Sim,
praticamente todos os democratas odeiam Donald Trump. Na verdade eles desprezam
todos os republicanos mas sentem um particular, fortíssimo rancor pelo
bilionário do imobiliário que se tornou o 45º e o 47º Presidente dos Estados
Unidos da América. E porquê? Porque, ao contrário de muitas, ou de quase todas,
as principais figuras do GOP, antigos presidentes incluídos, DJT responde à letra, alto e bom som – mesmo que por escrito nas redes sociais – às críticas,
aos insultos e às ameaças que os «burros» sempre fizeram aos seus opositores.
Recusa-se a «comer e calar», a ser «saco de pancada». E não só: também ao
contrário dos seus antecessores, tanto «encarnados» como «azuis», ele
concretiza o seu programa eleitoral, ele cumpre as suas promessas ou faz o que
está ao seu alcance para as cumprir – a não ser que o Congresso e/ou os
tribunais levantem obstáculos – e, nesse processo, já demonstrou, e continua a
demonstrar, autoridade (não totalitarismo), consistência, determinação,
eficácia. Do que resulta, quase invariavelmente, que a sociedade
norte-americana se vai tornando cada vez mais «limpa» das nefastas influências
«progressistas» - isto é, da corrupção, incompetência e perversão típicas dos
ditos «liberais» – a todos os níveis, na política, na economia, na segurança,
na educação. Trump tem sido um modelo para os conservadores norte-americanos, sejam
eles cidadãos comuns ou detentores de cargos públicos e políticos,
incentivando-os a, a tal como ele, não se encolherem perante os rufias esquerdistas, e a ripostarem.
É
esta compreensão de que Donald Trump é o maior e melhor rival – inimigo, até –
que já enfrentaram que explica porque é que o Partido Democrático e todos os
«activistas» que o infestam e infectam, da base ao topo, se manifestam –
violenta e histericamente, não só em palavras mas também em actos, nestes
avultando as tentativas de assassinato, das quais a mais recente ocorreu a 25 de Abril último durante o jantar dos correspondentes (jornalistas) da Casa
Branca – contra o corrente comandante-em-chefe inclusivamente em assuntos onde
supostamente haveria consenso, em temas onde, não há muito tempo, expressaram
opiniões e tomaram posições que agora são contrárias às que presentemente
expressam e tomam. Bill Clinton e Barack Obama actuavam contra a imigração
ilegal – o Sr. Hussein era mesmo conhecido como o «deporter in chief» - mas,
agora, agentes do ICE são perseguidos e combatidos enquanto vários criminosos
estrangeiros, incluindo os mais perigosos e cadastrados, são pelos «burros»
defendidos – o que se compreende na perspectiva de eles precisarem de novos
eleitores. O apoio a Israel e o combate incondicional ao anti-semitismo eram
uma (talvez a maior) causa bi-partidária, mas deixou de o ser com a crescente
infiltração nas fileiras «azuis» de muçulmanos e seus «compagnons de route» que
abominam judeus; vai havendo uma ou outra personalidade de nomeada que se
insurge contra esta perigosa deriva, mas tal pode implicar, inevitável e
coerentemente, a desfiliação. O reconhecimento do regime teocrático iraniano
como uma ameaça existencial para os EUA não era uma dúvida para o PD, mas
passou a ser quando o «homem laranja mau» chegou ao poder; agora, no confronto
militar entre o Irão e os EUA, vários são os «demoncrats» a assegurarem que a
guerra não só não tem justificação como está a ser perdida, confirmando-os como
traidores perenes – aparentemente, o perigo de armas nucleares nas mãos de uma
corja de islamitas fundamentalistas genocidas estará sobrestimado. Obviamente,
há matérias nas quais «azuis» e «encarnados» nunca estiveram de acordo, como a
apresentação de identificação oficial (com fotografia) para votar e a imposição
de restrições ao aborto; os primeiros são contra ambas, mas são a favor da
invasão por homens de espaços e de desportos de mulheres, e da mutilação genital de crianças tendo como pretexto fictícias «transições de género» e contra a vontade dos pais.
Tudo,
do mais importante ao menos importante, do fundamental ao trivial, parece
servir de pomo de discórdia aos democratas na raiva constante que sentem por
Donald Trump. Outro relativamente recente, e surpreendente, exemplo é o novo, ainda em construção, «salão de baile» da Casa Branca, que na verdade, é mais um
espaço «multiusos», e que a residência oficial do Presidente dos EUA há muito
tempo necessitava. Na sua configuração actual aquela apenas consegue albergar
debaixo do seu tecto um máximo de cerca de 200 pessoas, mas têm existido
ocasiões nas últimas décadas – em especial os denominados «state dinners»
realizados aquando da visita de Chefes de Estado estrangeiros – em que o número
de convidados largamente excede as duas centenas. O que se fez nesses casos? Literalmente,
armou-se (um)a tenda – ou tendas – no relvado da CB, equipada(s) com
casas-de-banho portáteis! Uma solução «digna» da maior potência mundial, «sem
dúvida». Assim, realçando uma vez mais a sua faceta de construtor, e porque a sua proposta neste sentido que fizera ao então presidente Barack Obama não foi aceite, Trump decidiu finalmente avançar para a edificação do salão, que será
paga por ele e por outros doadores particulares, e, logo, sem custos para o
contribuinte. Enfim, uma iniciativa louvável em todos os aspectos... mas não
para os democratas. Que se mostraram chocados, escandalizados, com a
(necessária) demolição da (actual) ala este da Casa Branca, esquecendo-se (a
memória deles é de facto muito curta), talvez, do que Harry Truman fez quando era o inquilino daquela. Não faltaram, como era previsível, diversos processos em tribunal, qual deles o mais fútil e ridículo. Eric Swalwell chegou ao cúmulo
de exigir que todos os candidatos «burros» à presidência em 2028 deveriam jurar que demoliriam o salão se vencessem e assim que tomassem posse; ele, entretanto, demitiu-se
como congressista e desistiu da sua candidatura a governador da Califórnia após
ser acusado de assédio sexual e até de violação. Mas os seus «camaradas» Chris Murphy, Richard Blumenthal, Hakeem Jeffries e Ruben Gallego persistiram nas
idiotices, alegando ilegalidade e narcisismo no novo edifício. Todavia, nenhuma
reacção terá sido tão hilariante como a de Chelsea Clinton, que acusou DJT de desrespeitar,
e mesmo desmantelar, a história da residência oficial com esta mais recente
renovação; porque, afinal, ninguém manchou (literalmente) mais a reputação
daquelas paredes do que o pai dela.