quinta-feira, 16 de abril de 2026

Comandando nos comentários (Parte 7)

Quase dois anos e meio depois do último «relatório», eis que mais uma vez dou conta dos comentários sobre a politica nos Estados Unidos da América que desde 5 de Fevereiro de 2024 deixei em alguns espaços da Internet, principal e maioritariamente blogs, mas não só....
... E que, mais concretamente, foram: Corta-Fitas (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze); Blasfémias (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete); ZAP Aeiou (um, dois, três, quatro, cinco); Máquina Política; Horas Extraordinárias (um, dois). Sobre temas que incluíram: Rudy Giuliani não envelheceu mal nem se ridicularizou ao defender Donald Trump; quem acusa DJT de ser um «narcisista desprezível» mas que, ao mesmo tempo, alega não acreditar na propaganda dos media «irrelevantes e militantes»... está a contradizer-se; Germano Almeida e Raquel Vaz Pinto a «debaterem» na SIC Notícias quão perigosa seria a vitória de Trump demonstra bem a «diversidade» de opinião praticada por aquele canal, e não só; não é verdade que «Trump é tão da situação como Obama», antes de mais porque o Nº 47 está a desmantelar o... sistema parasitário (do dinheiro dos contribuintes) ao serviço dos democratas e das suas «causas», operado por «burrocratas» esquerdistas (mal) habituados a fazerem o que querem, e a gastarem o que querem, sem qualquer controlo; Pinto da Costa não era uma «versão menos boçal e poderosa» de DJT; são injustas e indignas palavras como «coirão» e «trampas» para designar Trump e «rafeirito» para designar Vance, quanto mais não seja porque ambos lideram actualmente a (muito necessária, até indispensável) «campanha» de autêntica «higiene e estética» que é a «descontaminação» da influência dos democratas; de como o Delito de Opinião se transformou como que numa sarjeta do mais reles e ridículo «Trump Derangement Syndrome» (abordei este tema em detalhe aqui); notícias sobre a actual administração (e, aliás, sobre qualquer outra) baseadas em fontes anónimas têm pouca ou nenhuma credibilidade, mesmo que publicadas no Wall Street Journal; foram muitos mais de 60 milhões as pessoas que «não foram nas cantigas» de Kamala Harris; Donald Trump não só não participou nos abusos sexuais de menores promovidos por Jeffrey Epstein como foi um dos primeiros a denunciá-los; Trump não fez uma ameaça de morte a Liz Cheney; a revista Rolling Stone não tem qualquer credibilidade em assuntos que não se relacionem com música, e mesmo quanto a esta já conheceu melhores dias; os suecos estúpidos que boicotam empresas dos EUA melhor fariam em boicotar os muçulmanos que largam bombas e violam mulheres, em Estocolmo e não só; as notícias sobre tarifas podem ficar desactualizadas rapidamente; Richard Zimler não tem credibilidade para analisar com rigor e profundidade a situação política nos EUA; nenhum corte no apoio público às artes foi feito durante o primeiro mandato de Donald Trump.
Depois da referência aos meus comentários (que ainda estão) publicados, faça-se agora uma referência a um que não o foi... porque o «dono» do blog em que ele foi inserido não quis. E trata-se de alguém com quem mantenho um agreste «diferendo» há muitos anos, algo que quem me tem acompanhado no Octanas sabe: Jorge Candeias. Que no Lâmpada Mágica, a 12 de Novembro de 2024, e na «posta» intitulada «O fim de uma era», escreveu, a dado passo, isto: «Elon Musk, que hoje (ontem?) baniu o Stephen King por lhe ter chamado “First Lady”». Foi no Mastodon, onde o «poltrão de Portimão» tem uma conta, que ele se referiu à minha tentativa de contacto: «Agora ri. Um velho palhaço da FC portuguesa foi tentar deixar-me um comentário no blogue. "Provavelmente não vais publicar este comentário, mas vais ter de lê-lo". LOL. Ah vou? Li até aqui. Assim que cheguei aqui, click, delete. "Vais ter de lê-lo". Hehehehe.» Tão divertido, e tão orgulhoso, ficou o «tormento do Barlavento» com o seu infantil acto de censura! Mas o que havia eu escrito? Isto: «Mesmo que não venhas a publicar este comentário, JC (o que, considerando “incidentes” anteriores, é o mais provável), pelo menos vais ter de lê-lo. Como eu de imediato previ, é falso que Stephen King tenha sido banido do Twitter/X, o que é demonstrado, por exemplo, aqui, o que me leva a interrogar-me sobre quantas outras “fake news” relativas à política nos EUA (e não só) tu ainda tens como verdadeiras.» Não que isso preocupe extremo-esquerdistas imbecis e inúteis como ele.

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