sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sarcasmo de Sarkozy

Poderá Nicholas Sarkozy não simpatizar com Barack Obama? Pelo menos é o que parece quando se sabe isto. Já antes, isto. E antes disso, isto.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

E lá fez ele mais uma...

... Vénia. Porém, esta representa duas «melhorias» consideráveis em relação às anteriores: não foi feita nem perante estrangeiros nem perante homens – ele inclinou-se desta vez diante de Pam Iorio, a mayor de Tampa... que, supõe-se, não lhe terá dado uma «tampa». Entretanto, e, curiosamente, na mesma cidade da Flórida, José Pacheco Pereira encontra, salvo as devidas proporções, muitas semelhanças com o que acontece em Portugal. Aqui no Obamatório também já havíamos reparado...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Apenas mais um discurso?

Barack Obama leu ontem, no Congresso dos EUA, o seu primeiro «Discurso do Estado da União». E representou algo de verdadeiramente diferente em relação aos muitos outros discursos que já leu? Admitiu ter compreendido o significado de recentes desaires eleitorais do Partido Democrata? Anunciou que vai abandonar ou alterar medidas que a maioria dos americanos rejeita? Não.
O discurso foi, essencialmente, mais do mesmo: longo (o maior da sua carreira!), repetitivo, desinteressante... tanto que até Harry Reid foi «apanhado» a bocejar! Porém, pior seria se tivesse sido dito em «dialecto de negro»... Mas houve pelo menos um aspecto positivo a registar: o «índice de narcisismo» desceu – neste discurso o presidente falou de si próprio «só» 114 vezes, quando, numa anterior alocução, chegou às 132...
Comentadores como Fred Barnes, Kevin McCullough e Toby Harnden chamam a atenção, além das insuficiências, para as incoerências inerentes ao pensamento e à acção de BHO, mais concretamente entre o que ele prometeu e o que cumpriu (ou não...), e entre o que ele diz que é verdade e... o que se sabe que é mesmo verdade. James Pinkerton aconselha-o a pedir a ajuda de Steve Jobs. Já o senador James Inhofe é mais sucinto: «Obama é melhor mentiroso do que Clinton.» No entanto, como diz o provérbio, depressa se apanha um...
E por falar em mentiras, uma «inovação» inesperada, mas insolente, do discurso foi a crítica a uma decisão recente do Supremo Tribunal de Justiça... com os respectivos juízes sentados na sala! Um deles, Samuel Alito, foi «apanhado» a murmurar «not true», o que fez lembrar o que aconteceu no ano passado com o congressista Joe Wilson... Barack Obama alegou que, assim, qualquer indivíduo ou instituição, mesmo do estrangeiro, pode intervir nas eleições americanas... o que não deixa de ser irónico, pois foi isso mesmo que aconteceu na sua campanha!
O Partido Republicano também já fez o seu «balanço» do primeiro ano de BHO como presidente. O primeiro de apenas quatro? O Sr. Hussein afirmou que prefere ser um «mesmo bom» presidente de um mandato do que um «medíocre» de dois. Mas Charles Krauthammer lembra que há uma terceira opção...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Cores primárias

«Sim, ele conseguiu»... o quê? Nem numa escola primária ele consegue falar sem a ajuda de teleponto! E porque esta é uma «dependência» que já se viu que ele não consegue diminuir, sujeitando-se a incidentes indesejados, não é de admirar o multiplicar de comentários sarcásticos, tanto por parte de cidadãos (mais ou menos) comuns como por parte de humoristas como Jon Stewart – que aliás, já o satirizara por outra estranha «fixação».

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ano Dois

Barack Obama tomou posse como 44º Presidente dos Estados Unidos da América há um ano. E o Obamatório, não por coincidência, «abriu» também as suas «portas» há um ano.
Agora como então, vai-se dividir as atenções entre o anterior e o actual presidente. Assim, eis seis retrospectivas sobre George W. Bush, escritas por Andrea King e Dave Logan, Andrew Breitbart, Candace de Russy, Gary Graham, Jeffrey Shapiro e Leigh Scott. E seis retrospectivas sobre BHO, escritas por Bradley Blakeman, Charles Krauthammer, Frank DeMartini, Jon Kraushar, Kurt Schlichter e Paul A. Rahe.

«Este é o assento do povo!»

Scott Brown, do Partido Republicano, venceu ontem a eleição para o cargo de senador (um dos dois por cada Estado) pelo Massachusetts – uma votação que se destinou a encontrar um substituto permanente para Edward Kennedy, que faleceu no ano passado.
É uma vitória extraordinária (a primeira de um republicano desde 1972!), mas que só pode surpreender quem – ao contrário de nós – não tem observado atentamente o que se passa nos Estados Unidos da América desde há um ano, e que ainda prefere o delírio da propaganda à realidade dos factos – mais concretamente, o crescente descontentamento com as políticas, e as atitudes, de Barack Obama e do Partido Democrata. E o triunfo é tanto mais notável porque se trata do lugar que o irmão de John Kennedy ocupou durante mais de 40 anos! Mas, como Scott Brown correctamente lembrou, a posição que agora vai ocupar não é pertença de alguém em particular: «Este é o assento do povo!»
Mais importante, a confirmação de Scott Brown como o 41º senador republicano implica que os democratas perderam a maioria qualificada que detinham no Senado - e, logo, a capacidade de aprovarem sozinhos as suas propostas, em especial a «reforma» do sistema de saúde. É por isso compreensível a desorientação nas «fileiras azuis» e nos seus apoiantes, em especial os «cães de fila» que os «protegem» nos media. O desespero, e até o pânico, pelo que ia acontecer em Boston expressaram-se, por exemplo, no convite à fraude de Ed Schultz, nos insultosreiterados – de Keith Olbermann (ambos, não surpreendentemente, da MSNBC), e na «angústia» hilariante de Jon Stewart (actualização: até este afirma que aquele exagerou...). Porém, por mais que os «cães» ladrassem, a «caravana» republicana passou...
… E essa «caravana» tomou a forma de um carro, a pick up truck de Scott Brown, de que Barack Obama troçou, no seu já habitual pedantismo elitista que negligencia os hábitos, as opiniões e os problemas do cidadão comum. E a ironia está em que é um veículo produzido por uma empresa – a General Motors – que a actual administração intervencionou! Por ter ido ao Massachusetts apoiar Martha Coakley o actual presidente é também um dos grandes, e directos, derrotados nesta eleição. Para ele, um ano depois de ter tomado posse, esta é uma má «prenda». A segunda, aliás, que recebe num «aniversário» para ele importante: a 4 de Novembro último, um ano depois de ter vencido as eleições presidenciais, o país acordava ao som das vitórias dos republicanos Christopher Christie e Robert McDonnell nas eleições para governadores, respectivamente, dos Estados de Nova Jérsia e da Virgínia. E em Novembro deste ano haverá eleições para o Congresso...

domingo, 17 de janeiro de 2010

Por uma boa causa

Barack Obama pediu, e William J. Clinton e George W. Bush aceitaram participar na ajuda norte-americana ao Haiti, país devastado por um violento terramoto a 12 de Janeiro. Embora possa parecer insólita, esta aliança entre Clinton e Bush Filho não representa a primeira vez que o marido de Hillary colabora com um membro da mais famosa família do Partido Republicano: antes associara-se a Bush Pai no auxílio aos afectados pelo furacão Katrina. Quando os mais altos, e verdadeiros, valores se levantam (os de salvar, proteger, vidas humanas inocentes), não há lugar a diferenças políticas e a rivalidades partidárias. Mais um bom exemplo... por uma boa causa.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Harry, o inimputável

Em 2008 o então candidato Barack Obama tinha uma hipótese de vencer porque tem uma «pele clara» e «não fala como um negro». Quem disse isto? Algum «racista» do Partido Republicano? Não. Foi Harry Reid, presidente do Senado dos EUA, do Partido Democrata.
Não é de agora que o senador do Nevada se notabiliza por actos ofensivos e palavras insultuosas. Porém, como está supostamente «do lado certo da História» (e da política), Barack Obama desculpou-o. No entanto, o actual presidente não teve o mesmo comportamento para com Trent Lott, que, em 2002, proferiu igualmente alguns infelizes comentários no mesmo âmbito. Mas, lá está, é do partido do elefante, e não do burro, logo... não se esquece e não tem perdão. Todavia, o exemplo máximo de como se pode ser beneficiado por se ser democrata e fazer declarações raciais insensíveis aconteceu igualmente durante a última campanha presidencial: outro proeminente senador admirou-se por o Sr. Hussein ser «articulado, brilhante, limpo e com bom aspecto» - e não só foi perdoado como ainda foi convidado para vice-presidente! E Bill Clinton, defendendo a candidatura da sua esposa Hillary, disse que Barack Obama, em outras circunstâncias, estaria a servir-lhes café!
Este (recentemente descoberto) dislate de Harry Reid, cujos contornos, contexto e causas Ann Coulter sumariza e satiriza, é, além de (mais) uma demonstração de dualidade de critérios, apenas outro episódio da estranha relação da comunidade afro-americana com um partido tão intrinsecamente racista como o Democrata. Contudo, nunca é de mais lembrar que há excepções.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Colher as tempestades

Há pelo menos um aspecto positivo na tentativa – felizmente falhada – por parte do nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab de explodir, a 25 de Dezembro último e em pleno voo, um avião que viajava entre Amesterdão e Detroit: a demonstração definitiva do fracasso da «estratégia» adoptada pela actual administração norte-americana para o mundo muçulmano em geral e para o terrorismo islâmico em especial. Algo que já se podia antever aqui em Novembro e em Dezembro.
Com a confusão que se instalou nos aeroportos um pouco por todo o Mundo, Barack Obama está a «colher as tempestados» dos «ventos que semeou»: ao desvalorizar o terrorismo, ao ameaçar agentes da CIA por supostas «torturas», ao anunciar o encerramento da prisão de Guantanamo, ao dar a criminosos de guerra prerrogativas de cidadãos, o presidente dos EUA contribuiu indirectamente – ou até mesmo directamente – para o enfraquecimento dos sistemas de segurança implementados pela anterior administração. Um processo descrito e denunciado, entre outros, por Ann Coulter, Bill O’Reilly, Dick Morris, Kathleen McFarland, Michael Goodwin e Toby Harnden.
Também grave, e inquietante, é a circunstância de Barack Obama parecer enfrentar estes problemas algo displicentemente. Já aquando do massacre em Fort Hood demonstrara uma – aparente? – insensibilidade, não dando àquele assunto a prioridade imediata que se justificava; agora, reagiu ao quase-atentado nos céu de Michigan tardiamente e de uma forma pouco convincente – seguindo um «modelo» já utilizado em outras ocasiões. Entretanto, veio assumir-se como responsável principal pelo que aconteceu – nada de extraordinário, apenas uma elementar obrigação (parou finalmente de culpar George W. Bush?); e admitiu, finalmente, que há uma guerra com a Al-Qaeda – será que enfim aceitou que Dick Cheney tem razão?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Balanços desequilibrados

O começo de um novo ano é um momento que costuma significar também, habitualmente... retrospectivas, balanços, análises, do ano que findou. Porém, e ultimamente, antes de se passar em revista os principais factos, e figuras, que se destacaram de Janeiro a Dezembro, deve-se ter cada vez mais em atenção o modo como esses factos e figuras foram, precisamente, destacados. É que, por o jornalismo já não ser o que era, descobre-se mais facilmente que há acontecimentos que não são correctamente cobertos... expondo, frequentemente, a incompetência ridícula e a precipitação leviana dos que os desvirtuam.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Rir por último

Porque é suposto que a transição entre o «ano velho» e o «ano novo» seja um pretexto para a celebração, a boa disposição, a animação, o Obamatório fecha 2009 e abre 2010 com o Newsbusted, um projecto humorístico que tem a «desvantagem» de não ser politicamente correcto. Vale a pena ver – e ouvir – tudo, e aproveitar para rir das «barracas» - e não só de Barack... - dos últimos 12 meses. Boas entradas... e melhores saídas!

domingo, 27 de dezembro de 2009

À maneira de Chicago

Chicago é a cidade que Barack Obama escolheu para residir e trabalhar, e onde iniciou a sua carreira política. Foi também, recorde-se, a cidade de Al Capone. Não só continua a ser uma das mais violentas como é ainda consensualmente considerada a mais corrupta dos Estados Unidos da América: vários têm sido os titulares de cargos públicos no Estado do Illinois investigados, acusados e até condenados em tribunal. Neste âmbito, o caso – a controvérsia – mais recente envolve o ex-governador Rod Blagojevich, cujas ligações tanto ao actual presidente dos EUA como ao criminoso Anthony Rezko continuam por esclarecer cabalmente.
Não espanta, pois, por isso que, regularmente, sejam feitas referências pouco abonatórias à «windy city» e àqueles que dela vieram. Bill Clinton já se referiu a Barack Obama como tendo «os instintos políticos de um rufia de Chicago». O senador Lindsey Graham afirmou que a «reforma» do sistema de saúde foi aprovada à custa de «politiquices sórdidas de Chicago». Não se trata apenas de obscuras manobras de bastidores que pouco devem à legalidade ou à ética: trata-se também de «avisar» os adversários e até de ameaçar os (supostos) correligionários, além de (tentar) intimidar a imprensa. Não é só a Fox News que se tornou um alvo: a Politico publicou um artigo intitulado «7 histórias que Barack Obama não quer que sejam contadas», e não tardou em receber uma subtil, mas hostil, reacção da Casa Branca.
Quando elementos da actual administração se queixam inclusivamente de um hipotético «tratamento injusto» por parte de um... humorista (!), não admira que os índices de (im)popularidade de George W. Bush e de Barack Obama estejam quase idênticos.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O pesadelo antes do Natal

Neste primeiro Natal em que é presidente dos EUA, Barack Obama – juntamente com a sua administração e o Partido Democrata – tem várias «prendas» para «oferecer» e pôr nos «sapatinhos» dos norte-americanos.
Entre essas «prendas» são de destacar: gastos governamentais no valor de 3,5 triliões de dólares em 2009 – um recorde para o primeiro ano de uma presidência; o tecto da dívida federal aumentado em 1,8 triliões de dólares; o défice orçamental aumentado para 9 triliões de dólares em 10 anos; o limite da dívida nacional aumentado para 13 triliões de dólares; número de empregos «sobre-avaliado em milhares» (devido a «fantasias»?) alegadamente criados pelo programa de estímulo à economia – este terá até beneficiado entidades sob suspeita; e, para acabar o ano em beleza, mais 1,1 triliões de dólares para gastar... Convenhamos que estas «prendas» são mais à medida de Jack Skellington do que do ancião de barbas brancas e de fato vermelho...
Já em Maio, Junho e Julho havia aqui sido notada a «fragilidade» (para usar um eufemismo...) das «Obamanomics» - que se compreende quando se sabe que o actual governo é, de entre todos dos últimos 100 anos, aquele que menos membros tem que trabalharam no sector privado... Porém, uma «solução» para «combater a crise» parece ter sido encontrada: dar «prendas» a quem faça doações a BHO e ao PD. A mesma lógica foi seguida na (preparação da) votação da «reforma» do sistema de saúde: os senadores democratas mais reticentes foram «comprados». Parece mais do mesmo «business as usual» em Washington promovido por quem prometia, há um ano, «mudança» na política... Estarão os Estados Unidos a tornar-se numa – enorme - «república das bananas»?
Greg Gutfeld, Liz Peek e Mike Huckabee são três de muitas pessoas que acreditam que se deve celebrar o Natal com a dedicação do costume apesar do que acontece(r) no Congresso... e na Casa Branca, onde a árvore está «decorada» com, entre outras, uma imagem de Mao. Pois... isso é mesmo... mau. Boas Festas!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mau ambiente

Terminou hoje, finalmente, e – felizmente! – em fracasso, a Conferência de Copenhaga, realizada sob a égide da sempre «relevante» e «eficiente» Organização das Nações Unidas, e que proporcionou aquela que foi talvez a maior congregação de charlatães de sempre na História da Humanidade.
Será que a nenhum dos «ambientalistas fundamentalistas» ocorre que falar em «combater as alterações climáticas» é, em si mesmo, ridículo? Que é natural no clima... a alteração, e que a actividade humana não o condiciona? Que faz tanto sentido combater as (alegadas) «alterações climáticas» quanto a rotação da Terra ou as erupções solares? Que os factos devem sobrepôr-se ao fanatismo? E que é anedótico (continuar a) falar em «aquecimento global» quando o Hemisfério Norte, tudo o indica, está a entrar num Inverno em que serão batidos, novamente, recordes de temperatura... negativos? Até em Agosto não era difícil prever isto!
Se os «arautos da desgraça» - que urge desmascarar - reunidos na capital da Dinamarca têm semelhanças com aquelas seitas que regularmente apregoam que está para breve o fim do Mundo como consequência dos «pecados» da Humanidade... é porque eles constituem, precisamente, uma! A diferença, agora, para maior e para pior, está em que os Estados Unidos da América, por culpa da presidência de Barack Obama, se juntaram oficialmente ao «culto».
Entretanto, em Portugal, é deprimente – hilariantemente deprimente – constatar que praticamente todos os jornais, revistas, rádios e televisões «competem» para ver quem dá as «notícias» e as «previsões» mais absurdas, alarmistas e apocalípticas. Na «nossa» comunicação social pouco ou nada se sabe, por exemplo...
Da verdadeira extensão e implicações do chamado «Climategate», a prova definitiva de que o alegado «aquecimento global» mais não é do que o resultado da manipulação e da distorção de dados e de provas, da discriminação e do silenciamento de críticos e de cépticos...
Do verdadeiro papel desempenhado pelo grande «apóstolo» desta «nova religião», Al Gore, cujos interesses pessoais nos «negócios verdes» e os vários erros e falhas da sua «doutrina» vão sendo sucessivamente desmascarados... sim, até em Copenhaga...
Da verdadeira natureza, enfim, de uma iniciativa que não só deixa uma descomunal «pegada de carbono» - sim, é verdade! - como também proporciona a Hugo Chávez uma enorme ovação. Diz-me quem aplaudes, dir-te-ei quem és... Havia de facto algo de «podre» - que «cheirava mal» - no reino da Dinamarca, mas o mais provável é que fosse o presidente da Venezuela...
Enfim, e como sempre, há fontes alternativas de informação, e o ambiente não é excepção. Pode-se começar por aqui. E seguir sem desfalecimentos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

MLK não era democrata

No seu discurso, dito hoje, de aceitação do Prémio Nobel da Paz que imerecidamente lhe foi atribuído (no decurso de uma visita a Oslo em que se furtou a uma série de eventos nos quais os laureados habitualmente participam), Barack Obama evocou em especial – entre outros premiados do passado – Martin Luther King.
O que o actual presidente dos EUA não mencionou nesta ocasião, nem certamente alguma vez mencionará, por força da «praga do politicamente correcto», é que o autor do discurso «Eu tenho um sonho» era um eleitor do Partido Republicano! Sim, o partido de, entre outros, Bush filho e pai, de Reagan, de Nixon, de Eisenhower, de Roosevelt (o Theodore, não o Franklin...)... e de Lincoln! Obviamente que o grande defensor dos direitos civis dos negros americanos só poderia ser adepto do partido que foi fundado para combater a escravatura e não do que mais defendeu... a escravatura, primeiro, e a segregacão, depois, e à sombra do qual foi criado o Ku Klux Klan. Exactamente: o Partido Democrata! Um artigo de Frances Rice enuncia e explica estes factos... que alguns persistem em negar.
É por isto incongruente que ainda hoje a grande maioria dos afro-americanos vote regularmente no Partido Democrata e nos seus candidatos. Dir-se-ia que a maior parte da população negra dos Estados Unidos (Condoleeza Rice e Michael Steele são duas entre muitas excepções) ainda não se emancipou totalmente e prefere continuar dependente dos (novos) «senhores da plantação». O que até faz sentido: após a segregação veio a «(in)segurança social» - exponenciada agora na proposta democrata de «reforma» do sistema de saúde – que poderá transformar-se, sob Barack Obama, num «socialismo à americana». Aliás, quando Jesse Jackson chega ao cúmulo de dizer que um homem negro que vote contra a healthcare bill não é... um homem negro, tal é um sinal de que a desonestidade intelectual e a chantagem emocional se tornaram indissociáveis do sectarismo ideológico e partidário.
A «esquerda» nos EUA, corporizada nos «liberais» - na verdade, elitistas paternalistas – do Partido Democrata, considera que os negros lhe pertencem, que são sua propriedade... e costuma reagir com violência – verbal e física - quando as «ovelhas ronhosas» se afastam do «rebanho». Sim, a cor dos modernos seguidores da «Lei de Lynch» é a azul.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Houve piores do que os «penetras»

Ainda não cessou – aliás, deverá continuar – a controvérsia suscitada pelo casal que entrou na Casa Branca sem convite aquando do jantar oferecido por Barack Obama a Manmohan Singh, primeiro ministro da Índia.
Convém, porém, estabelecer dois factos: primeiro, esta «falha de segurança», «quebra do protocolo», ou como se lhe queira chamar, é a primeira no seu género e é da responsabilidade da actual administração norte-americana – esta, também aqui, se revela uma infeliz «inovadora»; segundo, Tareq e Michaele Salahi nada fizeram de realmente inconveniente ou perigoso, tendo-se limitado a circular, cumprimentar e a tirar fotografias com algumas «celebridades» – nomeadamente o próprio Obama, o vice presidente Joe Biden e o chefe de gabinete Rahm Emanuel.
Dois verdadeiros convidados – curiosamente, ambos «comediantes» - comportaram-se muito pior num outro jantar dado este ano pela Casa Branca: David Cross revelou ter consumido cocaína, e a pouca distância do presidente – este não deverá ter ficado (muito) incomodado porque ele próprio já o fez; e Wanda Sykes desejou a morte de Rush Limbaugh com uma «falha dos rins» - e o Sr. Hussein riu-se da «piada»...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Terroristas... ou «turistas»?

Duas recentes decisões de Barack Obama e da sua administração podem talvez ser caracterizadas, resumidas, pela mesma palavra: tibieza.
Julgar os participantes sobreviventes dos ataques de 11 de Setembro num tribunal civil em Nova Iorque, e enviar (após muito atraso e hesitação...) mais tropas para o Afeganistão com uma data de retirada pré-definida, vai, em última instância, implicar as mesmas consequências, causar os mesmos resultados: fortalecer a determinação dos terroristas, reforçar a sua resistência. No primeiro caso, é-lhes dado um «palco» privilegiado onde poderão propagar a sua propaganda anti-americana e anti-ocidental – e beneficiar de garantias e de prerrogativas que não teriam num tribunal militar (local indicado para combatentes inimigos que é o que eles são), incluindo, provavelmente, a exigência de divulgação de informações confidenciais. No segundo caso, porque foi afirmado que a vontade de vencer dos EUA tem – sob o actual presidente – um «prazo de validade» (vai só até 2011...), os talibã apenas têm de... esperar. Para tomarem novamente o poder e fazerem aquilo de que mais gostam: destruir, matar, oprimir (principalmente as mulheres).
Sobre estes temas aconselha-se: as análises, os comentários, as opiniões de Bill O’Reilly, Greg Gutfeld (um e dois), Karl Rove, Kevin McCullough e Pat Buchanan; as reacções de outros dois proeminentes membros da administração de George W. Bush – Dick Cheney e Don Rumsfeld; e o «debate» entre o Senador Lindsey Graham e o Procurador-Geral Eric Holder, em que ficou bem evidente... a tibieza da actual administração.

domingo, 29 de novembro de 2009

Uma «tripla» de Andrew Klavan

Porque aqui no Obamatório apreciamos bastante os comentários de Andrew Klavan, decidimos hoje oferecer não uma simples, não uma dupla, mas sim uma tripla «dose» dele! E pode dizer-se que se trata de uma «trindade», não propriamente «santíssima», mas mais a tender para o profano: sexo, Deus e... «demónios»!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sarar «feridas»

Sarah Palin está de volta (não que ela tenha estado propriamente ausente...) para apresentar e promover o seu livro «Going Rogue – An American Life». O que constitui um pretexto, logicamente, para várias presenças na comunicação social que servem para abordar os factos mais notáveis da sua vida, com destaque óbvio para a campanha presidencial de 2008, mas não só.
Tanto se tem dito e escrito de errado sobre esta mulher que o melhor é mesmo, mais uma vez, vê-la e ouvi-la sem (muitas) interferências nem mediações, e durante algum tempo (nada de pequenos segmentos descontextualizados pelos lamestream media) – tal como já se fez aqui em Fevereiro. Assim, propomos, por agora, as entrevistas dadas a Bill O’Reilly (partes um, dois e três) e a Sean Hannity (partes um, dois e três).
Entretanto, o renovado interesse pela anterior governadora do Alaska, um ano depois da sua espectacular entrada na «primeira divisão» da política norte-americana, tem dado azo, compreensivelmente, a reacções díspares. Há a simpatia da actual secretária de Estado dos EUA e a grosseria de um colunista do New York Times. Há a histeria dos «organizadores por Obama». Há o comentário de Geraldine Ferraro, a primeira mulher a ser candidata a vice-presidente dos Estados Unidos. Há o bizarro «excesso de zelo» da Associated Press, que destacou 11 (!) dos seus repórteres para «confirmarem os factos» - e que não detectaram (grandes) falhas – no livro de Sarah Palin... mas que não adoptou o mesmo procedimento para com os livros, por exemplo, de Bill Clinton e de Barack Obama. Enfim, há a curiosa constatação de que a popularidade do actual presidente está a descer ao mesmo tempo que a da ex-candidata a vice-presidente está a subir... o que faz com que estejam prestes a «encontrar-se».

sábado, 21 de novembro de 2009

O massacre no Texas...

... Foi um acto de terrorismo. Por um terrorista infiltrado no próprio exército norte-americano.
Nidal Malik Hasan, que assassinou 13 pessoas e feriu outras 30, vinha dando indícios há bastante tempo de que era um «Soldado de Alá» que poderia seguir o exemplo dos bombistas-suicidas que regularmente dizia compreender e defender. Além de condenar as intervenções dos EUA no Afeganistão e no Iraque, propor que os soldados americano-muçulmanos fossem considerados «objectores de consciência», tentar contactar a Al-Qaeda, expressar vontade de morrer (para depois encontrar no céu as 72 virgens?)...
É inacreditável que elementos das forças armadas e policiais, que já o conheciam e sabiam do seu comportamento, não tenham agido preventivamente de modo a impedir a atrocidade ocorrida a 5 de Novembro em Fort Hood. Mas é também inacreditável o que se tem passado depois, em que várias vozes se levantaram, não tanto para condenar este acto de barbárie, mas quase para o desculpar, como que tornando o agressor numa vítima... de uma suposta coacção que não verdade não existia. O «politicamente correcto», neste caso o (exagerado) «respeito» - ou medo? – do Islão é o culpado do que aconteceu. Tanto se receou parecer-se discriminatório que acabou por ser-se negligente. Ann Coulter e James Pinkerton explicam bem este – funesto – fenómeno.
A cobardia perante os muçulmanos extremistas pode assumir diversas formas, atingir diferentes pessoas. Como, por exemplo, Roland Emmerich. É por isso que o sucesso ou o fracasso na luta contra o expansionismo maometano dependerá também, como demonstra Mark Tapson, do que se fizer (ou não) tanto no pequeno como no grande ecrã.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mais um trono, mais uma vénia

Será que já se pode falar em tendência, em padrão, em... mania? Barack Obama fez mais uma vénia a um alto dignatário estrangeiro – desta vez foi ao Imperador do Japão. Sim, e tal como em Abril, quando o presidente norte-americano se curvou perante o Rei da Arábia Saudita, este «dobrar de espinha» continua a ser uma grave violação do protocolo diplomático dos EUA – e se a Casa Branca diz que não é verdade... mente!
O «incidente» torna-se ainda mais incómodo quando se sabe que: dezenas de outros chefes de Estado e de Governo já se encontraram com Akihito nos últimos anos... e nunca se curvaram; e que Barack Obama não fez uma vénia à Rainha Isabel II, apesar de ela ser uma monarca... e uma mulher (mas branca). Até no «insuspeito» (de simpatias com a «direita») Los Angeles Times se pergunta: «quão baixo irá ele descer?»
Houve ainda o pormenor aparentemente pequeno, mas perturbante, de numa conferência de imprensa o actual presidente se ter recusado a dizer se concordava, ou não, com o lançamento das bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki – decisão que, recorde-se, foi tomada por outro presidente democrata (Harry Truman). Enfim, talvez que, como os discursos que tem feito fora do país, estas – para usar um eufemismo – «demonstrações de deferência» sejam outra forma de Barack Obama pedir «perdão»... pela sua (?) nação. Será que dela ele não conhece, ou não respeita, a sua história e os seus valores?
Entretanto (isto é uma actualização), e porque não há duas sem três, BHO, sabe-se agora, também se curvou perante Wen Jiabao, primeiro ministro da China, durante esta sua recente digressão pela Ásia - o que torna ainda mais divertida esta paródia no Saturday Night Live (repare-se nas sucessivas «vénias» que o «presidente chinês» faz...)

domingo, 15 de novembro de 2009

O «43» falou (e a esposa também)

Na passada quarta-feira o anterior presidente norte-americano fez o seu «regresso à ribalta» da política.
Discursando na Universidade Metodista do Sul, em Dallas, onde irá ficar situado o Centro Presidencial George W. Bush (que incluirá biblioteca, instituto de investigação e museu), o «Nº 43» avisou contra os excessos de intervenção do Estado na economia, lembrando que as decisões que tomou no ano passado – aquando do início da crise financeira – foram uma excepção. Mas não foi só George quem falou recentemente. A sua esposa Laura concedeu uma entrevista a pretexto também do futuro centro presidencial no Texas, e onde se abordaram vários temas – entre os quais o progresso da situação das mulheres em países islâmicos como o Kuwait e o Afeganistão.
Isto acontece, significativamente, numa altura em que são cada mais evidentes as diferenças de tratamento dadas pela (maior parte da) comunicação social ao «43» e ao «44». A ponto de já se perguntar: «e se George W. Bush tivesse feito aquilo (que Barack Obama fez)?»

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Dizer «não»

Muitos dos que gritararam «Sim, podemos!» já estão a dizer «Não, não devemos»... e a passar das palavras aos actos.
Na semana passada não só os candidatos do Partido Republicano venceram as eleições para os cargos de governadores de Nova Jérsia e da Virgínia mas também, num referendo, a maioria dos eleitores do Maine recusou a legalização do «casamento» entre pessoas do mesmo sexo. Até agora, todas as tentativas nesse sentido feitas nos EUA – votações em 31 Estados – falharam. Algo que deveria servir de exemplo, e de motivo de meditação, para Portugal...
Gary Graham já havia sugerido que o «No» significa, na verdade, «Know». Bradley Blakeman já havia também garantido que o mais correcto é dizer «No» aos democratas. Compreensivelmente, Barack Obama desvaloriza «os do outro lado» - apesar de ter prometido, durante a campanha eleitoral, que iria promover consensos entre os dois partidos e unir o país - e vitupera outro tipo de «naysayers»: os que contestam a tese – isto é, a fraude – do «aquecimento global».
Porém, e para piorar ainda mais as coisas, parece que no estrangeiro todos dizem «não» ao Presidente dos Estados Unidos!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Na «ressaca», um ano depois

Barack Obama foi eleito Presidente dos Estados Unidos da América há um ano. E a «melhor» maneira de «comemorar» foi, sem dúvida, a vitória, ontem, do Partido Republicano nas eleições em Nova Iorque, Nova Jérsia e Virgínia!
Já antes desta derrota se falava em «susto» e em «ressaca de Obama» entre os democratas, muitos deles preocupados com os ataques que a actual administração tem feito a todos os que não seguem a «linha oficial». Por isto, e por todos os erros, trapalhadas e escândalos que já se verificaram neste ano (oportuna e devidamente apontados aqui no Obamatório mas não na generalidade da imprensa portuguesa), não é de admirar que este presidente tenha registado a maior queda de popularidade nos últimos 50 anos.
Àparte os «fiéis» que dirão bem do seu «ídolo» não obstante as evidências, os factos e... os números, comentadores como Jon Kraushar, Juan Williams, Peggy Noonan e Thomas Sowell não têm hesitado em colocar os «dedos» nas «feridas» desta presidência: narcisismo, poucas ou más «mudanças», não assunção das responsabilidades, (tentativa de) reformulação dos fundamentos do país. Ou, como sugerem Liz Peek e S. E. Cupp, existem as hipóteses – perturbadoras – de Barack Obama ser um «boneco» cujos «fios» são manipulados por outros, ou então alguém simplesmente... vazio. Como, aliás, Nancy Pelosi parece cada vez mais ser, ao ouvir-se mais uma das suas hilariantes e inacreditáveis afirmações.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Está aberta a «caça à raposa»

As suspeitas já eram mais que muitas, agora há a certeza: para a actual administração norte-americana a liberdade de imprensa só é boa se for para dizer bem dela, se for para relatar unicamente os aspectos (supostamente...) favoráveis e ignorar ou distorcer os desfavoráveis. E esse «princípio» tem sido seguido por quase toda a main stream media dos EUA – com destaque para ABC, CBS, NBC (cuja loja vende(u) souvenirs do «Messias»!), CNN, PBS, New York Times, Washington Post (este com pelo menos uma excepção)... – desde que Barack Obama foi nomeado candidato pelo Partido Democrata à presidência. Entre os grandes meios, e com excepção de vários intervenientes na rádio e na Internet e meia dúzia de jornais, a única voz discordante tem sido, precisamente, a da Fox; que, não por coincidência, tem visto a sua audiência e a sua influência (e as suas receitas...) crescerem constantemente, em paralelo com o declínio dos media referidos acima. Pelo menos nos EUA, e mesmo que isso leve algum tempo, a maioria do público acaba por saber distinguir a propaganda da informação, e tem encontrado na Fox as notícias, os factos, que em outros canais e jornais não encontra. E essas notícias, esses factos são, não mentiras, mas sim verdades... inconvenientes para todos aqueles que têm como táctica habitual – e que o assumem! – o controlo da informação.
Só um outro presidente americano, e a sua administração, tiveram um comportamento semelhante ao que Barack Obama e a sua equipa estão a ter: Richard Nixon! E sabe-se o que aconteceu depois... Entretanto, já existiam indícios de que a actual manipulação estava a atingir o limite de saturação. E parece que entre os «controlados» ainda existem, afinal, alguns resquícios de lucidez e de dignidade... Como salienta Andrew Klavan, o grande «argumento» da esquerda, desde sempre e seja onde for, é, invariavelmente, «calem-se!» Por isso, há que falar, perguntar, sempre!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

«Guerra» no golfe

Em nove meses – isto é, desde que tomou posse – Barack H. Obama já disputou o mesmo número de partidas de golfe que George W. Bush disputou em dois anos e 10 meses. É um assunto trivial? Sim, seria se, precisamente, não se tivesse também criticado o anterior presidente norte-americano por, supostamente, dedicar muito tempo a este desporto, a este «divertimento», enquanto soldados seus compatriotas morriam no Iraque. Supõe-se, por isso, que o marido de Michelle tem aproveitado os giros pelos greens para reflectir sobre o que vai decidir quanto ao Afeganistão, onde soldados seus compatriotas também morrem e se aguarda há meses por reforços...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ele não anda sobre a água (ainda)...

Andrew Klavan pergunta: «É Barack Obama Jesus Cristo?» Depois de receber o Prémio Nobel da Paz apenas pelas suas supostas «boas intenções», a pergunta tem toda a razão de ser... Porém, parece que, afinal, nem todos os noruegueses do Comité Nobel concordaram com a distinção do presidente norte-americano... por já saberem que ele não cumpre as suas promessas! Um facto salientado por Kevin McCullough, que, anteriormente, já alertara para o perigo que constitui a «visão do Mundo» do Sr. Hussein.
Há quem, como Jeffrey Jena, encare o actual inquilino da Casa Branca, e a sua actuação, com humor, e preveja uma próxima (mais uma...) «digressão de desculpas»; ou, como Burt Prelutsky, com rancor, e diga que, com Barack Obama, os EUA estão a deixar de ser vermelhos, brancos e azuis, e a ficarem, apenas... vermelhos.
Talvez este seja o «novo sonho americano», tal como imaginado por Chris Muir. Que poderá tornar-se num pesadelo se confirmar-se, como reporta Edmund Conway citando reputados economistas, que o presidente norte-americano e a sua equipa estão a cometer os mesmos erros feitos durante a grande depressão dos anos 30. E não estamos a imaginar (ainda...) Barack Obama a transformar a água em vinho e a multiplicar os pães e os peixes...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Paz podre

Sim, é inegável: a atribuição a Barack Obama do Prémio Nobel da Paz é, mais do que injustificada, ridícula. Os comentários recentes, por exemplo, de Michael Binyon e de Michael Goodwin, sublinham todos os aspectos principais desta grande, e desagradável (excepto para os «fiéis») surpresa.
Esta decisão confirma também o que recentemente afirmei – meio a sério, meio a brincar – sobre os noruegueses... mal imaginava eu que, poucos dias depois, eles iriam justificar o ditado «não há duas sem três». Nomeado talvez uma semana depois de tomar posse (!), o actual presidente norte-americano viria, sem dúvida, a confirmar a escolha do Comité Nobel da Noruega com as suas sucessivas – e dúbias – iniciativas de «apaziguamento», várias já referidas aqui, das quais há a destacar as relativas aos muçulmanos em geral e ao Irão em particular.
Mais recentemente, Barack Obama voltou a demonstrar que, para ele, «coexistência pacífica» é fazer as vontades a ditadores (assumidos ou não): anunciou que os EUA não instalarão o escudo antimíssil na Europa de Leste; autorizou que uma destacada figura da junta militar da Birmânia viajasse até Washington; e recusou-se a encontrar-se com o Dalai Lama, seguindo o exemplo não de George W. Bush mas sim de... José Sócrates!
A Escandinávia foi a região do Mundo que, numa só semana, deu ao actual inquilino da Casa Branca duas sensações bem fortes... e opostas: na Dinamarca a «sua» Chicago perdeu os Jogos Olímpicos de 2016; da Noruega veio o Prémio Nobel da Paz. Pelo menos, é um «troféu» que deverá ficar bem junto aos restantes.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Deixai ir as crianças!

Nos EUA são cada vez mais os casos registados de crianças e de jovens a entoar canções, ou «cânticos», de louvor a Barack Obama – em especial depois de ele ter sido empossado como presidente mas também antes. Obviamente, não são os mais novos a tomar essa iniciativa mas sim os mais velhos, professores e/ou pais... todos eles, claro, membros ou simpatizantes do Partido Democrata. Exemplos? Este, este, este, este... E mais estes!
Poder-se-á perguntar: é assim tão estranho? Não se faz, ou fez, isto em outros países? Claro que sim! Na Alemanha de Hitler, na Rússia de Estaline, na China de Mao, na Coreia do Norte de Kim-Il-Sung e de Kim-Jong-Il, na Cuba dos irmãos Castro...
Estes «momentos musicais» podem representar, porém, apenas um pormenor entre outros da «escola da era Obama». Há a intenção, por parte da actual administração, de aumentar o período de aulas e de diminuir o período de férias – o que pode trazer mais desvantagens do que vantagens... E, mais importante, há que contar com o contributo de Kevin Jennings, conselheiro da Casa Branca para as «Escolas Seguras e Livres de Drogas»: em 2000 criticou as escolas por «promoverem a heterossexualidade» (!) e apelou às mesmas – e até aos jardins infantis! – que ensinassem mais «matéria gay»... Pobres crianças! Deixai-as ir.... ou seja, fugir!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Marchas (im)populares

A 12 de Setembro último ocorreu em Washington uma das maiores manifestações, marchas, de protesto alguma vez ocorridas na capital dos EUA... e que – surpresa! – não teve como destinatário principal das críticas (ainda) George W. Bush mas sim... Barack H. Obama!
Houve divergências quanto ao número total de pessoas presentes. Mais de um milhão? Milhares? Foram, de certeza, muitas... tantas que até se falou de um «Woodstock conservador»! E não eram perigosos racistas de extrema direita mas sim cidadãos comuns, crescentemente preocupados com a perspectiva de um governo, e de uma burocracia, cada vez maiores e mais intromissores nas vidas e nos valores de famílias, de empresas, de toda a sociedade civil.
Para altos dirigentes do Partido Democrata como, por exemplo, a desacreditada Nancy Pelosi (a «Speaker of the House», ou seja, a Presidente da Câmara dos Representantes), o que aconteceu há duas semanas pode prenunciar, incitar uma vaga de violência política (!) Mas é óbvio que ela não teve estas preocupações num passado recente, quando sucessivas manifestações, marchas de protesto contra o anterior presidente norte-americano suscitaram, mais do que insultos, ameaças verdadeiramente preocupantes. A ver... e a comparar. Temos que estar sempre atentos aos sinais.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A ponta de um ACORN

ACORN significa Association of Community Organizers for Reform Now. É uma instituição que, nas últimas décadas, ganhou muito poder nos EUA. Tem como objectivo declarado apoiar pessoas desfavorecidas mas, na verdade, tem-se evidenciado enquanto grupo de pressão e de recrutamento a favor do Partido Democrata. No ano passado, durante as eleições presidenciais, foram divulgados diversos casos de irregularidades no registo de eleitores, envolvendo falsificação de identidades (até o rato Mickey tentaram recensear!), que, após investigação pelas autoridades, implicaram processos e condenações em tribunal.
Este ano novo escândalo: dois jovens activistas deslocaram-se a diferentes escritórios da ACORN em diferentes cidades e, apresentando-se como chulo e prostituta, em todos eles pediram informações sobre... como montar um bordel, «importar» menores latino-americanas e fugir aos impostos! E essas informações foram-lhes dadas! E filmaram, gravaram, tudo! Receberam a ajuda de Andrew Breitbart, e, entre os média americanos, só a Fox News Network, várias estações de rádio e alguns portais da Internet divulgaram o caso logo desde o início; os outros ignoraram-no completamente... ou referiram-se a ele tardia e timidamente, sem dúvida porque a ACORN sempre foi uma grande apoiante de Barack Obama, com a qual, aliás, o actual presidente trabalhou no passado – afinal, ele também foi um «organizador comunitário» («community organizer»)...
O escândalo tem sido tal que até Jay Leno e Jon Stewart já o satirizaram – com o apresentador do «The Daily Show» a querer saber inclusivamente, e veementemente, «onde é que estavam os verdadeiros jornalistas». Enfim, esta é uma história que até poderia dar um filme... mas como não são conservadores, republicanos, os «maus da fita», o mais provável é que ele nunca seja feito...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

«A Hemorróida da Nação»

Só por absoluto atrevimento ou por completo desconhecimento é que se pode atribuir actualmente alguma relevância ao que James Carter diz – incluindo apontar o racismo como causa das críticas às políticas de Barack Obama. Uma acusação que foi rejeitada por muitos... e até pela Casa Branca!
O homem que foi Presidente dos Estados Unidos da América entre 1976 e 1980, e que foi um fracasso tanto interna como externamente, ainda hoje não consegue – ou não quer – compreender o que de facto acontece à sua volta. E que se apresenta como aquilo que realmente é: um velho ressentido, amigo de ditadores, anti-semita... tanto que, recentemente, até Osama Bin Laden terá recomendado um livro dele!
Não irei ao extremo de afirmar, como John McCain afirmou, que James Carter foi «o pior presidente do século XX, talvez da História»; ou, como Rush Limbaugh afirmou, que ele é «a Hemorróida da Nação». Mas se fosse precisa uma imagem que corporizasse o que de mais degradante os EUA têm... seria a dele. Recebeu o Prémio Nobel da Paz? E depois? Também Al Gore! Apenas significou, nos dois casos, que os noruegueses são doidos (afinal, têm tanto bacalhau e não o sabem cozinhar...) e que não gosta(va)m de George W. Bush!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Mentira... ou verdade

Na semana passada houve uma grande «comoção» em Washington: durante o discurso de Barack Obama no Congesso, o representante do Estado da Carolina do Sul (e membro do Partido Republicano) Joe Wilson gritou, ao Presidente, «Você mente!», quando aquele garantia que os imigrantes ilegais não seriam cobertos pelo sistema de saúde dos EUA (se a reforma do mesmo que o Partido Democrata propõe fosse aprovada).
Independentemente dos motivos, foi indubitavelmente uma atitude incorrecta; tanto que Joe Wilson apresentou posteriormente o seu pedido de desculpas à Casa Branca, que as concedeu. Porém, tal não foi suficiente para os democratas do Congresso, que exigiram que Joe Wilson se retractasse publicamente no Capitólio, o que ele não fez... e, assim, o representante foi ontem desaprovado publicamente, após votação, no que constituiu a primeira vez que um membro do parlamento federal norte-americano foi penalizado por falar durante um discurso de um Presidente dos EUA!
Vários comentadores conservadores norte-americanos, entre os quais Ann Coulter, Phyllis Schlafly, Rush Limbaugh e Victoria Jackson, condenaram veementemente a manobra dos liberais, porque: Joe Wilson já pedira perdão ao Presidente; a proposta de Barack Obama estará mesmo repleta de... inverdades; e vários democratas já faltaram ao respeito, no passado, a presidentes republicanos. Em particular a George W. Bush: a quem Al Gore chamou de «traidor»; a quem um representante da Califórnia chamou de «mentiroso»; a quem Harry Reid chamou de «perdedor»; que foi vaiado, e até interrompido, pelos democratas durante o discurso do Estado da União em 2005 e em 2006 (aqui sendo de destacar um então senador pelo Illinois...). Enfim, até Obama já acusou Bill Clinton de dizer mentiras!
O respeito não é devido a todos? O que espanta e indigna é, mais uma vez, a dualidade de critérios. Que nem umas inacreditáveis, incríveis, «regras para protestar» parecem ser capazes de atenuar.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Há oito anos...

... Aconteceu o dia que, sim, mudou o Mundo. Para ver, ouvir... e sentir, uma evocação, que é também uma reflexão, pelo sempre notável Andrew Klavan. E ler também os testemunhos de Gary Graham, John Nolte e Mark Tapson.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

«Vandalismos»

Apresentando... Anthony «Van» Jones, que, no passado dia 6, se demitiu – ou foi demitido – do cargo de conselheiro da Casa Branca para os... «Empregos Verdes». Porém, este ex-ajudante de Barack Obama era (é) mais do género «melancia»: verde por fora, vermelho (e muito...) por dentro.
Provas? A dificuldade está na escolha, em por onde começar: ele é um dos que acreditam que o 11 de Setembro de 2001 resultou de uma conspiração interna; disse que os republicanos são uns «buracos de rabos»; que o governo de George W. Bush se serviu da bandeira americana para bater nos opositores à guerra no Iraque; comparou o anterior presidente a um drogado; declarou que «apenas os jovens brancos é que disparam nas escolas»; que «poluidores brancos envenenam as comunidades das minorias»; afirmou que o objectivo dos «empregos verdes» é fazer uma revolução que supere o «capitalismo cinzento»; exortou marxistas, anarquistas e (outras) «pessoas espirituais» a praticarem um «activismo convergente». E há mais, acreditem... como o ter sido preso por ter participado num motim!
Anthony «Van» Jones é tão só mais um exemplo do (baixo) nível e da (falta de) classe das pessoas com quem Barack Obama se tem rodeado... no passado como no presente. Sim, lembremo-nos do provérbio: «diz-me com quem andas...» No entanto, este caso pode ter tido, pelo menos, uma «vantagem»: a de incentivar outros comunistas norte-americanos a, finalmente, «saírem do armário»!

sábado, 5 de setembro de 2009

No «comboio» descendente

Quando os índices de popularidade descem acentuadamente (sim, são piores do que os de George W. Bush no mesmo momento do seu primeiro mandato), quando o défice aumenta vertiginosamente, quando os protestos populares se multiplicam contra as suas iniciativas (como a reforma do sistema de saúde ou a – aparente – doutrinação de crianças), o que podem fazer Barack Obama, a sua Administração, o Partido Democrata e os seus apoiantes?
Várias coisas: culpar o Nº 43 (mais uma vez) e criar (mais uma) «cortina de fumo» sobre alegadas «torturas» praticadas pela CIA, tentando demonizar não só o anterior Presidente mas, principalmente, o anterior Vice Presidente (o que, ironicamente, pode consolidar a «reabilitação» de Dick Cheney); dizer que todos os críticos e opositores são «racistas» (mesmo que os assuntos em discussão nunca tenham a ver com etnias e cores de pele), e, se isso não resultar, tentar silenciá-los e boicotá-los; recorrer ao «spam» em larga escala (levando Karl Rove a imaginar o que lhe fariam se ele tivesse implementado algo semelhante); e, como último recurso, entrar em delírio.
O que se esperaria é que, por esta altura, Barack Obama já tivesse cessado a campanha eleitoral e começado a liderar, efectivamente, o país. Como, aparentemente, isso ainda não aconteceu, ele corre o risco de se tornar, rapidamente, irrelevante. E irreversivelmente impopular.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O problema com Harry

Apresentando... Harry Reid, líder da maioria (Partido Democrata) no Senado dos EUA: é um dos mais desacreditados, impopulares e ridicularizados políticos norte-americanos. Três exemplos recentes das suas «qualidades»: afirmou, numa entrevista, que a morte de Edward Kennedy pode ajudar a aprovar a reforma do sistema de saúde proposta por Barack Obama (!); terá ameaçado um jornal do seu próprio Estado (o Nevada) que não lhe é propriamente favorável; e organizou uma «sessão de esclarecimento»... à porta fechada, e por convite!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A senhora na água

Para deitar um pouco de... «água na fervura» na (quase) unanimidade elogiosa ao recém- falecido Edward Kennedy, sugere-se a leitura de três artigos, um de Mark Steyn, um de Dan Gifford e um de Andrew Breitbart, que evocam (principalmente, mas não só) a morte, ocorrida há 40 anos, de uma mulher - sacrificada, pode dizer-se, a bem da carreira política do senador do Massachusetts... que, ao longo da sua vida, revelou ser pouco, ou nada, católico.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ele fala, fala, fala...

... E será que diz alguma coisa de jeito? Segundo Andrew Klavan, nem por isso: Barack Obama (autêntica «picareta falante») tem principalmente «falado porcaria» («talking crap», no original)... e exemplos não faltam! Mais exemplos da «pouca esperteza» do actual Presidente são dados por Clarice Feldman, e depois de os vermos/lermos fica a dúvida se afinal será mesmo Joe Biden o mais trapalhão dos dois... Na verdade, não foi propriamente... muito inteligente acusar polícias de terem agido «estupidamente» antes de se ter o completo conhecimento dos factos. É caso para dizer: olha quem fala! Porém, Obama está em boa companhia: Bill Maher, mesmo apesar da vitória do seu candidato, ainda pensa que os EUA são um «país estúpido»!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Tratar ou não da saúde...

... É a questão. A reforma no sistema de saúde dos EUA que Barack Obama está a tentar concretizar demonstra não só a sua ideologia socialista mas também o seu objectivo – irrealista – de mudar a natureza mais profunda do grande país. Nomeadamente, nacionalizar, tornar público, o que está melhor no âmbito privado.
Ao contrário do que o Presidente e os seus apoiantes dizem, o actual sistema é, globalmente, de elevada qualidade, e as suas eventuais insuficiências são reduzidas e não exigem a revolução radical, dispendiosa, complexa e confusa corporizada na proposta do Partido Democata. Tanto assim é que o próprio Obama já admitiu que não conhece todos os pormenores daquela; além disso, há congressistas democratas que se mostra(ra)m admirados pela atitude do Presidente neste assunto, enquanto outros recusa(ra)m-se a assinar um compromisso prometendo ler toda a proposta antes de a votar. Signficativamente, em mais um dos «bushismos» em que ele tem sido pródigo (e que não são divulgados pelos média portugueses), Obama afirmou que o modelo que preconiza trará «maiores ineficiências»... O que até nem surpreende, porque um dos seus principais conselheiros nesta área é John Holdren, que já defendeu políticas extremistas de controlo da população tais como abortos forçados e esterilização em massa. Deve ser por isso que esta(va)m previstos «painéis da morte» que determinariam, em última instância, quem é que poderia receber cuidados médicos.
No cerne desta questão parece estar uma hipocrisia: Barack Obama quer para os outros o que ele não quer para si e para os seus familiares; é o clássico «faz o que eu digo, não o que eu faço.» E tantas contradições poderão estar a criar – segundo um colunista do New York Times! – uma «marcha suicida liberal (isto é, do Partido Democrata)! Até lá, e enquanto se tem a «mão na massa» (leia-se «dinheiros públicos»), nada melhor do que encomendar umas campanhas a «empresas amigas». Sim, é a «mudança em que podemos acreditar»...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Os «57 Estados»

Mais uma pausa na actualidade e mais uma viagem ao passado recente. No ano passado, durante a campanha eleitoral para a presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama cometeu aquela que foi a terceira (e talvez a pior) «gaffe» enquanto candidato – as outras duas foram, recorda-se, chamar «porca» a Sarah Palin e «peixe velho» a John McCain, e admitir que o seu grande objectivo é «espalhar (isto é, redistribuir) a riqueza».
Como qualquer habitante dos EUA com pelo menos 10 anos tem obrigação de saber, aquele país é constituído por 50 Estados; é um número simples e fácil de memorizar. É por isso que foi bastante bizarro – e isto é um eufemismo – ouvir o agora Presidente dizer, então, que já tinha visitado... 57 Estados! Pode o cansaço ser uma justificação suficiente para um erro tão grave? Houve logo quem dissesse que este lapso seria uma admissão inconsciente da sua verdadeira fé (a muçulmana), e isto porque a Organização da Conferência Islâmica tem... 57 Estados-membros!
O certo é que a vénia que Barack Obama fez ao Rei da Arábia Saudita, em Abril deste ano, não ajudou a dissipar as dúvidas, antes pelo contrário...

domingo, 2 de agosto de 2009

Isto está a «aquecer»...

... Mas o mais provável é por ser Agosto e estarmos no Verão. O «aquecimento global», longe de ser uma «verdade inconveniente», é acima de tudo uma «mentira conveniente» para alguns, em especial Al Gore, que tem lucrado à custa de uma suposição que não é consensual e contra a qual há muitos cientistas... e factos. Um desses factos é um relatório questionando o «aquecimento global» que a Environmental Protection Agency dos EUA terá, «convenientemente»... suprimido. Na verdade, o número de cépticos continua a aumentar, o que não obstou, porém, que a Câmara dos Representantes aprovasse uma lei para combater as «alterações climáticas» que, além de ter inúmeras falhas, pode conduzir, ainda mais, ao caos na economia (mas que só entrará em vigor se o Senado também a aprovar, o que não é provável). Entretanto, onde estão e o que têm a dizer, agora, todas aquelas estrelas «verdes» de Hollywood sobre este assunto?

sábado, 25 de julho de 2009

«É a Economia, estúpido(s)!»

É compreensível que nem todos concordem com John McCain e Pat Buchanan quando estes afirmam que Barack Obama e o Partido Democrata, com as suas políticas que implicam o aumento do défice dos EUA em muitos triliões de dólares (muito mais do que todos os presidentes antes dele!), estão a cometer um «roubo geracional» e a «afundar a América». Porém, quando é o próprio director do Gabinete de Orçamento do Congresso, Douglas Elmendorf, a exprimir dúvidas quanto à evolução da despesa, o melhor é prestar atenção.
E a verdade é que – além de quase todos os republicanos – até já há muitos democratas que começam a ter sérias dúvidas quanto à «competência» dos políticos (não só o presidente...) que colocaram no poder em 2008. Pudera! Quando se ouve (o vice-presidente) Joe «Balelas» Biden a dizer que «temos de continuar a gastar dinheiro para não irmos à bancarrota», ou Larry Summers, «principal conselheiro económico» da Casa Branca, a afirmar que é um sinal positivo o facto de as pesquisas no Google sobre «depressão económica» terem diminuído, a famosa expressão «É a Economia, estúpido(s)!» ganha todo um novo significado.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

São duras as Honduras

Todos aqueles que têm andado a protestar contra o «golpe de Estado» nas Honduras precisam de saber... a verdade: Manuel Zelaya quer(ia) fazer naquele país o que Hugo Chavez fez na Venezuela, isto é, poder ser (re)eleito indefinidamente, sem restrição de mandatos. E é estranho (ou talvez não...) que Barack Obama, que tanto tempo levou a criticar com mais firmeza a repressão no Irão, tenha condenado de imediato os supostos «golpistas hondurenhos» (que incluem os ministros do governo, os deputados do parlamento e os juízes do supremo tribunal!), colocando-se assim ao lado dessas «grandes figuras da democracia latino-americana» que são, além daquele que «não se cala», os irmãos Fidel e Raul Castro, Evo Morales e Daniel Ortega... Dois artigos recentes, um de Hans Bader e outro de Miguel Estrada, tentam enunciar e esclarecer todos os aspectos da questão.

terça-feira, 14 de julho de 2009

A «ascensão»...

... E queda de um teleponto de Barack Obama. Decididamente, o presidente não devia depender tanto destes aparelhos. E acaso este incidente passou nas televisões portuguesas? Claro que não! Ele a matar uma mosca ainda vá, mas agora situações mesmo embaraçosas... nem pensar!

domingo, 12 de julho de 2009

Palavra de Palin

As causas e as circunstâncias da renúncia de Sarah Palin ao cargo de Governadora do Alaska – que não significa, obviamente, a desistência da sua carreira política – são melhor compreendidas através das opiniões de John McCain, Ann Coulter, John Tantillo e Tommy De Seno.