápida recuperação económica… e de esperança para Trump», Charles Gasparino; «Esta birra esquerdista é uma operação de informação e Trump está a ganhá-la», Kurt Schlichter; «MAGA para todos», Kimberley A. Strassel; «As sondagens estão a ficar piores para Trump, o que provavelmente significa que ele vencerá de forma esmagadora», Stephen Kruiser; «Trump estava certo em 2017 quando disse que os destruidores de estátuas não iriam parar com as figuras da confederação», Mollie Hemingway; «Onze formas pelas quais a ordem executiva emitida por Trump a 22 de Junho ajuda os americanos e atrapalha as empresas da Fortune 500», Neil Munro; «Como Trump pode instrumentalizar a decisão sobre o DACA e cortar impostos», John Yoo; «As vitórias de Trump na imigração – Apesar da oposição, eis como ele produziu reais resultados», James Jay Carafano.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Comandando nos comentários (Parte 3)

Porque desde a minha anterior «actualização» anual, em 2019 (e, aliás, desde sempre), não se verificou qualquer alteração na minha (frustrante) situação de não presença em órgãos de comunicação social portugueses para comentar especificamente assuntos relacionados com a política nos Estados Unidos da América, a minha actuação nesse âmbito continua limitada aos blogs. Assim, e nos últimos quinze meses…
… Deixei os meus «pareceres» em: Zap Aeiou (um, dois); Delito de Opinião; Horas Extraordinárias (um, dois); Corta-Fitas (um, dois); Intergalactic Robot; Actualidade Religiosa; O Insurgente (um, dois); Máquina Política (um, dois, três); Malomil (um, dois); 31 da Armada. Sobre temas que incluiram: correcção de informações erradas sobre nomes, idades e funções de políticos; de como Hollywood está mais disponível para atacar republicanos do que democratas; livros que são «pesadelos» por preverem acontecimentos que não se concretizam; uma bibliotecária luso-americana dada à censura e à discriminação que é elogiada por uma editora deste lado do Atlântico; a continuada, persistente, ausência de comentadores e comentários alternativos sobre os EUA nos órgãos de comunicação social (ou de propaganda?) nacionais; a ridícula ignorância e credulidade de muitos dos que opinam sobre os EUA, acreditando em todas as mentiras, ou quase, que vão num certo sentido; esclarecendo um período fulcral na história norte-americana, e quem era então o presidente do país; desmontando, mais uma vez, as muitas mentiras que se dizem e escrevem sobre Donald Trump; em que campo político se situam efectivamente os «anti-vacinas»; quem são os verdadeiros, principais culpados pela actual pandemia (uma «dica»… não é DT); peripécias nas «primárias» do Partido Democrata, disputadas no final por dois idosos doentes; pervertidos e predadores sexuais apoiantes do PD.         
De todos os comentários acima indicados seleccionei para destaque o que fiz no Actualidade Religiosa em Janeiro último, e em duas partes (uma no dia 2, a outra no dia 5): «(…) (O texto acima) como que faz eco das calúnias, das hipocrisias, até dos incitamentos à violência feitas pela mesma esquerda, em especial no que se refere à personalidade e à actuação de Donald Trump. “Horror de quase todo o resto do mundo bem-pensante”? Mas ele é um ditador que oprime o seu povo, como em Cuba, na Venezuela, Irão, Coreia do Norte? O “mundo bem-pensante” não deveria sentir “horror” por Castro, Maduro, e quejandos? Mesmo que numa perspectiva não simplista, é ofensivo caracterizar o eleitorado de Trump como um “misto explosivo de racismo e estupidez” - Hillary Clinton fez isso chamando-lhes “deplorables”, e viu-se o resultado. Que “coisas desagradáveis” tem, teria a vitória de Trump para quem não é de esquerda? Não me ocorre uma... tal como não me ocorre que “danos reais” ele possa causar - a não ser, claro, à organização criminosa conhecida como Partido Democrata. Quais foram, exactamente, as “figuras absurdas”, e penosas, que Trump fez no anúncio da morte (e não captura) do líder do Estado Islâmico? E, não, ele não tem um “discurso desumanizante sobre os migrantes”... a não ser que incluamos naqueles os imigrantes ilegais, em especial os traficantes de pessoas e de droga, membros de bandos culpados por agressões, violações e assassinatos em série. O problema (…) de muitos (…) comentadores, é não distinguir, pelo menos neste caso, o essencial do acessório, a substância do estilo. O que fica claro nesta passagem: “é penoso ter como figura de referência para um movimento que se quer de valores um homem que tão claramente não os parece ter.” Pois, eu também gostaria de viver num mundo perfeito em que os líderes políticos seriam perfeitos. No entanto, e como isso não é razoável, devemos contentar-nos com o que vai sendo possível. Que interessa Donald Trump não (parecer) ter certos valores se, efectivamente, ele muito tem feito para os aplicar? Que é feito de “não se julgue pelas aparências”? Vendo para além destas, tanto de bom se tem feito desde Janeiro de 2017, como o “Right to Try Act”, o “First Step Act”, e outras medidas. “Triste espeCtáculo” só do outro lado, entre uma esquerda cada vez mais enlouquecida e perigosa. (…) Eu prefiro a “anormalidade” de um presidente ser algo rude, “incorrecto”, de ele responder, ripostar, aos - injustos - ataques de que é alvo, em vez de “comer e calar”, como tem (tinha) sido habitual entre muitos políticos republicanos - e isto ao mesmo tempo que faz com que muitas medidas positivas sejam concretizadas, que várias promessas feitas sejam efectivamente cumpridas, o que não era habitual na política norte-americana (e não só). E “ninguém deve ser desumanizado”? Criminosos que cometem os actos mais hediondos desumanizam-se a eles próprios, são eles que se reduzem a sub-humanos. Descrever e condenar o que eles fazem nada tem de “desumanizante”. (…)»

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Uma desgraça portuguesa

Sim, é verdade… infelizmente: por mais inacreditável que isso possa parecer e ser, Germano Almeida – não o conceituado escritor caboverdiano mas sim o funcionário da Federação Portuguesa de Futebol que nesta exerce a função de «analista de dados» - continua a apresentar-se (pelo menos na sua página de Twitter) como «jornalista» (e terá cometido uma infracção grave se não entregou a carteira profissional respectiva antes de começar a ser pago pela FPF) e como «especialista» em política internacional em diversos (demasiados) órgãos de comunicação social nacionais. Entre ele e eu, que iniciámos os nossos blogs sobre os EUA quase ao mesmo tempo (há mais de 11 anos, com poucos meses de intervalo), as diferenças dificilmente poderiam ser maiores: ele já soma muitas dezenas (aliás, já deverá ter mesmo passado a centena) de presenças mediáticas em que fala (isto é, na rádio e na televisão), enquanto que eu… nem uma sequer (e não certamente por falta de insistência da minha parte); ele já publicou (pela mesma editora) quatro livros sobre o assunto, dois dos quais (metade!) – este e este - assentes em evidentes e em… hilariantes falsidades, enquanto que eu não consegui publicar o que escrevi – e, caso o conseguisse, seria praticamente o único «contra a corrente».
Segue-se um exemplo relativamente recente que demonstra o quão indignos de confiança certos «comentadores» são, tal como os que os convidam uma e outra vez apesar dos avisos em contrário. A 11 de Fevereiro Germano Almeida publicou no sítio da TSF o artigo «De #NeverTrump para ForeverTrump», e no início do mesmo estava um erro: depois de uma citação de Ronald Reagan na forma de  um excerto de uma entrevista por aquele concedida em 1979, havia a indicação de que aquele ano tinha sido também o da sua primeira tomada de posse como presidente dos EUA – na verdade, foi em 1981 que tal aconteceu; contactei a estação de rádio no dia seguinte e o erro foi corrigido (eliminando a referência à tomada de posse), e isso foi assinalado acrescentando-se, no final do texto, «artigo alterado às 13.30 de 12 de Fevereiro». Seria de esperar que o falhanço num pormenor tão básico tornasse os directores da TSF algo renitentes em contar novamente com a colaboração do Almeida, certo? Errado! E isto porque…
… Não só ele foi convidado nos dias 15 e 29 de Fevereiro no programa «O Estado do Sítio» como voltou a publicar, no dia 17 de Março, mais um artigo no sítio da estação. «Comedidamente» intitulado «Uma desgraça americana», contém não um, não dois, mas sim nada mais nada menos do que três erros factuais, que eu também reportei à TSF. O primeiro está no excerto «(Donald Trump) permitiu que o seu então Conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, extinguisse a equipa especial de prevenção de pandemias, criada por Barack Obama» - na verdade, essa equipa, e essa função, foram integradas numa nova unidade após uma reestruturação feita na administração. O segundo erro está no excerto «até Barack Obama, que fez do acesso à saúde importante bandeira na campanha de 2008, acabou por desenvolver um plano, a que deu o seu nome» - na verdade, o referido plano, e depois lei, designa-se oficialmente «Affordable Care Act» e, efectivamente, é popularmente (tanto por adeptos como por adversários) conhecido como «ObamaCare», mas não foi o anterior presidente que assim o «baptizou», embora não conste que ele se tenha oposto a que o seu nome fosse usado. O terceiro erro está no excerto «Trump tentou mesmo um "exclusivo americano" para uma vacina que está a ser tentada na Alemanha» - na verdade, não tentou, como responsáveis da empresa alemã em causa confirmaram; é de salientar que outros propagaram esta falsa notícia, como, por exemplo, Clara Barata no Público.
Uma vez mais, os meus avisos à actual direcção da pioneira «rádio-jornal» não surtiram qualquer efeito, e ontem, 28 de Abril, aquela voltou a publicar no seu sítio mais um artigo do funcionário da FPF, com o título histérico e ridículo, ou ridiculamente histérico, de «Nem lixívia desinfetava (sic) esta presidência contaminada» (o Almeida também é um dos que se submeteu ao AO90), cuja primeira e algo diagonal leitura me permitiu logo detectar pelo menos cerca de 20 (!) evidentes falsidades – começando, claro, com a de que Donald Trump aconselhou a que as pessoas consumissem (oralmente ou por injecção) lixívia ou outro produto tóxico. É de acrescentar e de destacar – negativa mas não surpreendentemente – que este suposto «especialista» nem por uma vez critica nos seus dois últimos artigos publicados na TSF a actuação do regime totalitário de Pequim durante esta crise, e a sua culpabilidade na eclosão e no agravamento da mesma.  Agora, experimente-se imaginar todos os erros e mentiras que existirão nos outros artigos do Almeida que eu não li… Enfim, trata-se de uma (humana) desgraça portuguesa, com certeza. Que tristeza!

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Sobre uma nova «muralha», n’O Diabo

Na edição de hoje (Nº 2259) do jornal (semanal) O Diabo, e na página 9, está o meu artigo «Uma nova, grande, “muralha”». Um excerto: «Neste momento tão difícil, o melhor modelo de liderança é novamente o do actual Presidente dos Estados Unidos da América. Donald Trump nunca desvalorizou a ameaça que o “Covid-19” representa(va) e (re)agiu sempre proactivamente e atempadamente à medida que se sabia mais sobre a doença: logo em Janeiro formou uma comissão de especialistas e suspendeu o tráfego aéreo de e para a China (depois seria a Europa), pelo qual foi acusado de ser xenófobo e racista; referiu o problema no seu discurso do “Estado da União” perante o Congresso a 4 de Fevereiro; e coordenou a crescente congregação de acções contra a pandemia nos EUA, incluindo vitais parcerias público-privadas e governo federal-governos estaduais, porque da burocracia em Washington nunca se deve esperar as melhores respostas – a administração de Barack Obama, note-se, deixou vazias as caixas de máscaras tal como deixara as de munições, e criou regulamentações que atrasaram e dificultaram a aprovação e a aplicação de testes de diagnóstico.»

sábado, 14 de março de 2020

Peões pequeninos de Pequim

No fundo, não é verdadeiramente surpreendente nem mesmo revoltante – mas devia ser, o que diz bem dos níveis de vileza cada vez mais baixos a que eles desceram e do «hábito», da «normalidade», que infelizmente isso já constitui para muitos. De facto, depois de terem ilegalmente investigado Donald Trump e a sua campanha (sim, pior do que Watergate, sim, Barack Obama pior do que Richard Nixon), de o terem acusado falsamente de estar ao serviço da Rússia e de Vladimir Putin (que o teriam «ajudado» a vencer a eleição de 2016), e terem lançado uma tentativa de impugnaçãoimpeachment») por o Nº 45 ter, legitimamente, falado com o novo presidente da Ucrânia sobre a corrupção envolvendo Joe Biden e o seu filho Hunter, não é de espantar – porque, lá dizia Rahm Emanuel, nunca se deve desperdiçar uma crise – que os democratas se tivessem aproveitado do surto do dito «coronavírus», de uma pandemia que ameaça a saúde e a vida de muitos milhões de pessoas, para politizarem desavergonhadamente uma doença muito grave e assim tentarem prejudicar o presidente e, ao mesmo tempo, e incrivelmente, desculparem a China e o regime totalitário do Partido Comunista Chinês – que a controla há mais de 70 anos – por aquilo que, irresponsavelmente, causaram.
Mais uma vez, que não se acredite nas «fake news», nas notícias falsas, na desinformação, na propaganda, nas mentiras. Não, os republicanos em geral e Donald Trump em particular não disseram que o «Covid19» é uma «fraude» - esta está, sim, na acusação caluniosa de que a administração não está a ser competente na gestão da crise; é certo que não é, não está a ser perfeita, mas quem ou o quê o é numa situação destas? Foi logo em Janeiro que a Casa Branca declarou o «vírus de Wuhan» como sendo uma emergência médica e nomeou, para a monitorizar, uma comissão com os melhores especialistas disponíveis – que a CNN rapidamente criticou por não ter uma composição suficientemente «diversa» (isto é, com menos homens brancos); pouco tempo depois foi decidida a restrição e a seguir a proibição de viagens para e da China – e de imediato muitos esquerdistas falaram em «xenofobia» e em «racismo». Agora não há dúvidas de que essas limitações contribuiram de uma forma decisiva para atrasar e para atenuar o alastramento da infecção e o seu impacto nos EUA – que, por isso e proporcionalmente, tem muito menos casos do que outros países. Porém, tudo isto e mais que se fez e se tem feito  não é suficiente para a reles horda «progressista» na política e nos «me(r)dia» que mais não faz do que acirrar o alarmismo, a histeria e o pânico
… Ao mesmo tempo que ridícula, risivelmente, especula, fantasia, sobre o que esta crise poderá significar para a presidência de Donald Trump, comparando-a com desastres passados: Eddie Glaude com o furacão Katrina; Chuck Todd com a captura, em 1979, dos funcionários feito reféns da embaixada norte-americana em Teerão; Brian Klaas e Bret Stephens com o acidente nuclear de Chernobyl. O colunista supostamente «conservador» do New York Times, cujas iniciais, apropriadamente, são BS, está neste aspecto em sintonia com outros elementos daquele pasquim, que é como que uma fossa séptica – e desde há muitas décadas – do pior do jornalismo dos EUA: os seus «camaradas» Peter Baker, Carl Hulse e Gail Collins – uma estúpida que teve a desfaçatez de escrever que se deve culpar DJT pela doença e ainda designá-la como «Trumpvirus» (!) – também deram a sua contribuição para mais uma campanha caluniosa. Os atrás mencionados, juntamente com, entre outros, Joe Scarborough, uma e outra vez imbecil, e Nicolle Wallace, uma e outra vez imbecil (ambos ex-republicanos, e não fazem falta alguma ao GOP), acaso pensam que têm alguma credibilidade com as suas invectivas parvas depois de mais de três anos a afiançarem que «era desta» (e foram tantas…) que Trump estava tramado? O mesmo se pode dizer em relação a «criaturas do pântano» (previamente) infectas como Chuck Schumer – que há pouco mais de uma semana ameaçou de morte dois juízes do Supremo Tribunal dos EUA – e John Brennan – cuja capacidade para se manter fora da prisão deve ser salientada. E ainda quanto ao patético treinador dos San Antonio Spurs, Greg «Tovarich» Popovich, cuja lealdade vai para os comunistas chineses, o que já ficara demonstrado aquando da controvérsia, ocorrida no ano passado, envolvendo a NBA e os protestos em Hong Kong, perante os quais vários treinadores e jogadores daquela se esforçaram por se distanciar…
… Mas o basbaque do basquete não é actualmente a única figura pública dos EUA que tomou o partido dos neo-maoístas totalitários asiáticos contra o seu próprio governo e contra o seu próprio presidente. Se já era ridículo acusar de «xenofobia» e de «racismo» a administração de Donald Trump por ter decidido – correctamente, repete-se – proibir viagens de e para a China, entramos numa (até agora) inédita e inaudita zona de loucura (e de traição?) quando se afirma que é «xenófobo» e «racista» dizer que o coronavírus, originário de Wuhan, é chinês, e, pior, que o PCC tem agido durante esta crise mais e melhor do que o PR. Quem não acreditar que leia e/ou ouça o que declara(ra)m Nancy Pelosi, Ilhan Omar, Joe Biden, Rachel Maddow e Anne Applebaum, entre outros. Ver como muitos na «isenta» comunicação social dos EUA depressa mudaram os seus critérios neste aspecto tem tanto de hilariante como de deprimente. É por isso que, deliberadamente ou não, todos estes idiotas (in)úteis acabam por ser apenas peões pequeninos de Pequim. Cujo regime, compreensivelmente, logo se sente à vontade para insinuar, com todo o descaramento, que são os norte-americanos os culpados pela epidemia!
Não basta, não é suficiente, que a China peça desculpa pelo mal que causou e que continua a causar. Ela tem de pagar, e se não for a bem será a mal, se não for directamente será indirectamente. Nesse sentido é fundamental e mais do que oportuna a vontade de Donald Trump de, finalmente, começar a diminuir drasticamente a dependência dos EUA em relação à sua grande rival no que se refere a produtos essenciais tais como medicamentos. Que não se espere, porém, que da parte dos «suspeitos do costume» venham palavras de elogio e de agradecimento para o actual presidente. O seu antecessor, sim, beneficiou de uma constante bonomia apesar de o primeiro ano do seu primeiro mandato ter ficado marcado pelo eclodir do surto de H1N1 – a chamada «peste suína» – que causou no país quase 61 milhões de infectados, quase 275 mil hospitalizações e mais de 12 mil mortes. Mais de seis meses passaram até a administração de Barack Obama decretar uma emergência nacional, e não foi de modo algum acossada como a corrente está a ser. Não é difícil perceber porquê.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

«Impeachment» para totós

Eu avisei que em 2019 e em 2020 iria ser pior… Neste momento – na verdade, desde há algum tempo – a situação política nos Estados Unidos da América tem tanto de patética como de perigosa. E quando duas pessoas tão diferentes, ideologicamente em campos opostos como Bill Maher e Louie Gohmert concordam que o risco de acontecer uma segunda guerra civil não é assim tão reduzido, há que decididamente prestar mais atenção e (tentar) separar os factos das ficções…
… Porque as segundas, se sistematicamente repetidas e tidas como factos, poderão causar – aliás, já estão a causar – graves danos.  E, actualmente, nos EUA nenhuma ficção é mais desmesurada e mais danosa do que a de Donald Trump  ter cometido (alg)um crime que justifique ter sido alvo de um processo de destituição, de impugnação («impeachment»), que terminou no passado dia 6 de Fevereiro com a sua absolviçãoacquittal») no Senado depois de os dois (absurdos) artigos (isto é, acusações) que a Casa submeteu terem sido rejeitados, e que terá constituído o ponto mais alto daquela que é talvez até agora a melhor semana da sua presidência… e a pior para os democratas, talvez desde o final da Guerra Civil ;-). Que não se acredite no que os supostos «especialistas», na verdade, activistas facciosos, partidários incompetentes sem qualquer credibilidade afirmam, a repetirem as mesmas atoardas… que, decorridas semanas ou meses, se verifica não terem fundamento. Para eles vou dar uma breve «aula» de «Impeachment para totós»…
… E então é assim: porque era necessário arranjar outra coisa, qualquer coisa, por mais ténue que fosse, para tentar derrubar o actual presidente depois de a fraude do «conluio com a Rússia» não ter resultado, um activista democrata – membro do PD! – que é também analista da CIA, Eric Ciaramella, identificou-se (ilegitimamente) como «whistleblower» e acusou o Nº 45 de um comportamento ilegal. Depois soube-se que o suposto dedicado funcionário tinha integrado a equipa de Joe Biden que lidava com a Ucrânia, e que era um «homem de mão» tanto do asqueroso John Brennan como da pérfida Susan Rice. Repare-se no ridículo descomunal: os democratas queriam remover o (legítimo) chefe do executivo – ou seja, queriam reverter, anular, uma eleição presidencial e os votos de milhões de pessoas – por causa de uma conversa por telefone que aquele teve com um seu homólogo, o (eleito em 2019) presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky, e, mais concretamente, por nesse telefonema Trump ter supostamente feito depender a concessão de ajuda àquele país da abertura de uma investigação a Hunter Biden, filho de Joe Biden, que pertenceu ao conselho de administração da Burisma, uma empresa energética ucraniana. Porém, e que se saiba, nenhuma investigação foi iniciada nesse âmbito pelas autoridades de Kiev, e a ajuda – incluindo uma fundamental componente militar que durante os mandatos de Barack Obama foi negada, talvez para comprovar a maior «flexibilidade» do Nº 44 para com Moscovo após a reeleição – foi mesmo concedida. E, no entanto, mesmo que Donald Trump impusesse essa condição, estaria no seu pleno direito de o fazer. Afinal, ele tem também como obrigação certificar-se de que o dinheiro dos contribuintes seus compatriotas é bem empregue, não só nacional mas ainda internacionalmente.
As audiências realizadas no Congresso durante todo o processo («kafkiano») não comprova(ra)m, de modo algum, a «gravidade» das acusações contra o actual presidente. O que os depoimentos das alegadas «testemunhas» vieram demonstrar – e cada vez mais indequivocamente à medida que eram ouvidas as que efectivamente ouviram o telefonema (cuja transcrição foi publicada) e/ou tiveram acesso directo ao presidente, como Kurt Volker, Tim Morrison e Gordon Sondland – é que Trump nada de criminoso ou duvidoso disse ou fez. E esta é a verdade, não obstante as ilusões, as fantasias que os partidários opositores – no congresso e nos media – apregoa(ra)m. Aqui convém salientar agora outro aspecto que muitos dos «comentadores» deste lado do Atlântico não compreendem, porque ignoram que a estrutura politica norte-americana é, em vários aspectos, muito diferente das europeias: o cargo de procurador-geral («attorney-general») não é como em Portugal; nos EUA o AG é, para todos os efeitos, o ministro da Justiça, e, como tal, o presidente – qualquer presidente – tem o direito e até o dever de conduzir, de liderar igualmente as actividades nesse sector, incluindo, sim, quem e/ou o quê deve ser objecto de investigação. Não é por se ser candidato a um cargo político – presidente, senador, representante, governador – que se fica isento de ser investigado e, eventualmente, acusado e julgado. Joe Biden não tem pois – ou não deveria ter – um privilégio que outros não têm. Como Donald Trump, aliás, que teve a sua campanha «infiltrada» e investigada em 2016 por ordem da administração de Barack Obama. A questão está em saber se essas investigações têm legitimidade, justificação, se assentam em sólidos motivos e se cumprem as leis e as normas aplicáveis em tais casos. A que foi feita contra Trump não terá sido, e tal poderá estar prestes a ser demonstrado com uma investigação ordenada pelo AG Bill Barr e conduzida pelo procurador John Durham, a ser concluída ainda este ano. Esta expectativa terá deixado os democratas de tal modo aterrorizados que eles decidiram lançar esta patética tentativa de impeachment para «criar ruído» e tentar distrair, preventivamente, as atenções do que é realmente importante, de atenuar, diminuir, os efeitos das revelações que estão prestes a ser feitas sobre as malfeitorias, patifarias e sacanices da administração de Barack Obama e dos seus cúmplices no «deep state».
Na verdade, os «burros» não são apenas mentirosos anedóticos, compulsivos e desavergonhados. São igualmente especialistas na projecção, acusando os republicanos de faltas e de crimes que eles, sim, é que cometem. Acusam os opositores de racistas… mas eles é que o são, sempre a referir as cores da pele por tudo e mais alguma coisa; eles são, sempre foram, continuam a ser,  segregacionistas e secessionistas. Acusa(ra)m Donald Trump e os seus colaboradores de conluio com os russos… mas, na verdade, eles é que colaboraram com gentes de Moscovo, tendo o DNC e a campanha de Hillary Clinton pago para obterem «informaçôes» sobre o candidato republicano.. e isto depois de ela ter autorizado a venda de uma empresa de urânio dos EUA a uma russa. Enfim, acusa(ra)m o Nº 45 de «extorsão», «suborno», chantagem sobre a Ucrânia e o seu presidente – que disse, mais de uma vez, que nada de impróprio houve na sua conversa com o homólogo norte-americano – quando, com efeito, foi Joe Biden quem cometeu esses actos sobre o antecessor de Volodymyr Zelenski – eles querem esquecer, ou fingir que não sabem, que Joe Biden ameaçou não conceder à Ucrânia um bilião de dólares em ajuda norte-americana se em Kiev não despedissem o procurador que investigava a empresa do filho… e foi isso mesmo o que aconteceu! Além disso, e por mais de uma vez, políticos (senadores) democratas pressionaram as autoridades ucranianas para investigarem Trump e/ou colaborarem na investigação feita pela equipa de Robert Mueller! E Adam «Shitty» Schiff, mentiroso patológico, chegou a ser enganado por humoristas russos que o convenceram de que tinham para vender fotografias de um Trump nu!
Na verdade, este circo, esta palhaçada, este espectáculo desgostoso, mais não foi do que uma tentativa desesperada e hilariante de (tentar) remover Donald Trump da presidência, de o impedir de concorrer e de procurar a sua reeleição em 2020, porque vários democratas – entre os quais, de forma mais (ridiculamente) eloquente, Al Green e Alexandria Ocasio-Cortez – acreditam que o Nº 45 será praticamente impossível de ser derrotado em circunstâncias normais. Eles acusam DJT de ser um ditador que quer dar - ou prolongar - um golpe de Estado, mas são os seus opositores que mais demonstram ter essa disposição.