Hoje o Obamatório celebra o seu décimo sétimo
aniversário e entra no seu décimo oitavo ano de existência... e assinala-se
também o primeiro aniversário do início do segundo mandato presidencial de
Donald Trump. Um ano que se revelou para o Nº 47 extremamente bem sucedido e
até espectacular, apesar dos esforços dos democratas para o contrariar e
sabotar... ou, quiçá, igualmente por causa desses mesmos esforços.
Ninguém pode dizer que não sabia o que ia acontecer,
pois Donald Trump já dera a provar, no seu primeiro mandato, que tudo faz –
dentro da legalidade, como é óbvio – para cumprir as suas promessas. E, no
segundo mandato, aprendidas todas as lições sobre o que correra menos bem da
primeira vez e como melhorar o desempenho, e contando com uma equipa mais
competente, coesa e motivada, o ritmo de realizações em todas as áreas de
governação tem sido acelerado, só sendo interrompido, ocasional e provisoriamente, pelas decisões politizadas e não sustentadas de juízes democratas (isto é, nomeados por Joe Biden, Barack
Obama e Bill Clinton) que, invariavelmente, têm sido revertidas por instâncias
superiores. Ao fim de dois meses já eram evidentes e incontestáveis as
melhorias e progressos: «as entradas de imigrantes ilegais foram reduzidas para
quase zero, e milhares de criminosos perigosos estrangeiros estão, e
continuarão a ser, deportados; todos os programas do tipo “DEI” - significando “Diversidade,
Equidade, Inclusão”, ou seja, discriminação e segregação com outra designação –
extintas, terminadas, em praticamente todas as entidades e instituições do
governo federal; proibição de homens em espaços e em actividades femininas, em
especial as desportivas; regresso do “drill, baby drill”, de incentivos
à extracção e à comercialização de combustíveis fósseis – isto com,
paralelamente, o fim das falaciosas prioridades “verdes” - para diminuição do
preço da energia, e, logo, a diminuição da inflação e do custo de vida em geral;
imposição de tarifas aos países que impõe tarifas aos produtos
norte-americanos.» Entretanto, Elon Musk e o seu Departamento de Eficiência
Governamental, ou DOGE («Department Of Government Efficiency») «detectaram
bastantes, demasiados, casos de gastos supéfluos e mesmo ilícitos,
envolvendo não só programas mas também agências federais inteiras; destas a
USAAID evidenciou-se por financiar no estrangeiro acções e actividades
ideológicas invariavelmente preconizando objectivos LGBTQ e DEI. Porém, o
desperdício é transversal em Washington, e as estimativas apontam para
poupanças avaliadas em muitos biliões de dólares, podendo quiçá atingirem
pelo menos um trilião.» Em Julho a independência foi celebrada com um vigor renovado porque até então já se verificara: «a aprovação da chamada “one big
beautiful bill”, pacote legislativo que inclui importantes e significativas
descidas de impostos, e que DJT assinou (promulgou) na Casa Branca; a descida
para mínimos históricos da entrada de imigrantes ilegais; sólidos aumentos no
número de empregos criados e na valorização bolsista, em simultâneo com uma
descida constante dos preços dos combustíveis; em aliança e apoio a Israel, a
força aérea dos EUA bombardeou instalações iranianas utilizadas para fabrico de
armas nucleares; Washington mediou um acordo de paz entre o Congo e o Ruanda;
todos os países da NATO aceitaram aumentar para 5% a percentagem dos seus
orçamentos reservada à defesa.» Efectivamente, os êxitos na política externa
foram tão notáveis como os na política interna. Sim, Donald Trump merecia, e merece, mais do que um Prémio Nobel da Paz, por cada conflito ou guerra internacional
que ajudou a terminar nos últimos 12 meses: «Congo e Ruanda, Kosovo e Sérvia,
Arménia e Azerbaijão, Índia e Paquistão, Cambodja e Tailândia, e, em especial,
Israel com Irão e “Palestina” beneficiaram da competência e da insistência do
Presidente dos Estados Unidos da América e da sua administração, em particular
do Secretário de Estado (isto é, Ministro dos Negócios Estrangeiros) Marco
Rubio.» E a captura a 3 de Janeiro último de Nicolás Maduro e da esposa, em Caracas, por elementos das forças especiais militares dos EUA, não contradiz,
de forma alguma, aquele impecável palmarés pela paz; prender o ditador
venezuelano, que é também um fugitivo da justiça norte-americana, representou
uma autêntica e concreta aplicação do Direito Internacional. Enfim, quanto à
controvérsia com a Gronelândia, um território que, antes de DJT, já Harry Truman
queria adquirir, há a dizer o seguinte: é um anacronismo aberrante a
existência, no segundo quartel do século XXI, de uma colónia europeia na América do Norte, e os povos nativos da «Terra Verde» ficariam muito melhores
sob a tutela de Washington do que a de Copenhaga, a julgar pelos abusos de que foram alvo num passado recente.
Contra todos estes factos... positivos por qualquer
avaliação honesta, o que têm feito os democratas desde 20 de Janeiro de 2025,
ou, mais correctamente, desde 20 de Janeiro de 2017, quando Donald Trump tomou posse
para o seu primeiro mandato? Basicamente, posicionarem-se contra tudo o que ele
preconiza, o que invariavelmente implica defenderem crimes e criminosos e praticamente
todos os tipos de comportamentos e actos nefastos aos interesses do país e dos seus
(legais) habitantes, e que incluem apelos aos militares para desobedecerem às ordens do comandante-em-chefe. Em resumo, «resistem». Porém, lamentavelmente embora não
surpreendentemente, a «resistência» tem registado um crescendo de violência. Começou
com múltiplas manifestações com cantorias e calão junto a vários edifícios
governamentais na capital que não demoraram muito a «progredir» para actos criminosos e
mesmo terroristas, de que se destacaram os ataques à Tesla como forma de
retaliação política por o seu CEO apoiar Donald Trump. Recorde-se: em vários
locais dos EUA houve concessionários, postos de carregamento e automóveis da
marca que foram alvos de vandalismo, tiros e até fogo posto com
engenhos explosivos; bastantes os incidentes em que condutores aos volantes daqueles
veículos foram ameaçados nas ruas e nas estradas por desconhecidos e desvairados...
democratas. Então estes, que clamam ser grandes defensores do ambiente, apela(ram)m
ao boicote e/ou à destruição de carros eléctricos? Esta onda de histeria específica
demonstrou a habitual hipocrisia dos «azuis», desta vez acrescida das suas tendências
verdadeiramente fascistas. Exagero? Não, se a «resistência» adopta como
(nem sempre) último recurso a violência: não se limitando à retórica agressiva e
passando das palavras aos actos, sucederam-se neste último ano os casos de
políticos «burros» - congressistas, governadores e autarcas – dispostos a
entrarem em confrontos físicos com membros das forças federais que lidam
com imigrantes ilegais (em especial os mais perigosos) junto aos edifícios em
que os (muitos) «bad hombres» ficam detidos antes de serem deportados; mais
grave, terroristas domésticos ligados à Antifa, autêntico «braço armado» do Partido
Democrata, foram detectados e neutralizados aquando de tentativas de ataque a
forças policiais. Os democratas têm não nos cidadãos nacionais mas sim nos
bandidos (ladrões, traficantes, violadores, assassinos) estrangeiros o seu
«público-alvo» principal, os seus «constituintes» prioritários, e não faltam
declarações públicas para o comprovar - esta é apenas uma delas.
Este é um «cenário» que se tem desenrolado com maior
ou menor intensidade nos Estados que os «burros» controlam, como a Califórnia,
o Illinois e Nova Iorque, e que, embora nem todos geograficamente contíguos,
formam como que uma nova confederação secessionista, ou quase, desafiando a
autoridade – não o autoritarismo – de um presidente republicano. A História
repete-se? Mas é no Minnesota que, em crescendo nas últimas semanas, a situação
se tornou mais grave. Onde estão o governador Tim Walz – sim, o candidato falhado
a vice-presidente com Kamala Harris, em 2024 – e o mayor de Minneapolis Jacob Frey,
ambos envolvidos – de certeza por incúria e incompetência, e talvez por
cumplicidade – num enorme escândalo de fraude e de desvio de dinheiros públicos por imigrantes da Somália – comunidade de que emergiu, aliás, essa figura execrável que é Ilhan Omar – decidiram, provável e precisamente para desviarem
a atenção desse escândalo, fomentar uma insurreição, declarar guerra ao governo
federal e apelar à não cooperação com, e mesmo obstrução, (d)os agentes do
Immigration and Customs Enforcement na sua tarefa de localizar e de deter
imigrantes ilegais perigosos. É importante lembrar que tanto Walz como Frey já
ocupavam aqueles cargos em 2020 aquando dos motins resultantes da morte de
George Floyd, pelo que se sabe que eles não se preocupa(ra)m com a destruição e
o morticínio que abala(ra)m o território que administram (mal).
Em última instância, e ontem como hoje, o factor
primordial... e prejudicial na política dos EUA é a malignidade do Partido Democrata, uma «organização criminosa» como correctamente a definiu o recentemente falecido, e já
saudoso, Scott Adams. De que também foi vítima, pelo menos indirecta, Charlie Kirk, assassinado a 10 de Setembro de 2025, um dos principais obreiros da vitória em 5 de Novembro de 2024, e que se tornou símbolo e mártir de
um conflito que, mais de século e meio depois, tarda em terminar. Nesse sentido,
é indubitável que muito de positivo foi alcançado neste primeiro ano que hoje
se assinala e se celebra; há que assegurar que os próximos três sejam ainda
melhores.
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