terça-feira, 6 de outubro de 2009

Deixai ir as crianças!

Nos EUA são cada vez mais os casos registados de crianças e de jovens a entoar canções, ou «cânticos», de louvor a Barack Obama – em especial depois de ele ter sido empossado como presidente mas também antes. Obviamente, não são os mais novos a tomar essa iniciativa mas sim os mais velhos, professores e/ou pais... todos eles, claro, membros ou simpatizantes do Partido Democrata. Exemplos? Este, este, este, este... E mais estes!
Poder-se-á perguntar: é assim tão estranho? Não se faz, ou fez, isto em outros países? Claro que sim! Na Alemanha de Hitler, na Rússia de Estaline, na China de Mao, na Coreia do Norte de Kim-Il-Sung e de Kim-Jong-Il, na Cuba dos irmãos Castro...
Estes «momentos musicais» podem representar, porém, apenas um pormenor entre outros da «escola da era Obama». Há a intenção, por parte da actual administração, de aumentar o período de aulas e de diminuir o período de férias – o que pode trazer mais desvantagens do que vantagens... E, mais importante, há que contar com o contributo de Kevin Jennings, conselheiro da Casa Branca para as «Escolas Seguras e Livres de Drogas»: em 2000 criticou as escolas por «promoverem a heterossexualidade» (!) e apelou às mesmas – e até aos jardins infantis! – que ensinassem mais «matéria gay»... Pobres crianças! Deixai-as ir.... ou seja, fugir!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Marchas (im)populares

A 12 de Setembro último ocorreu em Washington uma das maiores manifestações, marchas, de protesto alguma vez ocorridas na capital dos EUA... e que – surpresa! – não teve como destinatário principal das críticas (ainda) George W. Bush mas sim... Barack H. Obama!
Houve divergências quanto ao número total de pessoas presentes. Mais de um milhão? Milhares? Foram, de certeza, muitas... tantas que até se falou de um «Woodstock conservador»! E não eram perigosos racistas de extrema direita mas sim cidadãos comuns, crescentemente preocupados com a perspectiva de um governo, e de uma burocracia, cada vez maiores e mais intromissores nas vidas e nos valores de famílias, de empresas, de toda a sociedade civil.
Para altos dirigentes do Partido Democrata como, por exemplo, a desacreditada Nancy Pelosi (a «Speaker of the House», ou seja, a Presidente da Câmara dos Representantes), o que aconteceu há duas semanas pode prenunciar, incitar uma vaga de violência política (!) Mas é óbvio que ela não teve estas preocupações num passado recente, quando sucessivas manifestações, marchas de protesto contra o anterior presidente norte-americano suscitaram, mais do que insultos, ameaças verdadeiramente preocupantes. A ver... e a comparar. Temos que estar sempre atentos aos sinais.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A ponta de um ACORN

ACORN significa Association of Community Organizers for Reform Now. É uma instituição que, nas últimas décadas, ganhou muito poder nos EUA. Tem como objectivo declarado apoiar pessoas desfavorecidas mas, na verdade, tem-se evidenciado enquanto grupo de pressão e de recrutamento a favor do Partido Democrata. No ano passado, durante as eleições presidenciais, foram divulgados diversos casos de irregularidades no registo de eleitores, envolvendo falsificação de identidades (até o rato Mickey tentaram recensear!), que, após investigação pelas autoridades, implicaram processos e condenações em tribunal.
Este ano novo escândalo: dois jovens activistas deslocaram-se a diferentes escritórios da ACORN em diferentes cidades e, apresentando-se como chulo e prostituta, em todos eles pediram informações sobre... como montar um bordel, «importar» menores latino-americanas e fugir aos impostos! E essas informações foram-lhes dadas! E filmaram, gravaram, tudo! Receberam a ajuda de Andrew Breitbart, e, entre os média americanos, só a Fox News Network, várias estações de rádio e alguns portais da Internet divulgaram o caso logo desde o início; os outros ignoraram-no completamente... ou referiram-se a ele tardia e timidamente, sem dúvida porque a ACORN sempre foi uma grande apoiante de Barack Obama, com a qual, aliás, o actual presidente trabalhou no passado – afinal, ele também foi um «organizador comunitário» («community organizer»)...
O escândalo tem sido tal que até Jay Leno e Jon Stewart já o satirizaram – com o apresentador do «The Daily Show» a querer saber inclusivamente, e veementemente, «onde é que estavam os verdadeiros jornalistas». Enfim, esta é uma história que até poderia dar um filme... mas como não são conservadores, republicanos, os «maus da fita», o mais provável é que ele nunca seja feito...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

«A Hemorróida da Nação»

Só por absoluto atrevimento ou por completo desconhecimento é que se pode atribuir actualmente alguma relevância ao que James Carter diz – incluindo apontar o racismo como causa das críticas às políticas de Barack Obama. Uma acusação que foi rejeitada por muitos... e até pela Casa Branca!
O homem que foi Presidente dos Estados Unidos da América entre 1976 e 1980, e que foi um fracasso tanto interna como externamente, ainda hoje não consegue – ou não quer – compreender o que de facto acontece à sua volta. E que se apresenta como aquilo que realmente é: um velho ressentido, amigo de ditadores, anti-semita... tanto que, recentemente, até Osama Bin Laden terá recomendado um livro dele!
Não irei ao extremo de afirmar, como John McCain afirmou, que James Carter foi «o pior presidente do século XX, talvez da História»; ou, como Rush Limbaugh afirmou, que ele é «a Hemorróida da Nação». Mas se fosse precisa uma imagem que corporizasse o que de mais degradante os EUA têm... seria a dele. Recebeu o Prémio Nobel da Paz? E depois? Também Al Gore! Apenas significou, nos dois casos, que os noruegueses são doidos (afinal, têm tanto bacalhau e não o sabem cozinhar...) e que não gosta(va)m de George W. Bush!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Mentira... ou verdade

Na semana passada houve uma grande «comoção» em Washington: durante o discurso de Barack Obama no Congesso, o representante do Estado da Carolina do Sul (e membro do Partido Republicano) Joe Wilson gritou, ao Presidente, «Você mente!», quando aquele garantia que os imigrantes ilegais não seriam cobertos pelo sistema de saúde dos EUA (se a reforma do mesmo que o Partido Democrata propõe fosse aprovada).
Independentemente dos motivos, foi indubitavelmente uma atitude incorrecta; tanto que Joe Wilson apresentou posteriormente o seu pedido de desculpas à Casa Branca, que as concedeu. Porém, tal não foi suficiente para os democratas do Congresso, que exigiram que Joe Wilson se retractasse publicamente no Capitólio, o que ele não fez... e, assim, o representante foi ontem desaprovado publicamente, após votação, no que constituiu a primeira vez que um membro do parlamento federal norte-americano foi penalizado por falar durante um discurso de um Presidente dos EUA!
Vários comentadores conservadores norte-americanos, entre os quais Ann Coulter, Phyllis Schlafly, Rush Limbaugh e Victoria Jackson, condenaram veementemente a manobra dos liberais, porque: Joe Wilson já pedira perdão ao Presidente; a proposta de Barack Obama estará mesmo repleta de... inverdades; e vários democratas já faltaram ao respeito, no passado, a presidentes republicanos. Em particular a George W. Bush: a quem Al Gore chamou de «traidor»; a quem um representante da Califórnia chamou de «mentiroso»; a quem Harry Reid chamou de «perdedor»; que foi vaiado, e até interrompido, pelos democratas durante o discurso do Estado da União em 2005 e em 2006 (aqui sendo de destacar um então senador pelo Illinois...). Enfim, até Obama já acusou Bill Clinton de dizer mentiras!
O respeito não é devido a todos? O que espanta e indigna é, mais uma vez, a dualidade de critérios. Que nem umas inacreditáveis, incríveis, «regras para protestar» parecem ser capazes de atenuar.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Há oito anos...

... Aconteceu o dia que, sim, mudou o Mundo. Para ver, ouvir... e sentir, uma evocação, que é também uma reflexão, pelo sempre notável Andrew Klavan. E ler também os testemunhos de Gary Graham, John Nolte e Mark Tapson.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

«Vandalismos»

Apresentando... Anthony «Van» Jones, que, no passado dia 6, se demitiu – ou foi demitido – do cargo de conselheiro da Casa Branca para os... «Empregos Verdes». Porém, este ex-ajudante de Barack Obama era (é) mais do género «melancia»: verde por fora, vermelho (e muito...) por dentro.
Provas? A dificuldade está na escolha, em por onde começar: ele é um dos que acreditam que o 11 de Setembro de 2001 resultou de uma conspiração interna; disse que os republicanos são uns «buracos de rabos»; que o governo de George W. Bush se serviu da bandeira americana para bater nos opositores à guerra no Iraque; comparou o anterior presidente a um drogado; declarou que «apenas os jovens brancos é que disparam nas escolas»; que «poluidores brancos envenenam as comunidades das minorias»; afirmou que o objectivo dos «empregos verdes» é fazer uma revolução que supere o «capitalismo cinzento»; exortou marxistas, anarquistas e (outras) «pessoas espirituais» a praticarem um «activismo convergente». E há mais, acreditem... como o ter sido preso por ter participado num motim!
Anthony «Van» Jones é tão só mais um exemplo do (baixo) nível e da (falta de) classe das pessoas com quem Barack Obama se tem rodeado... no passado como no presente. Sim, lembremo-nos do provérbio: «diz-me com quem andas...» No entanto, este caso pode ter tido, pelo menos, uma «vantagem»: a de incentivar outros comunistas norte-americanos a, finalmente, «saírem do armário»!

sábado, 5 de setembro de 2009

No «comboio» descendente

Quando os índices de popularidade descem acentuadamente (sim, são piores do que os de George W. Bush no mesmo momento do seu primeiro mandato), quando o défice aumenta vertiginosamente, quando os protestos populares se multiplicam contra as suas iniciativas (como a reforma do sistema de saúde ou a – aparente – doutrinação de crianças), o que podem fazer Barack Obama, a sua Administração, o Partido Democrata e os seus apoiantes?
Várias coisas: culpar o Nº 43 (mais uma vez) e criar (mais uma) «cortina de fumo» sobre alegadas «torturas» praticadas pela CIA, tentando demonizar não só o anterior Presidente mas, principalmente, o anterior Vice Presidente (o que, ironicamente, pode consolidar a «reabilitação» de Dick Cheney); dizer que todos os críticos e opositores são «racistas» (mesmo que os assuntos em discussão nunca tenham a ver com etnias e cores de pele), e, se isso não resultar, tentar silenciá-los e boicotá-los; recorrer ao «spam» em larga escala (levando Karl Rove a imaginar o que lhe fariam se ele tivesse implementado algo semelhante); e, como último recurso, entrar em delírio.
O que se esperaria é que, por esta altura, Barack Obama já tivesse cessado a campanha eleitoral e começado a liderar, efectivamente, o país. Como, aparentemente, isso ainda não aconteceu, ele corre o risco de se tornar, rapidamente, irrelevante. E irreversivelmente impopular.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O problema com Harry

Apresentando... Harry Reid, líder da maioria (Partido Democrata) no Senado dos EUA: é um dos mais desacreditados, impopulares e ridicularizados políticos norte-americanos. Três exemplos recentes das suas «qualidades»: afirmou, numa entrevista, que a morte de Edward Kennedy pode ajudar a aprovar a reforma do sistema de saúde proposta por Barack Obama (!); terá ameaçado um jornal do seu próprio Estado (o Nevada) que não lhe é propriamente favorável; e organizou uma «sessão de esclarecimento»... à porta fechada, e por convite!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A senhora na água

Para deitar um pouco de... «água na fervura» na (quase) unanimidade elogiosa ao recém- falecido Edward Kennedy, sugere-se a leitura de três artigos, um de Mark Steyn, um de Dan Gifford e um de Andrew Breitbart, que evocam (principalmente, mas não só) a morte, ocorrida há 40 anos, de uma mulher - sacrificada, pode dizer-se, a bem da carreira política do senador do Massachusetts... que, ao longo da sua vida, revelou ser pouco, ou nada, católico.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ele fala, fala, fala...

... E será que diz alguma coisa de jeito? Segundo Andrew Klavan, nem por isso: Barack Obama (autêntica «picareta falante») tem principalmente «falado porcaria» («talking crap», no original)... e exemplos não faltam! Mais exemplos da «pouca esperteza» do actual Presidente são dados por Clarice Feldman, e depois de os vermos/lermos fica a dúvida se afinal será mesmo Joe Biden o mais trapalhão dos dois... Na verdade, não foi propriamente... muito inteligente acusar polícias de terem agido «estupidamente» antes de se ter o completo conhecimento dos factos. É caso para dizer: olha quem fala! Porém, Obama está em boa companhia: Bill Maher, mesmo apesar da vitória do seu candidato, ainda pensa que os EUA são um «país estúpido»!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Tratar ou não da saúde...

... É a questão. A reforma no sistema de saúde dos EUA que Barack Obama está a tentar concretizar demonstra não só a sua ideologia socialista mas também o seu objectivo – irrealista – de mudar a natureza mais profunda do grande país. Nomeadamente, nacionalizar, tornar público, o que está melhor no âmbito privado.
Ao contrário do que o Presidente e os seus apoiantes dizem, o actual sistema é, globalmente, de elevada qualidade, e as suas eventuais insuficiências são reduzidas e não exigem a revolução radical, dispendiosa, complexa e confusa corporizada na proposta do Partido Democata. Tanto assim é que o próprio Obama já admitiu que não conhece todos os pormenores daquela; além disso, há congressistas democratas que se mostra(ra)m admirados pela atitude do Presidente neste assunto, enquanto outros recusa(ra)m-se a assinar um compromisso prometendo ler toda a proposta antes de a votar. Signficativamente, em mais um dos «bushismos» em que ele tem sido pródigo (e que não são divulgados pelos média portugueses), Obama afirmou que o modelo que preconiza trará «maiores ineficiências»... O que até nem surpreende, porque um dos seus principais conselheiros nesta área é John Holdren, que já defendeu políticas extremistas de controlo da população tais como abortos forçados e esterilização em massa. Deve ser por isso que esta(va)m previstos «painéis da morte» que determinariam, em última instância, quem é que poderia receber cuidados médicos.
No cerne desta questão parece estar uma hipocrisia: Barack Obama quer para os outros o que ele não quer para si e para os seus familiares; é o clássico «faz o que eu digo, não o que eu faço.» E tantas contradições poderão estar a criar – segundo um colunista do New York Times! – uma «marcha suicida liberal (isto é, do Partido Democrata)! Até lá, e enquanto se tem a «mão na massa» (leia-se «dinheiros públicos»), nada melhor do que encomendar umas campanhas a «empresas amigas». Sim, é a «mudança em que podemos acreditar»...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Os «57 Estados»

Mais uma pausa na actualidade e mais uma viagem ao passado recente. No ano passado, durante a campanha eleitoral para a presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama cometeu aquela que foi a terceira (e talvez a pior) «gaffe» enquanto candidato – as outras duas foram, recorda-se, chamar «porca» a Sarah Palin e «peixe velho» a John McCain, e admitir que o seu grande objectivo é «espalhar (isto é, redistribuir) a riqueza».
Como qualquer habitante dos EUA com pelo menos 10 anos tem obrigação de saber, aquele país é constituído por 50 Estados; é um número simples e fácil de memorizar. É por isso que foi bastante bizarro – e isto é um eufemismo – ouvir o agora Presidente dizer, então, que já tinha visitado... 57 Estados! Pode o cansaço ser uma justificação suficiente para um erro tão grave? Houve logo quem dissesse que este lapso seria uma admissão inconsciente da sua verdadeira fé (a muçulmana), e isto porque a Organização da Conferência Islâmica tem... 57 Estados-membros!
O certo é que a vénia que Barack Obama fez ao Rei da Arábia Saudita, em Abril deste ano, não ajudou a dissipar as dúvidas, antes pelo contrário...

domingo, 2 de agosto de 2009

Isto está a «aquecer»...

... Mas o mais provável é por ser Agosto e estarmos no Verão. O «aquecimento global», longe de ser uma «verdade inconveniente», é acima de tudo uma «mentira conveniente» para alguns, em especial Al Gore, que tem lucrado à custa de uma suposição que não é consensual e contra a qual há muitos cientistas... e factos. Um desses factos é um relatório questionando o «aquecimento global» que a Environmental Protection Agency dos EUA terá, «convenientemente»... suprimido. Na verdade, o número de cépticos continua a aumentar, o que não obstou, porém, que a Câmara dos Representantes aprovasse uma lei para combater as «alterações climáticas» que, além de ter inúmeras falhas, pode conduzir, ainda mais, ao caos na economia (mas que só entrará em vigor se o Senado também a aprovar, o que não é provável). Entretanto, onde estão e o que têm a dizer, agora, todas aquelas estrelas «verdes» de Hollywood sobre este assunto?

sábado, 25 de julho de 2009

«É a Economia, estúpido(s)!»

É compreensível que nem todos concordem com John McCain e Pat Buchanan quando estes afirmam que Barack Obama e o Partido Democrata, com as suas políticas que implicam o aumento do défice dos EUA em muitos triliões de dólares (muito mais do que todos os presidentes antes dele!), estão a cometer um «roubo geracional» e a «afundar a América». Porém, quando é o próprio director do Gabinete de Orçamento do Congresso, Douglas Elmendorf, a exprimir dúvidas quanto à evolução da despesa, o melhor é prestar atenção.
E a verdade é que – além de quase todos os republicanos – até já há muitos democratas que começam a ter sérias dúvidas quanto à «competência» dos políticos (não só o presidente...) que colocaram no poder em 2008. Pudera! Quando se ouve (o vice-presidente) Joe «Balelas» Biden a dizer que «temos de continuar a gastar dinheiro para não irmos à bancarrota», ou Larry Summers, «principal conselheiro económico» da Casa Branca, a afirmar que é um sinal positivo o facto de as pesquisas no Google sobre «depressão económica» terem diminuído, a famosa expressão «É a Economia, estúpido(s)!» ganha todo um novo significado.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

São duras as Honduras

Todos aqueles que têm andado a protestar contra o «golpe de Estado» nas Honduras precisam de saber... a verdade: Manuel Zelaya quer(ia) fazer naquele país o que Hugo Chavez fez na Venezuela, isto é, poder ser (re)eleito indefinidamente, sem restrição de mandatos. E é estranho (ou talvez não...) que Barack Obama, que tanto tempo levou a criticar com mais firmeza a repressão no Irão, tenha condenado de imediato os supostos «golpistas hondurenhos» (que incluem os ministros do governo, os deputados do parlamento e os juízes do supremo tribunal!), colocando-se assim ao lado dessas «grandes figuras da democracia latino-americana» que são, além daquele que «não se cala», os irmãos Fidel e Raul Castro, Evo Morales e Daniel Ortega... Dois artigos recentes, um de Hans Bader e outro de Miguel Estrada, tentam enunciar e esclarecer todos os aspectos da questão.

terça-feira, 14 de julho de 2009

A «ascensão»...

... E queda de um teleponto de Barack Obama. Decididamente, o presidente não devia depender tanto destes aparelhos. E acaso este incidente passou nas televisões portuguesas? Claro que não! Ele a matar uma mosca ainda vá, mas agora situações mesmo embaraçosas... nem pensar!

domingo, 12 de julho de 2009

Palavra de Palin

As causas e as circunstâncias da renúncia de Sarah Palin ao cargo de Governadora do Alaska – que não significa, obviamente, a desistência da sua carreira política – são melhor compreendidas através das opiniões de John McCain, Ann Coulter, John Tantillo e Tommy De Seno.

terça-feira, 7 de julho de 2009

«Presidente Putin...»

Em mais um «capítulo» da «saga» intitulada «Então não era só o Bush que fazia disparates destes?» (e após, entre outros, este, este e este), e na sua visita a Moscovo, Barack Obama chamou «Presidente»... a Vladimir Putin (Dmitry Medvedev deve ter adorado...) Antes, o actual primeiro-ministro russo enviara uma mensagem de parabéns... ao anterior presidente norte-americano. E para «acabar em beleza» mais uma viagem à Europa descobriu-se que a equipa do Presidente dos EUA ainda parece ter dúvidas sobre o nome dele... e sobre outras palavras! Que exemplos de «competência»! Muito mais grave, porém, é que Barack Obama parece querer reescrever a história da Guerra Fria... em desfavor dos EUA.

domingo, 5 de julho de 2009

Eles não «Irão» para o Céu

Não foram poucos os que se surpreenderam com a demora de Barack Obama em condenar, de uma forma firme e inequívoca, a repressão violenta pelo regime islamo-fascista do Irão das manifestações contra a alegada (e muito provável) fraude nas recentes eleições presidenciais naquele país. Aliás, o presidente norte-americano só terá assumido essa posição após insistência da sua secretária de Estado nesse sentido.
A aparente – e inicial - «timidez» de Obama encontra, afinal, justificação na sua atitude (e estratégia) perante o mundo muçulmano anunciada no seu famigerado discurso no Cairo. E, de facto, pareceria «mal» estar a acusar-se um governo estrangeiro ao qual se havia enviado, pouco tempo antes, uma mensagem de «boas intenções» e até convites para as festas do 4 de Julho! Convém, aliás, lembrar que os dois países não têm relações diplomáticas oficiais há 30 anos, quando os fanáticos seguidores do Ayatollah Ruhollah Khomeini (entre os quais, suspeita-se, estaria Mahmoud Ahmadinejad) invadiram em 1979 a Embaixada dos EUA e mantiveram sequestrados, durante mais de um ano, os seus funcionários.
Não há dúvida de que se verificou uma grande «mudança» em relação ao Irão entre a anterior e a actual administração norte-americana: George W. Bush considerou aquele país como fazendo parte do «Eixo do Mal» e Barack Obama declarou que ele pode ter energia nuclear... desde que, claro, para «fins pacíficos»! Tamanha «ingenuidade» face aos terroristas de Teerão não deixou, previsivelmente, de constituir objecto de crítica – e de escárnio – para diversos comentadores, como, por exemplo, Andrew C. McCarthy, Ann Coulter e Greg Gutfield.

sábado, 27 de junho de 2009

Qual transparência?

Barack Obama foi eleito Presidente dos EUA com as promessas, entre outras, de uma maior «transparência» nas decisões e acções, de uma «ruptura» com a prática – supostamente mais susceptível a «interesses obscuros» - seguida pela administração anterior, de uma renúncia à (tentativa de) manipulação dos média. No entanto, parece que nestes aspectos (como em outros) as promessas não foram cumpridas, como é relatado pela Fox, MSNBC, Newsweek e Washington Post. Pior é a suspeita de que o presidente terá demitido um inspector-geral por este querer investigar um apoiante daquele.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Que ricas «férias»!

Barack Obama, logo no início do seu mandato, prometeu e anunciou o encerramento da prisão de Guantanamo... mas sem ter um plano completo e viável para essa tarefa. Assim, e por enquanto, o que se vai fazendo, sobre este assunto, é uma série de medidas (leia-se libertações, previstas e efectivas) isoladas, parciais.
Já é do conhecimento público que a Itália, através de Silvio Berlusconi, aceitou vir a receber três prisioneiros que estão actualmente em Cuba. Menos ou nada conhecido é o facto de o Governo dos EUA ter decidido enviar quatro outros detidos para as Bermudas... sem avisar e pedir autorização prévia e oficial ao Reino Unido, que tem soberania sobre aquele arquipélago! O Independent, o Telegraph e o Times relataram o caso.
Este é apenas mais um episódio protagonizado pelo presidente norte-americano e/ou pela sua administração que desagradou – ou irritou mesmo – (a)os britânicos. Que vem integrar uma «lista» onde já constam, entre outros incidentes, a oferta de DVD’s a Gordon Brown, e a devolução de um busto de Winston Churchill que havia sido cedido por Tony Blair a George W. Bush após o 11 de Setembro (de 2001).

sábado, 13 de junho de 2009

David ou Golias?

David Letterman, segundo a opinião de muitos, tem hoje muito menos graça do que já teve. Pior do que isso, parece cada vez mais um «homem velho e azedo». O que talvez explique as suas recentes tiradas ofensivas contra Sarah Palin e a sua filha de 14 anos! Violet Socks entende este caso como (mais) uma prova de que a misoginia é um problema cada vez maior.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Até o New York Times...

... Já está a analisar o tema (e a tentar responder à pergunta de) «estará Obama (e a sua equipa) a abusar ao continuar a colocar todas as culpas em Bush?» Significativo para um jornal que, desde o início, se assumiu como mais um instrumento de campanha do actual presidente.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Couric não tem coragem (entre outras coisas)

Katie Couric, que actualmente apresenta o principal noticiário da CBS, é, nos EUA, (um)a personificação da incompetência no jornalismo, da falta de profissionalismo e de rigor. Porém, ainda há quem pense que ela tem «qualidades» suficientes para receber (por ter «armadilhado» Sarah Palin) um «prestigiado» prémio de jornalismo – uma afronta que John Ziegler denunciou prontamente. Mais recentemente, voltou a deixar cair a máscara e expressou o que sente (inveja?) em relação à Governadora do Alaska.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Obama e os 150 mil empregos

Um artigo no Wall Street Journal mostra como a administração Obama é «criativa» ao mencionar os empregos «salvos ou ganhos» pelo seu programa de estímulo à economia. Faz lembrar algo que se passa num pequeno país do outro lado do Atlântico, não é verdade? Entretanto, Dick Morris analisou com mais detalhe algumas estatísticas recentes com o enfoque nos aspectos económicos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Quem usa um teleponto...

... Acrescenta um ponto... ou um conto. Barack Obama não dispensa a utilização de um ou mesmo dois telepontos onde quer que vá, para ler os seus «extraordinários» discursos... que não são escritos por ele. Porém, não se deve confiar em demasia na tecnologia. Quando o aparelho avaria (ou quando o utilizador «avaria»), isso pode ter consequências embaraçosas... É por isso que talvez seja melhor deixar o próprio teleponto de Obama tratar de tudo sozinho...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O «príncipe» no Egipto

O discurso de Barack Obama no Cairo representa a continuação de uma tendência que ele anunciou logo em Janeiro quando deu a primeira entrevista, enquanto presidente, ao canal de televisão Al Jazeera, e demonstrou em Abril com a vénia ao Rei da Arábia Saudita: a contemporização (excessiva?) com o Islão, incluindo as suas individualidades e instituições mais retrógradas. As contradições, fragilidades e inquietações desta abordagem são apontadas e analisadas por Ann Coulter (Obama é o «novo James Carter»?), Liz Cheney e Tommy DeSeno (Obama é o «primeiro Presidente Dhimmi»?).

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Amor com humor não se paga

George W. Bush e o seu Governo, bem como o Partido Republicano, eram – e ainda são – um manancial de piadas para os cómicos americanos, e não só. Pelo contrário, Barack Obama e o seu Governo, bem como o Partido Democrata, não têm dito ou feito nada que mereça ser satirizado... Claro, pois... Tim Slagle passa em revista o humor político televisivo americano desde que BHO se tornou presidente aqui, aqui e aqui. Sobre o mesmo tema, um artigo de Christian Toto e outro de Chris Stigall.

domingo, 24 de maio de 2009

Um novo estilo

Não há dúvida de que Barack Obama não é um Presidente dos EUA como outros antes dele – e não é só em relação a George W. Bush que as diferenças se notam. É um «Presidente D & D», ou seja, aposta no dispêndio (de muito dinheiro que faz disparar o défice) e nas desculpas (pedidas a praticamente toda a gente pelos supostos «defeitos» do seu país). Compreensivelmente, há quem não aprecie este estilo: Derek Broes (diz-nos que fomos avisados...); Mark Tapson (... sobre este «presidente pós-americano»...); Mitt Romney (... que é «um tímido advogado da liberdade»...); John Simpson (... e, enfim, um «grande desapontador»).

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Bill... ou Bob?

Barack Obama disse numa cerimónia pública que o seu secretário de Estado da Defesa – com quem fala praticamente todos os dias – se chama... William Gates. Porém, na verdade, ele chama-se... Robert Gates. Estaria o presidente norte-americano a pensar no patrão da Microsoft? E não era só George W. Bush que supostamente cometia «gaffes» como esta?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Gastar, gastar, gastar

Muito se escreveu sobre o suposto facto de o défice orçamental dos Estados Unidos ter aumentado muito sob a presidência de George W. Bush. No entanto, pouco ou nada até agora se escreveu sobre o facto de Barack Obama estar disposto a multiplicar por quatro, e em quatro anos, o número acumulado pelo seu antecessor em oito, através de uma política orçamental pouco transparente. Todavia, ele está disposto a fazer alguns «pequenos» cortes... embora não prescinda de aplicar fundos públicos, principalmente, em Estados onde ganhou as eleições.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Obama, o homófobo?

Barack Obama é contra os casamentos entre homossexuais. Um facto que é frequentemente – ou sempre – desvalorizado, e até ignorado, pelos seus apoiantes, simpatizantes e votantes. E o mais irónico, e até surpreendente, é que Ronald Reagan fez mais pelos «direitos» dos «gays» do que o actual presidente já fez, ou deu a entender que fará. Um facto que se deve conhecer, ou recordar, quando se aproxima (será em 2011) o centésimo aniversário do nascimento do 40º Presidente dos EUA. Já agora, convém salientar que também Dick Cheney - que tem uma filha lésbica - é mais receptivo, ou menos hostil, à «causa homo»!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Jon largou as «bombas»

Jon Stewart, nunca é demais lembrá-lo, não é um jornalista mas sim um comediante. E, enquanto comediante, tende, como muitos dos seus colegas, a «inclinar-se» sempre para o mesmo lado. Mas até ele pode meter, e muito, «os pés pelas mãos», como o demonstra Eric Golub neste artigo sobre o que afinal são, ou não, «crimes de guerra».

domingo, 3 de maio de 2009

Tonturas e torturas

Para acabar de vez (ou pelo menos tentar...) com as dúvidas sobre o que é e o que não é tortura, e sobre se a administração Bush a utilizou, recomenda-se a leitura de dois artigos, um de Ann Coulter e outro de Mark Tapson.

sábado, 25 de abril de 2009

100 dias...

... 100 erros. Uma lista (não exaustiva) compilada por redactores e colaboradores do New York Post. E ainda sobre o mesmo tema: um anúncio televisivo do Partido Republicano; «variedades» da Variety; uma previsão (bem humorada) dos 100 dias seguintes.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Rumo ao Socialismo

Estará Barack Obama a tentar transformar os Estados Unidos da América numa sociedade socialista? Dick Morris, que foi conselheiro de Bill Clinton, pensa que sim. O Pravda também. Hugo Chávez, idem.

sábado, 18 de abril de 2009

«G. I. (Grande Idiota) Joe»

Há um «bom» motivo para Joseph Biden praticamente não ter «aparecido» na comunicação social portuguesa durante a campanha eleitoral e também já depois da tomada de posse: o actual Vice-Presidente dos EUA é uma autêntica «anedota ambulante», uma «máquina» fiável e eficiente de fabrico contínuo de asneiras. Quando não um puro e simples mentiroso. Que não dá sinais de abrandar...

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Camille não é «camela»

Camille Paglia é, na verdade, uma «ave rara». Grande inteligência e elevada tolerância, lésbica que combate os excessos de feministas e de «gays», liberal que admira Sarah Palin – demonstra-o aqui, aqui e aqui – e que não hesita em criticar Barack Obama e o Partido Democrata – fá-lo aqui, aqui e aqui. Não seria mau haver mais pessoas como ela...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Como se diz em «austríaco»?

George W. Bush era (é), supostamente, um ignorante, e até mesmo estúpido. Mas não o actual Presidente dos EUA. Ele é tão «inteligente», tão «esperto», que, durante a sua recente viagem à Europa, até descobriu que existe uma «língua austríaca»!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Um Presidente curva-se perante um Rei

Barack Hussein Obama, demonstrando que não esqueceu os ensinamentos que recebeu enquanto filho e enteado de muçulmanos, fez uma vénia ao Rei da Arábia Saudita. Mais do que uma prova de imaturidade pessoal e política, é uma violação grave do protocolo diplomático dos Estados Unidos!

domingo, 29 de março de 2009

«Bâton numa porca»

Ao contrário do que possa parecer à primeira vista (ou audição), não é surpreendente que Barack Obama tenha tentado ser engraçado à custa dos atletas paralímpicos. A «piada» no programa de Jay Leno nada é comparada com algumas frases ditas pelo então candidato durante a campanha eleitoral. Em especial o ter insinuado que Sarah Palin é uma «porca com bâton» e John McCain um «peixe velho que fede». Ele e os seus colaboradores bem que tentaram desmentir os insultos, mas há certas desculpas que «custam a engolir»...

sábado, 21 de março de 2009

«Top 10»... até agora

Já?! Tão cedo?! Num jornal inglês o «Top 10»... até agora, das maiores «gaffes» cometidas pelo «dinâmico duo» Obama & Biden.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Um deslize no «Olimpo»

A circunstância de um Presidente dos EUA, no activo, participar num programa televisivo de entretenimento já seria, só por si, e no mínimo, discutível, e talvez reprovável. Mas, pior do que isso, Barack Obama ter feito, no «The Tonight Show» perante Jay Leno, humor à custa dos atletas paralímpicos é simplesmente lamentável. E, como seria de esperar, não houve até agora muitos protestos por parte dos seus amigos «politicamente correctos». Agora imagine-se se tivesse sido George W. Bush a dizer isto...

sexta-feira, 6 de março de 2009

«Para ti, Gordon, 25 DVD’s!»

Gordon Brown visitou os EUA e encontrou-se com Barack Obama. E, como é habitual nestas ocasiões, os dois estadistas trocaram prendas entre si. Mas compare-se o que o primeiro ministro britânico ofereceu ao presidente norte-americano com o que este ofereceu àquele. Digamos que alguns ingleses não ficaram (bem) impressionados...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Processar e lucrar

A actual crise financeira mundial começou com uma crise no mercado imobiliário americano. E Barack Obama não deixou de ter um pequeno, mas significativo, papel no desencadear dessa crise.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Uma mulher de armas (literalmente)

Tal como, durante a campanha para a Presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama foi incensado (bajulado, adulado...) até ao irrazoável, Sarah Palin foi insultada (difamada, caluniada...) até ao inadmissível. Acaso alguma vez se ouviu a então candidata à Vice-Presidência dos EUA em discurso directo, de viva voz, em algum media português? Não me parece... Por isso, aqui fica uma entrevista dada pela Governadora do Alaska após regressar ao seu trabalho no grande Estado do Norte da América.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Esperança... ou medo?

No seu discurso de tomada de posse, Barack Obama declarou que, com a sua eleição, se «escolheu a esperança em vez do medo». Porém, como demonstram Charles Krauthammer em artigo no Washington Post e Joseph Curl em artigo no Washington Times, o presidente escolheu o medo como «estímulo» para que seja aprovado... o seu programa de estímulo à economia.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

domingo, 25 de janeiro de 2009

Ainda nem passou uma semana...

... E já se começa a ver a «mudança» que vem aí: um programa (pouco claro) de investimento público de mais de 800 milhões de dólares, fim às restrições a entidades que apoiam o aborto, conflitos com opositores (políticos, do Partido Republicano, e comunicadores, como Rush Limbaugh)...