sábado, 21 de fevereiro de 2026

A mais estúpida de 2025

O texto que recolhe aquelas que podem ser consideradas as frases mais estúpidas (e ofensivas, e perigosas) do ano anterior proferidas por esquerdistas norte-americanos e que selecciona a que é, foi, a pior delas – porque «melhor» não é decididamente, neste caso, a qualificação apropriada – tornou-se não só numa das «rubricas» mais antigas e regulares do Obamatório mas também, indubitavelmente, a mais divertida. Desde 2024 que é publicado em Fevereiro, o mês adequado para tal igualmente por causa do Carnaval. E, tal como acontece desde que este «prémio» foi instituído e é atribuído, em 2025 a agressividade e a inanidade retóricas contra a direita aumentaram face a 2024, algo de perfeitamente previsível porque se tratou do primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump e em que este levou à prática, em que concretizou, (muitas d)as propostas e (d)as promessas que fizera aquando da campanha para a sua (re)eleição.
Revendo e comparando as frases «candidatas» é possível – tal como em edições anteriores, aliás – separá-las por grupos, por «categorias», ou pelo assunto e/ou por quem as disse. Há as que vêm de apresentadores e/ou colaboradores da MSNBC, que entretanto foi rebaptizada de MSNow e separada da NBC porque na «estação do pavão»  decidiram finalmente que não queriam ter qualquer ligação com aquele antro de lunáticos: «As acções de Trump (contra as políticas DEI) ecoam a segregação, então sem precedente, feita em 1913 nos gabinetes federais por Woodrow Wilson», Katie Phang; «O Presidente (Trump) quer levar-nos de volta ao século XIX com a sua ordem executiva que termina a cidadania de nascimento, que está consagrada na 14ª Emenda da Constituição», Jonathan Capehart; «Eles vão tirar, e despedir, pessoas na FAA. Assim, as quedas de aviões que vocês estão a ver, vão ver mais delas», Joe Scarborough; «Qual é o nosso plano agora? Vamos criar mais madeira, é isso? Vamos fazer mais madeira neste país por causa do nosso acordo comercial? Não me parece!», Chris Matthews; «Nós vivemos agora num país que tem um líder autoritário a mandar. Temos uma ditadura em consolidação no nosso país», Rachel Maddow; «Foi um atirador branco, não a Esquerda, quem matou um homem branco (Charlie Kirk)», Wajahat Ali. Dois outros «nomeados» não pertence(ra)m à MSNBC/MSNow mas até que nem «destoariam» nela pelo tipo de «jornalismo» que praticam: «Israel e (os Estados Unidos da) América são dois dos países mais maléficos no Mundo», Taylor Lorenz; «O assassinato de Charlie Kirk não foi um acto politico», Jon Karl.
Outra «sub-classe» que se destacou em 2025 é constituída por pessoas que se dizem, ou se disseram, «conservadoras», mas que mais não são do que reles «Never Trumpers», de doentes que se debatem com casos quiçá terminais de TDS: «Matem a Tesla, salvem o país!», Rick Wilson; «Sempre disse que preferiria Joe Biden em coma a Trump, e mantenho-o», Ana Navarro; «Como é que isto (a deportação de Kilmar Abrego Garcia) é diferente de quando Putin agarra um jornalista ou algum grupo rebelde no Médio Oriente agarra um americano, e nós estamos aqui sentados lutando para tentar trazê-los de volta?», Michael Steele; «Pelo menos semi-responsável pelas mortes de provavelmente, ao fim disto, centenas de milhar, se não milhões, de pessoas. Esse é o legado de Elon Musk», David Brooks; «(A demolição da Ala Este da Casa Branca para construir o novo salão de baile) Faz-me sentir quase o mesmo de quando eu vi os danos no Pentágono em 11 de Setembro (de 2001)», Tara Setmayer. Enfim, e obviamente, «last» mas certamente «not least» (em idiotice insana), temos a vara constituída por políticos democratas, de diferentes pontos dos EUA e em funções diversas: «Elon Musk, com o seu rabo de alta tecnologia, pode ter roubado a nossa última eleição», Maxine Waters; «(A juíza Hannah Dugan) não obstruiu a justiça. Ela obstruiu o fascismo», Ryan Clancy; «Ninguém vamos ter por perto para limpar os nossos rabos», Becca Balint; «Eles (na Escócia e na Austrália) simplesmente fizeram mudanças (depois de tiroteios). Eles são tão livres como nós», Tim Walz; «Eu quero que as pessoais saibam que só porque alguém cometeu um crime isso não faz dele um criminoso», Jasmine Crockett; «O esforço da administração Trump em categorizar como perigosa a expressão livre que a critica, elementos da equipa da Casa Branca a chamar “fascista” ao Partido Democrata (...), não se pode dizer que isto é tudo excepto um ataque à Constituição dos Estados Unidos», J. B. Pritzker; «Os somalis sempre se viram a eles próprios como (fazendo parte d)o tecido desta nação», Ilhan Omar.
A frase – e a alimária que a cuspiu - «vencedora(s)» neste ano insere(m)-se, precisamente, no contingente dos «burros» convictos e encartados que ocupam, infelizmente, cargos públicos: «Os ataques intencionais que estão a vir da administração Trump e da extrema direita neste país têm sido muito o que eu chamo de uma tentativa de re-litigar a Guerra Civil, eles não aceitaram o resultado daquela, que o Norte realmente ganhou», e é seu «orgulhoso» autor Brandon Johnson, mayor de Chicago e talvez o actual pior autarca dos Estados Unidos da América, uma «distinção» notável se tivermos em consideração que ele enfrenta a forte «concorrência» de, entre outros, Karen Bass em Los Angeles e Zohran Mamdani em Nova Iorque. O que será pior nesta bojarda? Ele não saber que foi de facto o Partido Democrata (o «Sul»), do qual é membro, que perdeu a guerra contra o Partido Republicano (o «Norte»)... ou fingir não saber?    

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